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10.3.16
17.3.14
Árvores e mais árvores
Escolhidas, entre dezenas, de uma viagem por quatro países: Honduras, Guatemala, Nicarágua e El Salvador.
Mais:
22.2.14
Na verdadeira república das bananas
Se há muitas repúblicas das bananas por esse mundo fora, as Honduras é que o são na verdadeira acepção da palavra, com as ditas bananas a pesarem cada vez mais no volume das exportações do país (66% em 2013).
Mas não só: têm também Cópan, muito perto da fronteira com a Guatemala, que foi um dos principais centros da civilização maia na América Central.
A região terá sido habitada desde 1500 a.c. por gentes vindas da Mongólia, mas a história dos maias teve início em 150 d.c., com uma organização por dinastias, que a partir de 400 e durante quatro séculos, passou pela mão de dezasseis reis que foram construindo um impressionante conjunto de palácios (ver maquete), em vários planos com grandes desníveis, notável também pelas esculturas que decoravam grandes muros.
Por volta de 850, doenças, fome, sede e guerras foram provocando um rápido declínio e Cópan foi-se transformando em ruínas cobertas de selva e desabitadas. Foi assim que o encontrou Diogo García de Palácio, o primeiro espanhol que chegou a estas paragens. Cópan acabou por ser comprado por 50 dólares, em 1839, pelo diplomata americano John Lloyd Stevens.
Em 1980, foi declarado Património da Humanidade pela UNESCO.
Por lá andei hoje, debaixo de um sol bastante abrasador. Mas «ça mérite un détour», como continuam a rezar os velhos guias Michelin.
Ficam aqui algumas fotos (poucas,,,) e um vídeo.
Maquete de Cópan, no tempo dos maias:
21.2.14
5.7.09
Firmeza de posições

5ª feira, 2/7:
«A Igreja católica condenou o golpe de Estado contra o governo das Honduras. O secretário-executivo da Caritas deste país, o Pe. Germán Calíx, deu conta da rejeição ao mesmo tempo que pediu que o Presidente Manuel Zelaya que respeite os requisitos das eleições e do referendo, necessários para uma reforma constitucional.»
(O cardeal-arcebispo de Tegucigalpa, D. Oscar Andrés Rodríguez Maradiaga é presidente da Caritas Internacional,)
Sábado, 4/7:
«La Iglesia Católica de Honduras ha expresado este sábado su apoyo al Gobierno de Roberto Micheletti, que asumió tras el derrocamiento a manos de los militares del presidente Manuel Zelaya, y ha pedido a éste reconsidere su regreso porque "podría desatar un baño de sangre".»
Afirmações do mesmo cardeal de Tegucigalpa (e o seu significado), em vídeo transmitido ontem, 4/7:
2.7.09
29.6.09
Honduras – à primeira vista

Importante:
«A pesar del golpe de ayer en Honduras, América Latina, con los riesgos que conlleva generalizar sobre 21 países, vive su mejor periodo democrático de las últimas tres décadas. Sus presidentes, sin embargo, han adquirido una costumbre inquietante: cambiar las reglas del juego en mitad del partido para permanecer en el poder. La patología no sigue un patrón ideológico concreto: no importa que el viento sople por la izquierda, como en Venezuela; por la derecha, como en Colombia, o que dé bandazos, de un lado a otro, como en Honduras.»
Mas também:
«Au Honduras, comme dans beaucoup d'autres pays d'Amérique latine, les élus ne peuvent accomplir qu'un seul mandat (au Honduras, il est de quatre ans) et Zelaya a voulu organiser ce dimanche un référendum non pour modifier la constitution, mais pour demander au peuple s'il veut convoquer dans un prochain scrutin une assemblée constituante afin qu'elle permette aux élus de briguer un second mandat.»
E ainda:
El delito imperdonable de preguntar al pueblo
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