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9.2.17

Para uma filosofia do livro e da batata



Ricardo Araújo Pereira na Visão de hoje:

«Outra declaração [Manuel Maria Carrilho] bastante bizarra foi esta:” Os livros, que são como meus filhos, foram metidos em caixote como se fossem batatas”. Trata-se de uma frase que revela, sem margem para dúvidas, que Carrilho não percebe nada de livros, de filhos e de batatas. (…)

A ideia de que os livros são como filhos parece um pouco inquietante. Se Carrilho tem os seus filhos arrumados em prateleiras por ordem alfabética do apelido do autor, talvez a segurança social devesse fazer-lhe uma visita. Se leva os livros a passear e lhes dá banho, convinha que um bibliotecário tivesse uma conversa com ele.»

Na íntegra AQUI.
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