O Presidente da República a ensinar uma menina açoriana a utilizar uma arma de ataque nas comemorações do 10 de Junho.
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11.6.18
22.6.16
Um Presidente da República numa «flash interview»
… depois do Hungria-Portugal. Ainda acaba no banco, equipado, pronto a entrar em campo se necessário.
(Imagem de Luís Aguiar-Conraria no Facebook)
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23.5.16
Marcelo e Costa
«O Presidente da República considera "irritante" o optimismo do primeiro-ministro, parece agastado com a polémica dos colégios e tem sérias reservas sobre a proposta do Governo para as 35 horas na Função Pública. Será que a relação entre Belém e São Bento esfriou? (…)
Polémica dos contratos de associação com os colégios, novo recado. "Estou esperançado que seja possível, com rapidez, encontrar um entendimento", pediu o Presidente, numa chamada de atenção ao Governo. Desta vez Marcelo não alinhou com Costa, que foi vaiado no sábado e domingo por pais, alunos e professores. Os mesmos que clamaram pela intervenção do Presidente.
Episódios sem importância? Provavelmente. Mas o Presidente parece ter achado que este é o "timing" para afirmar as suas diferenças face ao primeiro-ministro. Que é altura de descolar da imagem de ser o braço direito de um Governo apoiado no braço esquerdo.
O vinco pode em breve tornar-se mais visível. Marcelo passou, via Expresso, a mensagem de que tem sérias reservas em relação ao momento escolhido para a reposição das 35 horas na Função Pública, 1 de Julho, quando o país estará de novo sob exame de Bruxelas e pode vir a ser alvo de sanções. Um veto político não estará descartado. Será receio de que o optimismo de Costa lhe tolde a percepção sobre as implicações orçamentais da medida? Ou será que quer ajudar o primeiro-ministro a adiar a entrada em vigor do novo horário?
Ao estilo Marcelo: A gestão da relação pública com António Costa mudou? Mudou. E isso é mau? Não, é até saudável. Significa que a cooperação estratégica acabou? Não.»
André Veríssimo
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29.8.11
O papel da oposição segundo o dr. Marcelo
Ouvi ontem a crónica dominical de Marcelo Rebelo de Sousa, mas preferi esperar que estivesse disponível online para transcrever uma passagem que me pareceu importante e que ainda não vi referida.
Interrogado por Júlio Magalhães sobre o comportamento da oposição (a partir do minuto 57:41), afirmou que esta tem estado de férias e continuou:
«Eu estava a ficar preocupado. (…) Precisamos de uma oposição forte. Se não há oposição forte, para onde é que vai a insatisfação das pessoas? As pessoas começam a indignar-se e a revoltar-se. Se não têm como canalizar para os partidos políticos, canalizam para onde? Para os sindicatos e depois para a rua. Precisamos da oposição (…) para canalizar as insatisfações.»
Nem mais e não há como a clareza. Que se desengane quem pensava que PS, PCP e Bloco serviam sobretudo para outras funções. Percebam que fazem falta para servirem de para-choques, de amortecedores das massas potencialmente revoltosas. O dr. Marcelo é que sabe (oh se sabe…)!
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23.3.09
Na «mouche», Medeiros Ferreira

«Marcelo Rebelo de Sousa, com aquele sentido prático que lhe vale tanta escuta, chamou a atenção para o facto de se ter que escolher alguém com idade para assinar relatórios durante dezoito anos. É de facto uma decisão de longo prazo. Paulo Portas faz bem em apelar a Jaime Gama para encontrar um peixe desses nas águas profundas do regime. Isto não é coisa para quem tenha mais de 35 anos...»
Porque este país não está para velhos e o professor Marcelo não tem espelhos lá por casa.
14.3.09
Com conselheiros destes...

Segundo o Expresso de hoje, «o que mais convém ao Presidente é que Sócrates ganhe sem maioria absoluta”, o que lhe abriria espaço de intervenção e lhe permitiria arrancar para a recandidatura em 2011 com um novo fôlego e, decorrente de uma vitória socialista, com um PSD recomposto.»
Leio e releio. Um conselheiro de Estado, escolhido pelo presidente da República, interpreta estratégias e tácticas desse mesmo presidente como se estivesse a planear vitórias em jogos de computador. Fala do que «mais convém» a Cavaco para encarar um segundo mandato – sem pestanejar, com a maior das naturalidades, como se tudo isto fosse normal. Algo de novo? Absolutamente nada: há muitos anos que o comentador / professor nos habituou a estas diatribes e continua a ocupar as melhores frisas em todos os teatros.
Quais interesses do país, qual crise?!... Tudo continua excelente, desde que cada um consiga levar por diante a sua santa vidinha, fazendo, em cada momento, apenas aquilo que mais lhe «convém» – mesmo que tenha sido eleito presidente de todos os desgraçados lusitanos.
28.8.08
Yes, I can
Entrevista de Marcelo Rebelo de Sousa, revista Magazine, Julho-Agosto, 2008.
«- Acha-se com capacidade para um dia ser Presidente da República?
- Capacidade, sim. Condições objectivas, veremos. É uma hipótese possível. Não é uma inevitablidade. E muito menos uma obsessão. A vida não começa nem acaba em Belém. Para o mal e para o bem.»
E para não esquecer nunca, mas nunca:
«- Acha-se com capacidade para um dia ser Presidente da República?
- Capacidade, sim. Condições objectivas, veremos. É uma hipótese possível. Não é uma inevitablidade. E muito menos uma obsessão. A vida não começa nem acaba em Belém. Para o mal e para o bem.»
E para não esquecer nunca, mas nunca:
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