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6.8.20

Hiroshima, 8:15 am – Foi há 75 anos




É um ritual: republico este post  todos os anos. Ter ido a Hiroshima marcou-me para sempre.

Se eu apenas pudesse guardar duas fotografias, dos milhares que fui tirando por esse mundo fora, escolheria estas. De má qualidade, sem dúvida, mas que me recordam dois objectos expostos no Museu de Hiroshima, que nunca mais esquecerei. Numa, um relógio que parou à hora exacta em que a bomba explodiu. A outra fala por si.

Foi há 75 anos.



Parque Memorial da Paz de Hiroshima - algumas imagens:







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6.8.19

06.08.1945 – Hiroshima 8:15 a.m.




É um ritual: republico este post quase todos os anos. Ter ido a Hiroshima marcou-me para sempre.

Se eu apenas pudesse guardar duas fotografias, dos milhares que fui tirando por esse mundo fora, escolheria estas. De má qualidade, sem dúvida, mas que me recordam dois objectos expostos no Museu de Hiroshima, que nunca mais esquecerei. Numa, um relógio que parou à hora exacta em que a bomba explodiu. A outra fala por si.

Foi há 74 anos.



Parque Memorial da Paz de Hiroshima - algumas imagens:




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6.8.17

Tu n’as rien vu à Hiroshima



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06.08.1945 – Hiroshima: os relógios pararam às 8:15



É um ritual: republico este post quase todos os anos. Ter ido a Hiroshima marcou-me para sempre.

Se eu apenas pudesse guardar duas fotografias, dos milhares que fui tirando por esse mundo fora, escolheria estas. De má qualidade, sem dúvida, mas que me recordam dois objectos expostos no Museu de Hiroshima, que nunca mais esquecerei. Numa, um relógio que parou à hora exacta em que a bomba explodiu. A outra fala por si.

Foi há 71 anos.



Parque Memorial da Paz de Hiroshima - algumas imagens:
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6.8.16

Tu n’as rien vu à Hiroshima



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Há 80 anos, os Jogos Olímpicos do nazismo




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06.08.1945. Em Hiroshima, os relógios pararam às 8:15



Se eu apenas pudesse guardar duas fotografias, dos milhares que fui tirando por esse mundo fora, escolheria estas. De má qualidade, sem dúvida, mas que me recordam dois objectos expostos no Museu de Hiroshima, que nunca mais esquecerei. Numa, um relógio que parou à hora exacta em que a bomba explodiu. A outra fala por si.

Foi há 71 anos.



Parque Memorial da Paz de Hiroshima - algumas imagens:
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8.8.15

O mundo depois de Hiroshima



«Quando, há 70 anos, a primeira bomba atómica, a Little Boy, explodiu sobre Hiroshima, 70 mil pessoas morreram, e outras tantas morreriam nas semanas imediatamente subsequentes. Talvez não fosse logo evidente que uma nova etapa na existência humana tinha começado, mas os norteamericanos deram-se logo conta do impacto militar e humano. (...)

Ponto de chegada de uma escalada alucinante na construção de uma capacidade técnica de destruição definitiva sem paralelo na história – Truman explicou-a aos japoneses como “uma chuva de destruição [a rain of ruin] vinda do céu, diferente de tudo o que se tenha visto nesta terra” (comunicado presidencial de 6.8.1945) –, a Bomba, a par de Auschwitz, tornou-se um símbolo do triunfo da civilização tecnológica e da sua intrínseca insensibilidade social e humana, capaz de reorganizar o mundo precisamente porque capaz de destruir um número inconcebível de vidas através de processos expeditos, incompatíveis com qualquer discriminação entre combatente e civil e com qualquer reflexão sobre o valor intrínseco da vida. (...)

Além disto, como estudou Garry Wills (autor de Bomb Power, 2010), a preparação da bomba atómica foi acompanhada de uma bateria de leis que “contribuíram para criar os regimes de segurança e de vigilância sob os quais vivemos hoje, concedendo ao [poder] executivo uma margem de acção considerável, não só em tempo de guerra mas também em tempo de paz”. (...)

Quem julga que vivemos hoje com mais garantias cívicas do que aquelas de que dispunham as chamadas democracias nos anos 30 ou 40, que muito se melhorou na transparência do exercício do poder, precisa de avaliar as consequências destes 70 anos de securitarismo nuclear que atravessou a Guerra Fria mas que se prolongou, e acentuou, nos últimos 25 anos. (...)

Sobre o silêncio das vítimas de Hiroshima construiu-se a viabilidade de todas as guerras desde há 70 anos. Por algum motivo Kenneth Bainbridge, o físico que dirigiu o ensaio nuclear final de 16 de julho de 1945, ao ver os seus resultados, terá dito a Robert Oppenheimer, o chefe do Manhattan Project: “A partir de agora, somos todos uns filhos da puta” (“Now we are all sons of bitches”).»

Manuel Loff

6.8.15

Hiroshima. Os relógios pararam às 8:15



Esta fotografia acompanha-me há anos, desde que a tirei no museu de Hiroshima. Tal como várias outras, de horas que passei naquilo que é actualmente um belo e pacífico jardim que não consegue fazer esquecer um dos maiores horrores da humanidade nos últimos séculos.

70 anos é um número redondo e multiplicam-se hoje comemorações, filmes e textos sobre factos infelizmente bem conhecidos. Nunca esquecer. Nunca.






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6.8.13

Os factos são conhecidos, as imagens também



... mas eu nunca mais vivi esta data da mesma maneira desde que passei um dia em Hiroshima. O horror foi há 68 anos, o espaço é hoje bonito e calmíssimo, com jardins e memoriais, mas o Museu do Holocausto lá está para tudo recordar e para mostrar objectos como aquele relógio que marca a hora a que a bomba explodiu ou este (terrível) pequeno triciclo que fotografei.








Hoje é assim:


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6.8.12

Hiroshima ─ há 67 anos



Este relógio marca a hora a que a bomba explodiu: 8:15 da manhã de 6 de Agosto de 1945. Está no (terrível) Museu de Hiroshima e fotografei-o há seis anos. Tal como estes objectos que falam por si:


Nunca esquecer: 


Imagens do parque actual:

6.8.11

Hiroshima: os relógios pararam às 8:15



Se eu apenas pudesse guardar duas fotografias, dos milhares que fui tirando por esse mundo fora, escolheria estas. De má qualidade, sem dúvida, mas que me recordam dois objectos expostos no Museu de Hiroshima, que nunca mais esquecerei. Numa, um relógio que parou à hora exacta em que a bomba explodiu. A outra fala por si.

Foi há 66 anos.



Mais fotos:

6.8.10

Há 65 anos


Todos os anos, nesta data, vou buscar duas fotografias que tirei no Museu de Hiroshima. Na primeira, um relógio que parou no minuto exacto em que a bomba explodiu. A segunda fala por si.


(Vídeo via Jorge Pires da Conceição no Facebook)
...

6.8.09

6 de Agosto


Em 1945, Hiroshima

Todos os anos, nesta data, vou buscar duas fotografias que tirei no Museu de Hiroshima. Na primeira, um relógio que parou no minuto exacto em que a bomba explodiu. A segunda fala por si. Comentários para quê.






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6.8.08

Hiroshima

ADENDA (*)

6 de Agosto de 1945


Relógio parado à hora do rebentamento da bomba



Fotos: Museu de Hiroshima, Junho de 2005

(*) Ontem, por um qualquer efeito borboleta, jornais, blogues e telejornais afirmaram que a bomba explodiu às 8:45. Falso: foi às 8:15, como o relógio acima fotografado indica e «prova».