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11.1.21

O preço de um Natal

 

«Estamos a pagar o preço da decisão política de dar o Natal às famílias. O que isto conseguiu foi que algumas famílias passassem o seu último Natal juntas, porque se permitiu aligeirar as medidas numa das piores alturas do ano, o Inverno.» 

Philip Fortuna, médico intensivista do Centro Hospitalar Universitário Lisboa Central
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22.12.20

Recordações natalícias

 

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O Natal do presidente

 


Marcelo Rebelo de Sousa explicou ontem, em entrevista à TVI, que terá quatro refeições com diferentes grupos da sua família. Ou seja, será o elemento que vai rodar por esses diferentes grupos, exactamente uma das opções que as autoridades de saúde, aquém e além Pireneus (e creio que até o nosso primeiro ministro), têm dito que deve ser evitada. Porquê? Porque se se desse o caso de ele estar infectado sem saber, ou vir a sê-lo logo no primeiro almoço, arriscava-se a contagiar mais de vinte pessoas. Bela sugestão para os portugueses!


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16.12.20

Natal devia (não) ser

 


Na Bélgica, há quem queira pôr drones a controlar o número de pizzas encomendadas por cada família, por cá aconselham-nos a oferecer compotas nos patamares dos prédios e eu não entendo por que motivo não se decidiu, há mais de um mês, que não se deve viver Natal em Dezembro para não se morrer em Janeiro. 

(4720 é o número de novos casos divulgado hoje, mais do que o dobro do que o de ontem.)
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9.12.20

6.12.20

Reis Magos?

 


Será que os Reis Magos já perceberam em que dias e a que horas podem circular em Portugal?
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Natal em Agosto?

 


Os portugueses adaptam-se a tudo. Hoje, o restaurante onde almocei às 12h, estava bem mais «composto» do que nas semanas passadas e, em breve, teremos horários de europeus do Norte – benefícios colaterais de emergências. 

Pena é que o governo não tivesse proposto festejos do Natal em Agosto, quando as autoridades nos aconselharam a dar a volta em Portugal como turistas. A segunda vaga não teria sido pior do que foi por esse motivo, tinha-se evitado a complicação ontem anunciada e os respectivos riscos, até estavam cá os emigrantes que escusavam de gastar dinheiro agora, Marcelo tinha-nos desejado Boas Festas em calções e eu tinha recordado a minha infância em Moçambique, com árvores de Natal ao ar livre, luzinhas, flocos de neve e 40 graus no termómetro. Fica a sugestão para 2021, se necessário for.
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17.11.20

Natal será como um Estado de Emergência quiser

 


A imagem lembra a Última Ceia mas tanto faz, tudo isto será este ano como o vírus e mais alguém quiser. Mas fica aqui um bom modelo para o Natal.
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4.11.20

Natal 2020

 


No mesmo noticiário, com um minuto de intervalo, ouvi que o primeiro-ministro está preocupado com desfasamento de compras de Natal e que se registaram ontem mais 7497 novos casos de Covid-19 e 59 mortos (sendo este o valor mais alto de sempre). 

Foi depois esclarecido que o número elevado de novos casos de ontem, e os especialmente baixos dos últimos dias, se devem ao facto de não terem sido registados casos do Norte, agora acumulados com os actuais. Mesmo com esta ressalva, mantenho a minha indignação: festas e prendas no NATAL 2020? Esqueçam! Ou preferem morrer em Janeiro?
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12.10.20

Será suficiente para termos Natal?

 


«Esta semana poderão ser anunciadas mais medidas de combate à expansão da covid-19. Tendo em conta que nos últimos dias 67% dos novos casos tiveram origem, segundo a Direção-Geral da Saúde, em convívios familiares e em festas de jovens universitários, um dado é certo: é impossível legislar sobre o que se passa dentro da casa de cada um de nós. 

Assim, numa altura em que os números de novas infeções fazem soar todos os alarmes no setor económico e no Serviços Nacional de Saúde, e afastada que está a hipótese de um novo confinamento, percebem-se os apelos insistentes do Governo e da Presidência da República à responsabilidade pessoal. Será suficiente para termos Natal? A ideia que fica é que não. O regresso às aulas e o cansaço que a pandemia impôs às pessoas não explica tudo e é evidente que, um pouco por todo o lado, se percebe que o relaxamento quanto à prevenção aumentou. Festas em discotecas interrompidas, espaços de restauração sem o distanciamento obrigatório entre mesas ou confraternizações na via pública estão à vista de todos. 

Não causará qualquer surpresa, portanto, que o uso da máscara social passe de uma recomendação a uma obrigatoriedade em todos os espaços abertos, com as devidas exceções, ou que os horários e a lotação de restaurantes, cafés e outros espaços comerciais sejam de novo revistos. Porém, antes de serem divulgadas mais restrições, há muito para afinar. Não apenas nos processos técnicos, como melhorar a rapidez dos resultados dos testes e a identificação dos contactos com casos positivos, de forma a controlar as cadeias de transmissão, mas também na pedagogia e na uniformidade das medidas. Até para que os portugueses não fiquem ainda mais confusos, sob pena de o desleixo nos cuidados sanitários essenciais para prevenir a doença aumentar.» 


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