Libertação de Auschwitz, 27 de Janeiro de 1945
No Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, um excelente dossier: Viaje al Holocausto

Hoje à noite, a Irene Pimentel e eu participaremos num debate organizado por Le Monde Diplomatique sobre:
Se querem saber como foi (eu vou tentando, eu vou tentando...), reservem alguns minutos e leiam este texto do Miguel Cardina.
Memória e cidadania

Foto: Centro de Documentação 25 de Abril5 de Outubro de 1910 – Machado dos Santos aceita a rendição do Estado-Maior das forças fiéis à Monarquia.
14 de Maio de 1915 – Refúgio e demissão do general Pimenta de Castro.
18 de Abril de 1925 – Teixeira Gomes e o seu ministério dialogam com o general Sinel de Cordes, delegado dos revoltosos.
19 d Julho de 1925 – Refúgio de Teixeira Gomes e de António Maria da Silva durante a intentona de Mendes Cabeçadas.
25 de Abril de 1974 – Refúgio e rendição de Marcelo Caetano.
11 de Março de 1975 – Rendição da GNR que apoiara a tentativa de golpe do general Spínola.
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Fonte:
Fernando Rosas, Lisboa Revolucionária. Roteiro dos Confrontos Armados no Século XX, Tinta-da-China, Lisboa, 2007, 322 p. (pp. 134-136)
Foto Le Soir«Os arquivos nazistas de Bad Arolsen, documentos que recordam os trágicos destinos das 17,5 milhões de vítimas do regime de Adolf Hitler, podem ser consultados pelo público desde esta quarta-feira, depois de 60 anos de confidencialidade.
Estes 47 milhões de documentos, escrupulosamente ordenados pelo Estado nazista e arquivados em Bad Arolsen (centro da Alemanha), só podiam ser consultados com fins humanitários, ou seja, de forma individual e por ordem de uma ex-vítima ou de seus parentes.»
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Li com o maior interesse o texto Pela História Oral que Manuela Cruzeiro acaba de publicar no Passado/Presente.