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21.4.13

Censura e liberdade de expressão



É já depois de amanhã, 23 de Abril, 15:00 
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
Av. de Berna, Lisboa 
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10.3.13

No próximo Sábado



A terceira TERTÚLIA NO CAFÉ VÁ-VÁ (Lisboa) terá lugar a 16 de Março.

Desta vez, pretende-se abrir espaço a narrativas pessoais, a partir de «OBJECTOS COM HISTÓRIA» – objectos que evocam lembranças, memórias afectivas, com valor pessoal e simbólico para quem viveu o período do fascismo.
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12.4.11

A Voz das Vítimas


A Exposição tem já disponível um excelente site.

Comunicado à imprensa:
14 de Abril, às 18.00 horas
inauguração da exposição
A Voz das Vítimas
na antiga Cadeia do Aljube, em Lisboa

A Fundação Mário Soares, o Instituto de História Contemporânea da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e o Movimento Cívico Não Apaguem a Memória! organizam, em colaboração com a Câmara Municipal de Lisboa, na antiga
Cadeia do Aljube, a exposição A Voz das Vítimas.

O projecto nasceu da ideia de fazer justiça às vítimas da repressão durante a ditadura, mostrando, de modo necessariamente breve, como esta se organizou e quais foram as condições em que milhares de homens e mulheres a sofreram, nas masmorras daquele regime, na tortura e, algumas vezes, morrendo pelos seus ideais.

Quisemos imprimir a esta exposição o máximo rigor histórico como condição essencial para a memória de tempos a que não queremos retornar, mas cuja violência queremos entender e fazer entender.

Esta exposição, que contou com o empenhamento activo da Câmara Municipal de Lisboa, as parcerias da RTP-Rádio e Televisão de Portugal e da Direcção-Geral de Arquivos, foi apoiada pela Comissão Nacional das Comemorações do Centenário da República e pela Secretaria de Estado da Cultura.

Considerando a relevância histórica e cívica desta iniciativa, ficaremos muito honrados se esse órgão de comunicação social der o devido relevo a esta iniciativa.

Antecipadamente gratos pela atenção dispensada, apresentamos os melhores cumprimentos.

A Comissão Organizadora
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29.12.09

Para que se veja o que deve ser visto















No seguimento do que já publicitei aqui sobre a inacreditável recolocação da placa na sede da ex-PIDE/DGS, mais alguns dados. Veja-se, nesta outra fotografia, de que é que estamos realmente a falar.

Acabei de enviar aos membros de uma Causa que criei no Facebook, no passado fim-de-semana, o «Boletim» que abaixo transcrevo. Tudo o que lá vem dirige-se também aos leitores deste blogue.



Exigir que a placa na sede da PIDE regresse ao seu lugar!

Informação adicional:

1 – A empresa imobiliária GEF comunicou hoje à direcção de «Não apaguem a memória» que iria averiguar o que se tinha passado com a colocação da placa e prometeu uma resposta no próximo dia 4 de Janeiro. Ver comunicado do NAM aqui.

2 – Tenho recebido muitas sugestões quanto a formas de protesto e de pressão, parecendo-me, a título pessoal, que a mais adequada neste momento (dado o período de férias e, já agora, o novo prazo pedido pela GEF) é a insistência no envio de mails para a referida empresa (gef@gef.pt). Vou começar a publicar hoje, no blogue «Caminhos da Memória», uma selecção de alguns de que tenho conhecimento. Se pretenderem participar nesta divulgação, enviem cópia do que escreverem para:
caminhosdamemoria@gmail.com.

3 – Estou bem consciente de que esta forma de protesto não esgota um processo que está longe de se limitar à recolocação da placa! Mas é um passo.

Aos 371 membros que esta Causa tem no momento em que escrevo, os meus agradecimentos pelo interesse e o desejo de um excelente 2010.

Joana Lopes

19.2.09

Desta vez, talvez se consiga













A comunicação social tem publicitado, nos últimos dias, uma série de iniciativas que visam impedir a destruição de mais um ex-libris da resistência e o movimento «Não apaguem a Memória!» acaba de divulgar um Comunicado nesse sentido.


COMUNICADO


Nos últimos dias têm vindo a lume diversas notícias anunciando a mudança dos tribunais a funcionar na Boa-Hora para o Parque das Nações e a cedência do edifício para «hôtel de charme».

Assim, depois da passagem a espaço burocrático da antiga prisão política do Aljube, da transformação da sede da PIDE em condomínio de luxo, da proposta de fazer uma pousada no forte de Peniche, chegou a vez do Tribunal Plenário de Lisboa. Apesar das boas palavras e resoluções da Assembleia da República, parece não poder haver dúvidas de que a memória da luta antifascista é algo que, para lá de não se querer preservar, se pretende destruir.

Dizem-nos que não é por fazer da PIDE um condomínio, de Peniche uma pousada, da Boa Hora um hotel que a memória da resistência antifascista desaparecerá.
Ora não é o temor de que a alteração física dos edifícios leve ao esquecimento que nos leva a protestar pela sucessiva entrega desses lugares de memória da resistência a projectos imobiliários. O que nos preocupa é o sinal que isso envia às novas gerações, que não viveram a luta antifascista. O que nos preocupa é que a facilidade com que se destroem símbolos lhes comunique uma ideia de desinteresse por uma luta que está na base da democracia em que vivemos, ou, mesmo, de complacência para com a ditadura.
O que nos preocupa é só conseguirmos compreender esse desinteresse pela memória da resistência como um sinal de vitória póstuma da ditadura. Ou seja: como um desinvestimento na democracia. O que nos confunde tanto mais quanto ao mesmo tempo se preparam, com pompa e circunstância, as comemorações do Centenário da República.

Insistimos, por isso, na necessidade de recordar, na António Maria Cardoso, que ali sofreram e morreram diversos antifascistas; de recusar a transformação de Peniche e da Boa-Hora em unidades hoteleiras; de preservar o Aljube e criar, ali, o Museu da República e Resistência.

A Direcção do NAM


(Também publicado aqui.)

(Foto de Ana Vidigal)

6.6.08

Em nome da Memória





Em Julho de 2006, o Movimento «Não Apaguem a Memória!» entregou na Assembleia da República um abaixo-assinado com mais de 6.000 assinaturas, que esteve na origem de uma Resolução para a preservação da Memória da Resistência e da Liberdade, que foi hoje aprovada pelos deputados de todas as bancadas, por unanimidade e aclamação.

Entre outras iniciativas, o texto propõe o apoio, por parte do Estado, à criação de um Museu da Liberdade e da Resistência, com sede na antiga Cadeia do Aljube, em Lisboa, e de um Roteiro Nacional da Liberdade e da Resistência de locais ligados à luta antifascista e à revolução de Abril de 1974.

Texto integral da Resolução.

Texto do comunicado da Lusa sobre a aprovação.

O Movimento Cívico «Não Apaguem a Memória!» transformou-se recentemente em Associação, de cuja primeira Direcção faço parte.

6.12.07

Colóquio «Dever da Memória»


O movimento NÃO APAGUEM A MEMÓRIA! realizou ontem, 5 de Dezembro, um Colóquio cujo resumo pode ser lido aqui.

28.11.07

«Dever da Memória»


O Movimento Cívico Não Apaguem a Memória! (NAM!) apresentou à Assembleia da República uma Petição reclamando o respeito pelo "Dever da Memória" por parte do Estado, tendo a mesma sido discutida em sessão plenária no passado 30 de Março e recebido acolhimento positivo de todas as bancadas.
A votação devia realizar-se pouco depois, mas aguarda-se ainda o seu agendamento.

Por isso, o NAM! decidiu desencadear um processo de sensibilização da opinião pública, através de uma Carta Aberta aos Deputados (que foi entregue na Assembleia da República no dia 22 de Novembro) e da realização de um Colóquio. O texto da carta pode ser lido aqui.

O Colóquio terá lugar no próximo dia 5 de Dezembro, às 18h, na R. Fialho de Almeida nº3 (Bairro Azul – Metro de S. Sebastião da Pedreira), em Lisboa.

«Dever da Memória»

Joana Lopes: Os católicos e a imprensa clandestina
José Augusto Rocha: Os “tribunais plenários”
Fernando Rosas: Os arquivos e os juízes dos “tribunais plenários”
Irene Pimentel será a moderadora do debate.