24.2.14

Longas navegações



Vinte e quatro horas de pausa quanto a pegadas dos maias, em favor da natureza e das suas bênção, nesta região Norte da Guatemala. Para sair de Livingston, longa navegação no Rio Dulce, hoje quase calmo como um lago e lindíssimo. Verde, verde e mais verde, pássaros e mais pássaros, barcos, casas e escolas onde as crianças chegam de caiaque.

Estou agora na Ilha das Flores, num dos maiores lagos da Guatemala, e amanhã «recuo» de novo muitos séculos para conhecer Tikal, um dos mais importantes centros da civilização maia.

Calor e muita humidade que não ajudam muito em algumas escaladas, mas que não chegam para ter qualquer espécie de saudade do frio de Lisboa – e muito menos do resto.


  



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