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15.2.20
31.1.17
16.11.15
3.8.11
Samudaripen – o massacre dos ciganos
Contributo de Jorge Pires da Conceição.
Thorbjørn Jagland, Secretário Geral do Conselho da Europa, fez ontem um apelo aos Europeus para honrarem a memória dos ciganos mortos pelo regime nazi durante a Segunda Guerra Mundial, comprometendo-se a construir um futuro melhor para as gerações vindouras.
Este apelo surgiu na véspera de uma data fatídica para o Povo Cigano (os Roms ou Roma, de Romani), a noite de 2 para 3 de Agosto de 1944, em que muitos milhares ou dezenas de milhar de ciganos foram massacrados no Campo de Concentração de Auschwitz-Birkenau.
Calcula-se que, entre 1939 e 1945, mais de 500.000 ciganos tenham sido mortos pela Alemanha e seus aliados. Há estimativas que apontam para cerca de 680.000 mortos. Havendo mesmo quem quantifique em 1.500.000, embora tal número possa ser excessivo, atendendo a que outra estimativa indicava que a população Rom antes da II Guerra deveria rondar um milhão de pessoas. De qualquer modo são números que caracterizam tal mortandade como um Genocídio - o Samudaripen (ou Pharrajimos, ou Porajmos ou Porrajmos), palavra(s) usada(s) para mencionar o genocídio dos ciganos à mão do regime nazi.
Genocídio que em nada difere daquele que os nazis efectuaram sobre o povo judaico, como se pode constatar por algumas declarações:
Commander of Einsatzgruppe D, Otto Ohlendorf said at the Nuremberg trials : " There was no difference between the Gypsies and the Jews. At that time, the same order applied for Both. "
“It was the wish of the all-powerful Reichsfhhrer Adolf Hitler to have the Gypsies disappear from the face of the earth” (SS Officer Percy Broad, Auschwitz Political Division).
“The motives invoked to justify the death of the Gypsies were the same as those ordering the murder of the Jews, and the methods employed for the one were identical with those employed for the other” (Miriam Novitch, Ghetto Fighters’ House, Israel).
“The genocide of the Sinti and Roma was carried out from the same motive of racial mania, with the same premeditation, with the same wish for the systematic and total extermination as the genocide of the Jews. Complete families from the very young to the very old were systematically murdered within the entire sphere of influence of the National Socialists” (Roman Herzog, Federal President of Germany, 16 March 1997).
“It was the wish of the all-powerful Reichsfhhrer Adolf Hitler to have the Gypsies disappear from the face of the earth” (SS Officer Percy Broad, Auschwitz Political Division).
“The motives invoked to justify the death of the Gypsies were the same as those ordering the murder of the Jews, and the methods employed for the one were identical with those employed for the other” (Miriam Novitch, Ghetto Fighters’ House, Israel).
“The genocide of the Sinti and Roma was carried out from the same motive of racial mania, with the same premeditation, with the same wish for the systematic and total extermination as the genocide of the Jews. Complete families from the very young to the very old were systematically murdered within the entire sphere of influence of the National Socialists” (Roman Herzog, Federal President of Germany, 16 March 1997).
A repressão sobre os ciganos, porém, não acabou com o fim da Guerra. Em França, os ciganos (que nunca chegaram a ser deportados daqui) continuaram internados até 1946 em campos de reeducação (para serem “socializados” e “sedentarizados”…). Na Alemanha, mantiveram-se todas as medidas que haviam sido tomadas contra eles antes de 1943 e só em 1982 o chanceler alemão Helmut Köhl reconheceu formalmente o genocídio dos Ciganos.
Por isso Thorbjørn Jagland, no seu apelo a todos os Europeus, além de repetir a conhecida frase «Para que nunca mais!», exorta-nos com estas palavras: «Nós devemos criar medidas legislativas para lutar contra a discriminação e promover a integração dos Roms na Sociedade. Conhecer melhor a cultura e a história deste povo, e particularmente os aspectos mais sombrios da perseguição aos Roms, ajuda a criar uma oposição aos preconceitos e à intolerância. O Conselho da Europa quer preservar a memória pelo ensino do Samudaripen nas escolas, paralelamente com outros esforços de promoção da tolerância e da imparcialidade para com os Roms, em todos os países."
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21.8.10
Violinos da Esperança
A história é conhecida, mas El País retoma-a hoje.
Muitos músicos que chegaram a Israel depois de 1945 levavam consigo violinos alemães que, por terem a marca dessa nacionalidade, eram naturalmente odiados e foram rapidamente queimados ou vendidos.
No primeiro vídeo, Amnon Weinstein explica que tem conseguido recuperar uns tantos, pertença de vítimas ou sobreviventes do holocausto. As peripécias por que passaram estes instrumentos estão a ser filmadas, numa série em que Shlomo Mintz toca em Auschwitz, junto do barracão em que esteve internada até morrer Alma Rosé, sobrinha de Gustavo Mahler e directora da orquestra de mulheres daquele campo da morte.
No segundo vídeo, um concerto em Jerusalém, com a participação de Shlomo Mintz, e em que a maior parte dos violinos foi recuperada por Amnon Weinstein.
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27.1.10
Há 65 anos, a libertação de Auschwitz

Um excelente dossier:
Viaje al Holocauto
Em especial:
* Viaje al corazón del exterminio
* El horror es una cosa familiar
29.11.07
Arquivos nazistas – Acesso a 47 milhões de documentos
Foto Le Soir«Os arquivos nazistas de Bad Arolsen, documentos que recordam os trágicos destinos das 17,5 milhões de vítimas do regime de Adolf Hitler, podem ser consultados pelo público desde esta quarta-feira, depois de 60 anos de confidencialidade.
Estes 47 milhões de documentos, escrupulosamente ordenados pelo Estado nazista e arquivados em Bad Arolsen (centro da Alemanha), só podiam ser consultados com fins humanitários, ou seja, de forma individual e por ordem de uma ex-vítima ou de seus parentes.»
Ler mais aqui.
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