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29.8.20

28.08.2020 - O vídeo do dia


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20.8.20

No país do mal menor



Quando se critica Marcelo, mesmo a brincar, aparece sempre alguém que comenta «Antes ele do que Cavaco». Eu também diria «Antes Cavaco do que Américo Tomás». Já quanto a «Antes Tomás do que Afonso Henriques», não sei: o Américo também batia na mãe?
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15.8.20

Marcelo em «férias»



Serão seis dias com sessenta declarações políticas – em calções de banho ou polo, mas sempre cor azul cueca.

E já foi hoje nadador salvador:

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8.8.20

Aconcheguem-se, aconcheguem-se…


Um senhor apessoado do CDS passou para o «Chega», Rui Rio admitiu a hipótese de se «chegar» um pouco à frente e aquele senhor que manda na Madeira quer mesmo «aconchegar-se» e pensa que ainda está em 1979. Entretanto, Marcelo já deve ter decidido quem convida para uma Vichyssoise 2.0.
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Seria um paraíso para Marcelo



.... mesmo no meio da desgraça...

15.6.20

O Professor foi à telescola



E sobre isto ninguém diz nada? Não sei em que disciplina da telescola se inseriu a «aula», nem por que motivo a RTP a transmitiu em directo em dois canais abertos, mas parece-me que a propaganda eleitoral e o narcisismo deviam ter alguns limites. Os adolescentes das Jamaicas deste mundo devem ter-se sentido bem retratados e muito mais reconfortados (not...).

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14.6.20

Mudam-se os tempos, muda-se Marcelo


Há um ano, andava ele pela Costa do Marfim, onde foi coroado «rei do amor», certamente bem mais divertido do que neste país semiconfinado, sem selfies nem abraços.
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10.6.20

Tangos


«A demissão de Mário Centeno encerra outra lição: a de que nem um ministro das Finanças que fez tudo bem e atingiu metas históricas é capaz de resistir à força centrífuga dos dois grandes pilares do regime: António Costa e Marcelo Rebelo de Sousa. São precisos dois para dançar o tango do poder. Três é uma multidão.»

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9.6.20

Carta aberta ao Presidente da República



«Dizem os políticos que Portugal e o Brasil são países irmãos. Marcelo Rebelo de Sousa aprecia esta figura retórica. Mas chegou o momento em que é necessário decidir de que país Portugal é irmão. Do Brasil que está a matar? Ou do Brasil que está a morrer? O que se passa no Brasil hoje é mais grave do que um crime de Estado. (…)

No dia 1 de janeiro de 2019, há pouco mais de um ano, Marcelo Rebelo de Sousa era a estrela internacional da tomada de posse de Bolsonaro. Angela Merkel, Theresa May, Emmanuel Macron não foram à cerimónia, apesar de convidados. Os dirigentes da direita europeia tomavam uma posição distante face a um novo Presidente do Brasil, com um conhecido desprezo pela democracia.

Os únicos chefes de Estado europeus eram Marcelo e Viktor Orbán, primeiro-ministro húngaro, cujas declarações sobre ciganos parecem extraídas de compêndios nazis. (…)

Quem cala, consente.

O que poderia fazer o Presidente da República? Poderia muito. Poderia liderar um movimento de pressão internacional. Poderia e deveria convocar o embaixador do Brasil e pedir explicações – nem que seja considerando a comunidade portuguesa no Brasil. A diplomacia não é apenas um entreposto para vender vinhos e azeite.

Além do Presidente, através do seu governo e dos seus deputados, Portugal pode apresentar moções condenatórias no Parlamento Europeu, no Conselho da Europa, na ONU. Isto seria próprio de um país irmão.» 

Sérgio Tréfaut
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27.5.20

O estranho caso de um texto da Presidência


«Festivais e espetáculos de natureza análoga» ou como tudo se transformou numa questão de semântica, nesta prosa mal amanhada.

Presidente da República promulgou diploma da Assembleia da República

O presente diploma, na versão final aprovada pela Assembleia da República, só proíbe, até trinta de setembro, o que os promotores qualificam como festivais e espetáculos de natureza análoga.

Quer isto dizer que, se uma entidade promotora definir como iniciativa política, religiosa, social o que poderia, de outra perspetiva, ser encarado como festival ou espetáculo de natureza análoga, deixa de se aplicar a proibição específica prevista no presente diploma. Por outro lado, mesmo os assim qualificados festivais e espetáculos de natureza análoga podem realizar-se desde que haja lugares marcados e a lotação e o distanciamento físico sejam respeitados.

Atendendo a este quadro legal, ganham especial importância a garantia do princípio da igualdade entre cidadãos, a transparência das qualificações, sua aplicação e fiscalização e a clareza e o conhecimento atempado das regras sanitárias aplicáveis nos casos concretos.

Nestes exatos termos, o Presidente da República promulgou o diploma da Assembleia da República que estabelece medidas excecionais e temporárias de resposta à pandemia da doença Covid-19 no âmbito cultural e artístico, procedendo à segunda alteração ao Decreto-lei n.º 10-I/2020, de 26 de março.

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4.5.20

Marcelo? Quem quiser que o compre




«"A minha ideia era mais simbólica e mais restritiva. Não era desta dimensão e deste número", declarou o chefe de Estado, falando em entrevista por telefone à Rádio Montanha, da ilha do Pico. (…)
De todo o modo, a "interpretação das autoridades sanitárias foi mais extensa, ampla e vasta" da que o chefe de Estado tinha idealizado no seu "espírito", declarando Marcelo entender as críticas à dimensão e características do assinalar da data em Lisboa.»
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