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3.9.20

Disto não temos por cá (3)



Cape Cross, Costa dos Esqueletos, Namíbia, 2007

Não os contei, não sei se há 200.000 leões-marinhos (ou muitos mais, como já vi referido), perto deste cabo descoberto por Diogo Cão em 1486, mas o espectáculo é verdadeiramente impressionante! Trata-se de uma das maiores colónias de lobos-marinhos-do-cabo no mundo e é uma das 15 existentes na Namíbia. Em terra e no mar, sempre prontos a saltarem para um barco, na esperança de receberem um peixinho para o almoço e umas festas antes de voltarem a mergulhar.





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26.8.20

Bicharada Pré-Covid (7)



Bichos e mais bichos, Etosha, Namíbia, 2007.

O Parque Nacional Etosha fica situado no Noroeste da Namíbia, tem centenas de espécies de mamíferos, aves e répteis, incluindo várias ameaçadas de extinção como o rinoceronte-negro (que não cheguei a ver…) Ficam aqui alguns exemplares, tenho fotografias de muitos mais.





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19.1.18

Namíbia first




«Para tirar proveito do desprezo de Trump, uma empresa de turismo publica um orgulhoso vídeo promocional que já foi visto por mais de 1 milhão de pessoas.

E a Namíbia é mesmo uma maravilha!
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30.5.17

Transportes «fora da caixa» (9)



Passeio de barco com lobo marinho a bordo. Cabo Cross, Costa dos Esqueletos, Namíbia (2007)

São tantos, tantos, que sobem para os barcos! O Cabo Cross é uma área protegida onde existe uma das maiores colónias de lobos-marinhos-do-cabo no mundo e é uma das 15 colónias existentes na Namíbia (que conta com mais de 6,5 milhões de exemplares). 
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23.6.13

O deserto do meu contentamento



Na actual sessão do Comité do Património Mundial da UNESCO, reunido em Phom Penh, no Camboja, na mesma em que Coimbra foi declarada Património da Humanidade, também o Deserto da Namíbia foi incluído na lista (*). Que Coimbra me desculpe, mas bati mais palmas: este enorme «Mar de Areia» foi das maiores maravilhas que me foi dado ver neste mundo. Por lá andei em 2007 e bem gostaria de um dia voltar. «Regresso» com algumas imagens das suas míticas dunas, as duas últimas tiradas a bordo de um pequeno avião.






(*) Com a seguinte justificação: «O "Mar de Areia da Namíbia" é o único deserto costeiro do mundo, que inclui extensas áreas de dunas influenciadas pelo nevoeiro. Cobrindo uma área de mais de três milhões de hectares e uma zona tampão de 899.500 hectares, o local é composto por dois sistemas de dunas, um antigo semiconsolidado, recoberto por um mais novo activo. As dunas do deserto resultam do transporte de materiais vindos do interior, de locais a milhares de quilómetros, que são levados por rios, correntes oceânicas e vento. Há planícies de cascalho, planos costeiros, montanhas rochosas, ilhas de pedra dentro do mar de areia, uma lagoa e rios efémeros, num conjunto de que resulta uma paisagem de uma beleza excepcional. O nevoeiro é a principal fonte de água no local e é responsável por um ambiente único em que os invertebrados endémicos, répteis e mamíferos se adaptam a uma variedade, em constante mudança, de micro «habitats» e nichos ecológicos.» 
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20.1.13

13.8.10

Ordem de esquecimento à saudade


Gostei de saber que Ruy Duarte Carvalho viveu os últimos anos e morreu em Swakopmund, essa pequena cidade lindíssima, no litoral da Namíbia, onde se tem a surpresa de atravessar a fronteira para uma espécie de Alemanha, pouco tempo depois de deixar para trás a duna 45. É uma bela porta para se sair deste mundo.

As ruas do centro são com aquela que a fotografia mostra, quando se entra na principal livraria podia estar-se em Wiesbaden, a ordem no trânsito e a limpeza das ruas são legado de algumas décadas de presença alemã que os namibianos teimam em não perder.

Bem gostava que me tivessem mostrado a casa onde Ruy Duarte estaria provavelmente a escrever (e não a que Angelina Jolie e Brad Pitt alugaram quando decidiram que uma filha por lá nascesse…), mas nem o Lonely Planet, nem o meu guia (by the way angolano do Sul, tal com Ruy Duarte) ma assinalaram.

Recordar Swakopmund (e o deserto, inesquecível, ali tão perto…) é sempre um enorme prazer e, neste caso, um motivo para divulgar um texto de Ondjaki, escrito ontem mesmo.

cresci numa Angola em que o Ruy acreditou – e ajudou a construir
Sabemos que perdemos um amigo, um mestre, quando nos é tão difícil falar da sua partida. Sabemos que perdemos um escritor, quando somos invadidos por uma brutal saudade daquilo que ele ainda viria a escrever. Angola perdeu, na minha opinião, um dos pilares mais sólidos da sua literatura e da sua antropologia. Partiu o homem, o artista e o pensador, num corpo que reunia estas coisas com tal elegância e intensidade, que parecia um ser de ficção. Quando um homem, como o Ruy Duarte, pode ser lembrado como exemplo de integridade, coerência, honestidade intelectual e elevadíssima qualidade estética em tudo o que fez, esse homem pode partir em paz – e nós podemos entregar-nos, quase a sorrir, à saudade de o querermos reler. Lembro o poeta. Lembro o amigo. Lembro o mestre. Serenamente, celebro os momentos que passei com ele, em conversa atenta, em diálogos de escutar. Ao homem que escreveu “há coisas que eu diria para entender mais tarde”, eu presto a minha homenagem, não como escritor, mas como jovem angolano. Bem sei que eu cresci numa Angola em que o Ruy acreditou – e ajudou a construir. Bem sei que foi sobretudo para as gerações vindouras que ele andou a escrever, mais ou menos cifrados, os textos que esculpiu para nos dizer o que era “fazer arte”, tendo escolhido a abordagem dos seres discretos, dos corajosos, dos que abdicam na hora certa. Devagarinho, lá teremos de dar “ordem de esquecimento” à nossa saudade; e aos poucos, no que nos deste, havemos de ler todos os “sinais misteriosos” – que já se vão vendo… Obrigado, camarada Ruy. Obrigado mesmo!

(Daqui)
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30.6.07

Plantas africanas

Mais algumas das fotografias de viagem.

Árvores e dunas (Sossusvlei, Namíbia)





Welwitchia Mirabilis - planta com 500 anos (só existe na Namíbia e no Sul de Angola)



Troncos petrificados (trazidos por glaciares da África Central)





No rio Zambeze, Zâmbia








26.6.07

Animais africanos (II) - Estes gostam de nadar

Não sei se, nesta costa da Namíbia, vivem 800.000 focas (como dizem os guias turísticos), mas há muitas...



... e algumas são verdadeiros animais domésticos.



Belos pelicanos, quase todos correctamente alinhados.



Na Zâmbia, no rio Zambeze,
vi este belo crocodilo



e estes dois hipopótamos.

24.6.07

Animais africanos (I)

Na Namíbia e na Zâmbia, fui vendo zebras, girafas, elefantes e muitos mais.





Quando o turismo já chega aos beduínos:

23.6.07

Entre as dunas da memória

Já de regresso a este outro tipo de deserto, não consigo esquecer-me das dunas da Namíbia.

Sou má fotógrafa (e a minha máquina também não ajuda muito), mas aqui fica uma pequena amostra das imagens que trouxe na bagagem. Outras virão.