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27.8.20

Bicharada Pré-Covid (8)



Um casuar, Sydney, Austrália, 2017.

O casuar é uma ave de grande porte, nativa do nordeste da Austrália, Nova Guiné e ilhas próximas, muito ágil (pode correr 50 km/hora e saltar 1,5m). Torna-se muito agressiva se se trata de proteger ninhos e crias. As fêmeas põem entre 3 e 5 ovos, mas depois vão-se embora para acasalar noutro sítio e os machos cuidam sozinhos dos ninhos e das crias durante os nove meses seguintes – muito «à frente» e grande contributo para alta taxa de natalidade…
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25.8.20

Bicharada Pré-Covid (6)



Grande Barreira de Corais, Cairns, Austrália, 2017.

A Grande Barreira de Coral estende-se por 2.300 quilómetros ao largo da costa Nordeste da Austrália e é formada por uma rede de 2.900 recifes de corais. Estes são animais vivos e sensíveis, da mesma família das alforrecas, mas que criam um esqueleto calcário e sólido. No local por onde andei, há cerca de 400 espécies e vi-as através das janelas de um pequeno submarino, num espectáculo absolutamente impressionante pela diversidade, pelas cores e pelo brilho. É sabido que os corais estão altamente atingidos pelas alterações climáticas e que se tenta, a todo o custo,evitar que «desapareçam».



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22.8.20

Bicharada Pré-Covid (3)



Coala no Featherdale Wildlife Park, Doonside, Sydney, Austrália, 2017.

Este parque alberga animais selvagens da fauna australiana, pássaros, répteis e marsupiais – davam para uma série inteira desta bicharada...



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14.8.20

Grandes árvores deste mundo (5)



Parque Kuranda, perto de Cairns, Austrália, 2017.

No Norte da Austrália, este parque tem cerca de 27 mil hectares de floresta tropical montanhosa e andei por lá durante um dia, em vários meios de transporte: comecei por um combóio preparado para proporcionar belíssimas perspectivas de montes, vales e cascatas, continuei num tanque anfíbio que já andou pela Segunda Guerra Mundial e acabei num teleférico, com sete quilómetros de comprimento, que passa por cima de muitos milhares de árvores gigantescas e permite que se tenha uma ideia da variedade e da dimensão do que está em causa. Tudo isto com o Mar de Coral no horizonte.






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7.5.20

Uma iniciativa maravilhosa!




«Estas equipas estão a usar uma técnica especial chamada recorte de coral para plantar pedaços de coral nas áreas mais afectadas pelas alterações climáticas. (…) Ao todo, são cinco as empresas de turismo que se inscreveram no Coral Nurture Program, uma parceria entre turismo e ciência para melhorar a administração do recife. (…)

Tudo isto resulta em uma dramática, embora necessária, mudança de rumo para as empresas que antes enchiam os seus catamarãs com turistas para visitarem os corais.

Os recifes de coral serão um elemento essencial num mundo pós-coronavírus. Além de abrigar inúmeros animais marinhos, também protegem os seres humanos, formando um amortecedor natural contra ondas, tempestades e inundações.

Dada a nossa situação actual do coronavírus, também é uma tarefa especialmente oportuna: os recifes de coral são considerados os “armários de remédios do século XXI”.

“Plantas e animais de recifes de corais são fontes importantes de novos medicamentos para tratar cancro, artrite, infecções bacterianas humanas, doença de Alzheimer, doenças cardíacas, vírus e outras doenças”, observa a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica americana no seu site.

Os recifes também alimentam a economia, já que atraem turistas de mais de 100 países. Mas a extrema sensibilidade dos corais também pode ser a sua ruína. Tudo, desde o tráfego de navios até a sobrepesca e as alterações climáticas induzidas pelo homem, estão a ter um impacto perigoso nos sistemas de recifes do mundo.

Estima-se que 50% da Grande Barreira de Coral, por exemplo, já tenha sido perdida, com especialistas a prever que o restante poderia desaparecer nos próximos 30 anos.»
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2.1.20

A Nova Zelândia que eu ainda vi…




«As cinzas e a poeira dos incêndios da Austrália estão a ser transportadas até aos glaciares neozelandeses que mudaram de cor e podem perder 30% do volume.
Desde a década de 1970 que investigadores têm vindo a registar a diminuição em quase um terço dos glaciares deste país. É expectável que desapareçam até ao final da década.»

Eu vi os glaciares assim, exactamente há três anos!

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31.12.18

Anos velhos (1)



Na Tasmânia, já são 3:52 am de 01.01.2019 e não me importava nada de lá estar, como estive há quase dois anos.
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2.3.18

Reviajar é reviver



Há um ano andava eu pelo Uluru, na Austrália, bem melhor do que estou aqui, e com uns belos 39ºC. Reviajar é reviver, sem dúvida!

Voltar a ler e ver aqui.
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5.7.17

Bichos, muita bicharada (13)



Um belo casuar. Sydney, Austrália (2017).

O casuar é uma ave de grande porte, nativa do nordeste da Austrália, Nova Guiné e ilhas próximas, muito ágil (pode correr 50 km/hora e saltar 1,5m). Torna-se muito agressiva se se trata de proteger ninhos e crias. As fêmeas põem entre 3 e 5 ovos, mas depois vão-se embora e os machos cuidam sozinhos dos ninhos e das crias durante os nove meses seguintes. 
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2.7.17

Bichos, muita bicharada (10)



Os corais também são «bichos»… Grande Barreira de Corais, Cairns, Austrália (2017).
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25.6.17

26.3.17

8.3.17

Sydney: a Ópera e a Ponte



A Ópera de Sydney é certamente o seu cartão de visita mais conhecido e com toda a justiça. Projectada pelo dinamarquês Jørn Utzon desde 1959, foi inaugurada em 1973 e é célebre pela arrojada arquitectura e por uma localização privilegiada na grande baía da cidade. Andei hoje em visita guiada pelas suas cinco salas de espectáculo e por outros espaços e, tal como tinha sido avisada por leituras várias, e para lá de características técnicas certamente adequadas e excelentes, tem-se uma certa decepção quanto à correspondência com as expectativas criadas pelo que se vê do exterior. (Aliás, o projecto arquitectónico do interior não foi da auditoria de Jørn Utzon.)

Já não direi o mesmo sobre a Ponte da Baía de Sydney (Sydney Harbour Bridge) que atravessei nos dois sentidos: excedeu o que dela sabia. Datada de 1932, é uma bela estrutura com oito faixas de rodagem, mais duas para comboios, uma para bicicletas e outra para peões – com 50 metros de lagura total. Considerada inutilmente grande quando inaugurada, já foi reforçada, em 1992, com um túnel (Sydney Harbour Tunnel), e fala-se da construção de mais outro. Verdadeiramente impressionante, vale a pena atravessá-la que mais não seja para ver a Ópera, e muito mais, do outro lado da baía.

As três semanas de viagem já lá vão e a verdade é que passaram bem depressa.




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7.3.17

A lenda das Três Irmãs e muita bicharada



Hoje o dia começou de novo bem cedo para se chegar às Montanhas Azuis, situadas a 50 kms a Oeste de Sydney. Parecem de facto azuis as que são vistas mais ao longe, por um fenómeno relacionado com partículas emitidas pelos abundantes eucaliptos existentes na região.

Mas há uma interessante lenda ligada a três pedras, bem visíveis de vários ângulos. Um homem passeava com as três filhas e deixou-as em determinado local para ir caçar. Entretanto, percebeu que se aproximava um monstro que as mataria e, como andava sempre com um osso mágico, usou-o para as transformar temporariamente em pedras e tornou-se ele próprio um pássaro. O monstro passou mas aconteceu o pior: o pássaro não conseguiu encontrar o osso e as raparigas ficaram para sempre pedras – as célebres Três Irmãs (imagem no topo do post). O conjunto de montanhas nesta região são de uma grande beleza, vi-as de miradouros, de um comboio e de dois teleféricos.

Mas antes disso, pelo caminho, parei no Featherdale Wildlife Park, que alberga animais da fauna australiana: cangurus e afins de todos os tamanhos e feitios, coalas, aves, répteis, pinguins minúsculos, etc., etc. O diabo da Tasmânia estava recolhido e não se mostrou e saio da Austrália sem ter visto cisnes negros, o que nunca esperei que me acontecesse.

O fim aproxima-se: amanhã passarei o dia em Sydney e depois… serão vinte e muitas horas entre a saída deste hotel e a chegada a Lisboa. Não há-de ser nada.







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6.3.17

Sydney



Corais e florestas ficaram para trás, estou já em Sydney.

Algumas poucas horas a circular por uma parte desta grande cidade, que tem quase cinco milhões de habitantes (mais de um quinto do total do país) deram para perceber que é lindíssima, com os seus ícones mais conhecidos vistos um pouco de todo o lado, com muitas baías de tamanhos variados e a «grande» baía, com a famosa Praia Bondi, muitos parques bem cuidados no centro da cidade, numerosas casas ainda em estilo tipicamente inglês, restaurantes animados, cheios de gente mesmo relativamente tarde.

Mas quase tudo está ainda por descobrir, amanhã é outro dia e faltam poucas horas para que comece… Ficam algumas imagens.






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5.3.17

Depois dos corais, as florestas



Esta região do Norte da Austrália, onde ainda estou, tem 9.000 quilómetros de florestas tropicais protegidas e foi por uma delas que hoje andei.

Nem tinha consciência de de ter «subido» tanto: do paralelo 45 no Sul da Nova Zelândia até ao 17 onde se situa Cairns. O resultado foi a surpresa de mergulhar agora numa mais do que exuberante flora tropical, variando os meios de transporte: comecei por um combóio preparado para proporcionar belíssimas perspectivas de montes, vales e cascatas, continuei num tanque anfíbio que já andou pela Segunda Guerra Mundial e acabei num teleférico, com sete quilómetros de comprimento (nunca tinha andado em nada de parecido, em extensão e altitude), que passa por cima de muitos milhares de árvores gigantescas e permite que se tenha uma ideia da variedade e da dimensão do que está em causa. Tudo isto com o Mar de Coral no horizonte. Magnífico é a palavra adequada para resumo do dia.

Quanto a bicharada, as visitas detalhadas ficam para um parque em Sydney, mas já vi hoje um santuário de borboletas, cangurus, coalas e até o tal diabo da Tasmânia… Não resisto a resumir uma característica do casoário (última imagem no fim deste post), uma ave ratite maior do que um peru mas mais pequena do que qualquer avestruz: é o macho que choca os ovos, durante cinquenta dias, seis a doze de cada vez, enquanto a fêmea vai preparando nova dose com outros machos. Muito pra frentex, não?

Amanhã? Sydney.







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