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17.6.20

O mundo à janela (2)



Catmandu, Nepal, 2005.
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3.5.15

27.4.15

Bhaktapur está assim



Repito que nada é comparável à tragédia humana que se abateu sobre o Nepal. Mas dói – e muito – a terrível destruição do seu património cultural.

Situada a 13 quilómetros da capital, Bhaktapur é uma das tês cidades míticas do Nepal, juntamente com Kathmandu e Patam, e aquela cujo centro histórico, património da UNESCO, estava até agora em melhor estado de preservação.

Se muitos dos antigos monumentos tinham sido arrasados depois do terramoto de 1934, grande parte tinha sido pacientemente reconstruída, ao longo de décadas. Hoje, é a desolação.

Em 2005, foi assim que vi Bhaktapur: 






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26.4.15

Nepal, para além da tragédia humana



Para além de toda a tragédia que os nepaleses estão a viver, é todo um património, com um significado histórico e uma beleza quase indescritíveis, que pura e simplesmente desapareceu.

Quando estive no Nepal, há cerca de 10 anos, foi a cidade de Patan que mais me «agarrou» e que nunca esqueci. Ficam aqui algumas das fotografias que então tirei e que fazem doer a alma só por voltar a olhar para elas. 


Agora, foi assim:

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30.9.08

Maoísmo com deusas
















O governo maoísta do Nepal aprovou a escolha de Shreeya Bajracharya para «deusa viva» Kumari em Bhaktapur, perto de Kathmandu. As Kumari são consideradas reincarnações da deusa hindu Taleju.

Shreeya tem seis anos e sucede a uma outra menina que, aparentemente, não se terá portado como previsto, ao passear pelos Estados Unidos para promover um filme. Entre os critérios de escolha, terão contado agora «as pestanas longas como as de uma vaca» e «voz mais doce e clara que um pato».

Outra bela síntese entre marxismo-leninismo e coisas do além.

Fonte.