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8.3.17

Sydney: a Ópera e a Ponte



A Ópera de Sydney é certamente o seu cartão de visita mais conhecido e com toda a justiça. Projectada pelo dinamarquês Jørn Utzon desde 1959, foi inaugurada em 1973 e é célebre pela arrojada arquitectura e por uma localização privilegiada na grande baía da cidade. Andei hoje em visita guiada pelas suas cinco salas de espectáculo e por outros espaços e, tal como tinha sido avisada por leituras várias, e para lá de características técnicas certamente adequadas e excelentes, tem-se uma certa decepção quanto à correspondência com as expectativas criadas pelo que se vê do exterior. (Aliás, o projecto arquitectónico do interior não foi da auditoria de Jørn Utzon.)

Já não direi o mesmo sobre a Ponte da Baía de Sydney (Sydney Harbour Bridge) que atravessei nos dois sentidos: excedeu o que dela sabia. Datada de 1932, é uma bela estrutura com oito faixas de rodagem, mais duas para comboios, uma para bicicletas e outra para peões – com 50 metros de lagura total. Considerada inutilmente grande quando inaugurada, já foi reforçada, em 1992, com um túnel (Sydney Harbour Tunnel), e fala-se da construção de mais outro. Verdadeiramente impressionante, vale a pena atravessá-la que mais não seja para ver a Ópera, e muito mais, do outro lado da baía.

As três semanas de viagem já lá vão e a verdade é que passaram bem depressa.




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