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30.8.20

Bicharada Pré-Covid (1 - 10)


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29.8.20

Bicharada Pré-Covid (10)



Os burros da Etiópia, 2013.

Num país paupérrimo são quase um ícone, tão grande é a sua quantidade, tão importantes as funções que exercem como meio de transporte de mercadorias e de pessoas: chegam mesmo a ser as «ambulâncias» que levam os doentes a quilómetros de distância. Verdadeiros heróis para os etíopes que dizem por graça que, na terra deles, «quem trabalha são as mulheres e os burros».




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28.8.20

Bicharada Pré-Covid (9)



Orfanato de Elefantes de Pinnawala, Sri Lanka, 2011.

Este orfanato foi fundado em 1975, com sete elefantes órfãos. Atrai ao Sri Lanka estudiosos do mundo inteiro e é objecto de muitos filmes e livros. Cresceu e multiplicou-se e os primeiros órfãos já são avós.Duas vezes por dia, avós, pais e netos vão tomar banho e beber água ao rio e, quando regressam a casa, as mães tratam das «crianças».



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27.8.20

Bicharada Pré-Covid (8)



Um casuar, Sydney, Austrália, 2017.

O casuar é uma ave de grande porte, nativa do nordeste da Austrália, Nova Guiné e ilhas próximas, muito ágil (pode correr 50 km/hora e saltar 1,5m). Torna-se muito agressiva se se trata de proteger ninhos e crias. As fêmeas põem entre 3 e 5 ovos, mas depois vão-se embora para acasalar noutro sítio e os machos cuidam sozinhos dos ninhos e das crias durante os nove meses seguintes – muito «à frente» e grande contributo para alta taxa de natalidade…
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26.8.20

Bicharada Pré-Covid (7)



Bichos e mais bichos, Etosha, Namíbia, 2007.

O Parque Nacional Etosha fica situado no Noroeste da Namíbia, tem centenas de espécies de mamíferos, aves e répteis, incluindo várias ameaçadas de extinção como o rinoceronte-negro (que não cheguei a ver…) Ficam aqui alguns exemplares, tenho fotografias de muitos mais.





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25.8.20

Bicharada Pré-Covid (6)



Grande Barreira de Corais, Cairns, Austrália, 2017.

A Grande Barreira de Coral estende-se por 2.300 quilómetros ao largo da costa Nordeste da Austrália e é formada por uma rede de 2.900 recifes de corais. Estes são animais vivos e sensíveis, da mesma família das alforrecas, mas que criam um esqueleto calcário e sólido. No local por onde andei, há cerca de 400 espécies e vi-as através das janelas de um pequeno submarino, num espectáculo absolutamente impressionante pela diversidade, pelas cores e pelo brilho. É sabido que os corais estão altamente atingidos pelas alterações climáticas e que se tenta, a todo o custo,evitar que «desapareçam».



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24.8.20

Bicharada Pré-Covid (5)



O célebre Lonesome George, Ilha de Santa Cruz, Galápagos, Equador, 2004.

A tartaruga-das-galápagos-de-Pinta foi uma subespécie de tartaruga terrestre da ilha de Pinta, nas Galápagos. O último indivíduo conhecido foi um macho que morreu em 2012 (ainda o vi em 2004), na Ilha de Santa Cruz, sem deixar descendência. Teria entre 93 e 109 anos. Foi considerado a criatura mais rara do mundo e tido como um símbolo dos esforços de conservação do ambiente, nas Galápagos e no mundo.




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23.8.20

Bicharada Pré-Covid (4)



Centro de Protecção de Tartarugas, Kosgoda, Sri Lanka, 2011.

As tartarugas desovam na praia, os ovos são recolhidos e «chocados» debaixo de terra, algumas semanas mais tarde as crias nascem, são guardadas três dias em tanques e depois lançadas ao mar. Em tanques especiais, vivem algumas estropiadas: a primeira à esquerda na fotografia é uma delas e nunca terá sido lançada ao mar (falta-lhe uma perna), tal como a que está na última imagem, recolhida nos destroços do tsunami de 2004


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22.8.20

Bicharada Pré-Covid (3)



Coala no Featherdale Wildlife Park, Doonside, Sydney, Austrália, 2017.

Este parque alberga animais selvagens da fauna australiana, pássaros, répteis e marsupiais – davam para uma série inteira desta bicharada...



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21.8.20

Bicharada Pré-Covid (2)



Cavalo da raça Turken Akhalteke. Asghabat, Turquemenistão, 2016.

Estes cavalos são extremamente ágeis e muito resistentes, podem viajar 150 km por dia com pouca comida ou água. São uma espécie de símbolo do país e foram muito elogiados desde os tempos de Alexandre o Grande, imperadores romanos e Genghis Khan. Respeitadíssimos, são considerados «sagrados», acarinhados quando envelhecem e são já impróprios para saltos e corridas e têm um cemitério dedicado.


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