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4.6.20
4.6.19
04.06.1989 – 30 anos com Tiananmen sempre presente
4 de Junho de 1989 marcou o fim de quase dois meses de protestos na Praça da Paz Celestial, em Pequim, quando os tanques avançaram brutalmente sobre os manifestantes. Os factos são conhecidos, mas é sempre bom tê-los presentes – sobretudo em imagens, que falam por si e substituem, quase sempre com vantagem, muitas palavras.
Ao longo dos últimos anos, tudo tem sido recordado recordado, sobretudo por alguns protagonistas de 1989 ou pelas suas famílias.
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Nos últimos dias têm sido publicados muitos textos, e até vídeos e fotografias, alguns bem interessantes, por exemplo de ex-correspondentes estrangeiros, que se encontravam em Pequim em 1989, bem como posições de actuais responsáveis políticos chineses sobre os acontecimentos. Fica aqui uma amostra.
#### Tiananmen. A ferida que o PC chinês quer esquecer.
[Em actualização]
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3.6.19
Tiananmen e a actualidade nua e crua
Estive o ano passado na Praça Tiananmen. Confirmo que 1989 continua a ser tabu intransponível e retive o silêncio da simpática guia que nos acompanhava. Várias vezes interrogada, foi dizendo que dos acontecimentos de 1989 «nada sabia», que nasceu e vivia então na Manchúria, que nada viu, que não se aprende na escola, que há muitos milhões de chineses que nunca ouviram falar desse não assunto. «Não sei nada, não posso saber, não insistam, por favor.»
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Tiananmen 1989 : um vídeo incontornável
Vários correspondentes estrangeiros em Pequim, em 1989, estão a desenterrar documentos preciosos, 30 anos depois dos acontecimentos de Tiananmen. Este é impressionante!.
Daqui: 30 years on, Canadian journalist shares newly restored footage of China’s Tiananmen Massacre horror.
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2.6.19
Daqui a dois dias: Tiananmen
A dois dias do 30º aniversário dos acontecimentos de Tiananmen, multiplicam-se textos e imagens, nomeadamente no New York Times (note-se que é possível ter acesso gratuito a um número razoável de artigos deste jornal, sendo apenas necessário registar-se). Vale a pena ler este.
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15.4.19
O drama de Tiananmen começou há 30 anos
Foi no dia 15 de Abril de 1989 que tiveram início os protestos na Praça Tiananmen, em Pequim, desencadeados pela morte de Hu Yaobang, ex-secretário geral do Partido Comunista Chinês, anteriormente afastado por defender a necessidade de uma liberalização a nível político.
Na véspera do seu funeral, concentraram-se na Praça cerca de 100.000 pessoas, de lá os protestos irradiaram para diversas ruas de Pequim e, mais tarde, contagiaram outras cidades chinesas. Foram-se repetindo até que, menos de dois meses mais tarde, aconteceu o que todos sabemos, mas alguns ainda tentam ignorar: no início de Junho, os tanques avançaram brutalmente sobre a mítica praça da capital chinesa e tudo acabou em tragédia.
Porque se assinala hoje o 30º aniversário do início dos protestos há relatos de protagonistas, como o de Cheng Xin que declara que «o espaço das liberdades públicos se reduziu desde há trinta anos» e que a Praça Tiananmen nunca poderia ser tomada de assalto hoje, como o foi então: há que passar por entradas de segurança, câmaras que tudo espiam, etc., etc. Estive lá há um ano, confirmo tudo isso e acrescento: 1989 continua a ser tabu intransponível e retive o silêncio da simpática guia que nos acompanhava e que, várias vezes interrogada, foi dizendo que dos acontecimentos de 1989 «nada sabia», que nasceu e vivia então na Manchúria, que nada viu, que não se aprende na escola, que há muitos milhões de chineses que nunca ouviram falar desse não assunto. «Não sei nada, não posso saber, não insistam, por favor.»
Entretanto, leio que a Apple «removeu diversas músicas da Apple Music no país, por tocarem em assuntos controversos, tais como democracia, liberdade e claro, o Massacre da Praça Tiananmen». Comentários, para quê…
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14.7.18
4.6.18
Tiananmen, com humor...
«Queria muito indignar-me com mais um aniversário do massacre de Tiananmen, mas tenho sempre medo de ficar sem luz em casa.»
Pedro Vieira no Facebook (Imagem e texto)
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4 de Junho rima com Tiananmen
4 de Junho de 1989 marcou o fim de quase dois meses de protestos na Praça da Paz Celestial, em Pequim, quando os tanques avançaram brutalmente sobre os manifestantes. Os factos são conhecidos, mas é sempre bom tê-los presentes – sobretudo em imagens, que falam por si e substituem, quase sempre com vantagem, muitas palavras.
Ao longo dos últimos anos, tudo tem sido recordado recordado, sobretudo por alguns protagonistas de 1989 ou pelas suas famílias.
Hoje mesmo, The Guardian publica um texto sobre o tema:
#Tankman2018: hero of Tiananmen protest remembered across globe.
E não resisto a transcrever o que escrevi neste blogue, quando estive em Pequim há pouco mais de um mês: «Regressei, com prazer à Praça Tiananmen, o mausoléu de Mao, o Palácio dos Congressos e tudo o resto estão nos mesmos sítios, o que mudou foi que a vi praticamente vazia em 2004 e com magotes e mais magotes de gentes várias desta vez. E retive o silêncio da simpática guia que nos acompanhava com explicações em espanhol: várias vezes interrogada, foi dizendo que dos acontecimentos de 1989 "nada sabia", que nasceu e vivia então na Manchúria, que nada viu, que não se aprende na escola, que há muitos milhões de chineses que nunca ouviram falar desse não assunto. "Não sei nada, não posso saber, não insistam, por favor".» Comentários para quê...
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4.6.17
04.06.1989 – Tiananmen
Se os factos são conhecidos, é sempre bom tê-los presentes. Sobretudo em imagens, que falam por si e substituem muitas palavras. Ver aqui post do ano passado.
. 15.4.17
15.04.1989 – E assim começou o drama de Tiananmen
Foi no dia 15 de Abril de 1989 que tiveram início os protestos na Praça Tiananmen, em Pequim, desencadeados pela morte de Hu Yaobang, ex-secretário geral do Partido Comunista Chinês, anteriormente afastado por defender a necessidade de uma liberalização a nível político.
Na véspera do seu funeral, concentraram-se na Praça cerca de 100.000 pessoas, de lá os protestos irradiaram para diversas ruas de Pequim e, mais tarde, contagiaram outras cidades chinesas. Foram-se repetindo até que, menos de dois meses mais tarde, aconteceu o que todos sabemos, mas alguns ainda tentam ignorar: no início de Junho, os tanques avançaram brutalmente sobre a mítica praça da capital chinesa e tudo acabou em tragédia.
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26.12.16
Roménia, 26.12.1989
No dia 26 de Dezembro de 1989, as televisões mostraram ao mundo o julgamento de Nicolae Ceauşescu e da mulher, fuzilados na véspera, depois de um tribunal militar os ter acusado de uma série de crimes, incluindo o genocídio de mais de 60 mil cidadãos.
Nunca cheguei a perceber se a RTP mostrou aos portugueses o filme do processo logo no dia 26, em directo a partir da Roménia, mas eu vivia então na Bélgica e fiquei colada ao ecrã que me trouxe a transmissão feita pela televisão Antenne 2 francesa. Estava-se muito longe do hábito de assistir a este tipo de acontecimentos televisivos, que constituiu um verdadeiro choque, sem grandes possibilidades de recuo crítico imediato. Aqui está ele:
Mas as polémicas e as dúvidas sobre todo o desenrolar dos acontecimentos, e, sobretudo, sobre os métodos utilizados nos mesmos, depressa surgiram e mantêm-se até hoje. Vale a pena ouvir isto:
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4.6.16
04.06.1989 – Nunca esquecer Tiananmen
4 de Junho de 1989 marcou o fim de quase dois meses de protestos na Praça da Paz Celestial, em Pequim, quando os tanques avançaram brutalmente sobre os manifestantes. Os factos são conhecidos, mas é sempre bom tê-los presentes – sobretudo em imagens, que falam por si e substituem, quase sempre com vantagem, muitas palavras.
Há dois anos, quando foi assinalado o 25º aniversário dos acontecimentos, tudo foi especialmente recordado, sobretudo por alguns protagonistas de 1989 ou pelas suas famílias.
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4.6.15
Hoje é 4 de Junho
Consideradas todas as diferenças, e estando portanto fora de causa qualquer semelhança entre situações, é irresistível divulgar hoje esta foto, encontrada por aí.
Sobre os acontecimentos de 4 de Junho de 1989, leia-se: Tiananmen foi há um quarto de século.
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1989
15.4.15
Tiananmen, há 26 anos
Foi no dia 15 de Abril de 1989 que tiveram início os protestos na Praça Tiananmen, em Pequim, desencadeados pela morte de Hu Yaobang, ex-secretário geral do Partido Comunista Chinês, anteriormente afastado por defender a necessidade de uma liberalização a nível político.
Na véspera do seu funeral, concentraram-se na Praça cerca de 100.000 pessoas, de lá os protestos irradiaram para diversas ruas de Pequim e, mais tarde, contagiaram outras cidades chinesas. Foram-se repetindo até que, menos de dois meses mais tarde, aconteceu o que todos sabemos, mas alguns ainda tentam ignorar: no início de Junho, os tanques avançaram brutalmente sobre a mítica praça da capital chinesa e tudo acabou em tragédia.
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26.12.14
Roménia, há 1/4 de século
No dia 26 de Dezembro de 1989, as televisões mostraram ao mundo o julgamento de Nicolae Ceauşescu e da mulher, fuzilados na véspera, depois de um tribunal militar os ter acusado de uma série de crimes, incluindo o genocídio de mais de 60 mil cidadãos.
Nunca cheguei a perceber se a RTP mostrou aos portugueses o filme do processo logo no dia 26, em directo a partir da Roménia, mas eu vivia então na Bélgica e fiquei colada ao ecrã que me trouxe a transmissão feita pela televisão Antenne 2 francesa. Há 25 anos, estava-se muito longe do hábito de assistir a este tipo de acontecimentos televisivos, que constituiu um verdadeiro choque, sem grandes possibilidades de recuo crítico imediato. Aqui está ele:
Mas as polémicas e as dúvidas sobre todo o desenrolar dos acontecimentos, e, sobretudo, sobre os métodos utilizados nos mesmos, depressa surgiram e mantêm-se até hoje. Vale a pena ouvir isto:
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17.11.14
Há 25 anos, a «Revolução de Veludo»
Praga, 17 de Novembro de 1989. Com início no campus universitário e concentração final na mítica Praça Wenceslas, teve lugar uma marcha pacífica de estudantes, que pretendia assinalar a morte de Jean Opletal e o encerramento das universidades checas pelos nazis. A manifestação foi fortemente reprimida pela polícia, facto que desencadeou uma onda de eventos que iria durar até final do ano e que congregou um número crescente de participantes.
Momento alto em 27 de Novembro, dia de greve geral, em que Mikhaïl Gorbatchev fez uma declaração em que condenou a operação do Pacto de Varsóvia, que pôs termo à Primavera de Praga em 1968, numa clara demonstração de ausência de suporte ao governo da Checoslováquia, por parte da União Soviética.
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9.11.14
Berlim, 25 anos – a festa, mas não para todos
Um quarto de século, que passou depressa, com grandes sobressaltos e muitas esperanças por cumprir. Mas comemore-se e festeje-se hoje, obviamente, a destruição de um barreira que, durante 28 anos, cortou uma cidade e separou pessoas e famílias, provocou mortes. Como se os problemas entre seres racionais pudessem ser resolvidos com amontoados de pedras.
Há textos, relatos, fotografias, vídeos um pouco por toda a parte. Mas talvez escape a muitos este texto publicado no Avante! – A chamada «queda do muro de Berlim» – e creio que deve ser conhecido.
Se o PCP não fosse o que é, celebraria a data e, do seu ponto de vista, aproveitaria para sublinhar que o capitalismo não foi capaz de satisfazer as esperanças que nasceram com a queda do muro e com o que esta representou. Em vez disso, pariu uma catilinária, nostálgica e lamentável, num texto que até podia ser considerado humorístico, como um amigo o classificou no Facebook, se o humor negro fosse o estilo da Soeiro Pereira Gomes e se não estivéssemos a falar de coisas tão sérias.
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1989
4.6.14
Tiananmen foi há um quarto de século
4 de Junho de 1989 marcou o fim de quase dois meses de protestos na Praça da Paz Celestial, em Pequim, quando os tanques avançaram brutalmente sobre os manifestantes. Os factos são conhecidos, hoje estão a ser amplamente comentados, mas é sempre bom tê-los presentes – sobretudo em imagens, que falam por si e substituem, quase sempre com vantagem, muitas palavras.
Nos últimos dias, tudo é recordado, sobretudo por alguns protagonistas de 1989 ou pelas suas famílias.
Comemora-se a data com protestos em Hong Kong e, um pouco por todo o mundo, republicam-se fotos, fotos e mais fotos – é importante que as caras de há 25 anos continuem presentes.
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