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8.10.15

Resultados eleitorais, mortos e vivos



Ricardo Araújo Pereira na Visão de hoje:

«Um eleitor dirigiu-se a uma assembleia de voto e foi impedido de votar porque os cadernos eleitorais indicavam que estava morto desde 2013. (...)

Além de fazer uma limpeza dos cadernos eleitorais para os expurgar mortos, há que fazer igualmente a limpeza dos registos de óbito para os expurgar de vivos. (...)

Na minha opinião, um defunto que se dá ao trabalho de se dirigir a uma assembleia de voto deveria ser autorizado a exercer o seu direito. Há cidadãos vivos com menos respeito pela República.»

Na íntegra AQUI.
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