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28.8.20

Bicharada Pré-Covid (9)



Orfanato de Elefantes de Pinnawala, Sri Lanka, 2011.

Este orfanato foi fundado em 1975, com sete elefantes órfãos. Atrai ao Sri Lanka estudiosos do mundo inteiro e é objecto de muitos filmes e livros. Cresceu e multiplicou-se e os primeiros órfãos já são avós.Duas vezes por dia, avós, pais e netos vão tomar banho e beber água ao rio e, quando regressam a casa, as mães tratam das «crianças».



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23.8.20

Bicharada Pré-Covid (4)



Centro de Protecção de Tartarugas, Kosgoda, Sri Lanka, 2011.

As tartarugas desovam na praia, os ovos são recolhidos e «chocados» debaixo de terra, algumas semanas mais tarde as crias nascem, são guardadas três dias em tanques e depois lançadas ao mar. Em tanques especiais, vivem algumas estropiadas: a primeira à esquerda na fotografia é uma delas e nunca terá sido lançada ao mar (falta-lhe uma perna), tal como a que está na última imagem, recolhida nos destroços do tsunami de 2004


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16.8.20

Grandes árvores deste mundo (7)



Giant Javan Fig Tree, Royal Botanical Gardens, Peradeniya, (perto de) Kandy, Sri Lanka, 2011.

A origem destes jardins remonta a 1371, quando o rei Wickramabahu III subiu ao trono e levou a corte para Peradeniya. Esta árvore tem mais de 100 anos e diz-se que cobre uma superfície de cerca de 2.000 metros quadrados.


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12.8.20

Dia do Elefante



No Sri Lanka é sempre. Ou não se veria este belo animal doméstico à entrada de um templo, mesmo no centro da capital do país.
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19.7.20

Vidas antes desta Covida (16)



Num país que gosta muito dos seus elefantes, antes da boda os noivos vão em passeio até à praia, Beruwela, Sri Lanka, 2011.
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12.8.19

12 de Agosto – Dia Mundial do Elefante



Estes são do Pinnawala Elephant Orphanage (Sri Lanka), fundado em 1975 para recolher sete pequenos elefantes órfãos. São agora muitos, de todas as idades, e os primeiros já são avós. Vi-os em 2011.
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21.4.19

O Sri Lanka também é isto



Por menos racional que seja, os locais onde já estivemos ficam-nos para sempre mais próximos. É o meu caso com o Sri Lanka.

Pôr-do-sol paradisíaco em Beruwela, Sri Lanka (2011)



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12.8.18

Dia Mundial do Elefante



Aqui ficam estes do Pinnawala Elephant Orphanage (Sri Lanka), fundado em 1975 com sete elefantes órfãos. São agora muitos, de todas as idades e tamanhos, e os primeiros já são avós.
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12.8.17

Dia do Elefante



Hoje é o Dia do Elefante. No Sri Lanka é sempre. Ou não se veria este belo animal doméstico, à entrada de um templo mesmo no centro da capital do país. 
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9.8.17

Sinais de trânsito «fora da caixa»



Quando os rios do Sri Lanka levam muita água, há que abrandar porque pode haver um simpático crocodilo a atravessar a estrada… 
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3.7.17

Bichos, muita bicharada (11)



Centro de Protecção de Tartarugas (a 1ª à esquerda, sem uma pata, não será lançada ao mar). Kosgoda, Sri Lanka (2011).

As tartarugas desovam na praia, os ovos são recolhidos e «chocados» debaixo de terra, algumas semanas mais tarde as crias nascem, são guardadas três dias em tanques e depois lançadas ao mar. Em tanques especiais, vivem algumas estropiadas, muitas delas recolhidas nos destroços do tsunami de 2004.
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23.6.17

Bichos, muita bicharada (1)



Avós, pais e netos do Orfanato de Elefantes de Pinnawala, num dos dois banhos diários. Sri Lanka (2011).

Este orfanato foi fundado em 1975, com sete elefantes órfãos. Atrai ao Sri Lanka estudiosos do mundo inteiro e é objecto de muitos filmes e livros. Cresceu e multiplicou-se, os primeiros órfãos já são avós. 
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1.6.17

Transportes «fora da caixa» (11)



Antes da boda, um passeio à praia num país que gosta dos seus elefantes. Beruwela, Sri Lanka (2011).
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13.5.17

Gentes deste mundo (9)



Há que colher bem o chá nas belas plantações de Nuwara Eliya (Sri Lanka), 2011.
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19.3.16

Faz de conta que estou lá (37)



Habitantes de um Orfanato de Elefantes no banho diário, Pinnawala, Sri Lanka, 2011. 
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14.3.13

Grandes Árvores (2)



Royal Botanical Gardens, em Peradeniya, nos arredores de Kandy na Colômbia.


Mais algumas árvores, vistas por esse mundo fora. As três primeiras fotografias são de uma, verdadeiramente gigante, que ocupa cerca de 1600 m2.




Outra, do mesmo jardim:



Outra, algures, na cidade de Colombo:



Kandy e Colombo(2011)

 (Para ver a série, clicar na Label: ÁRVORES)
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6.9.12

As Cidades e as Praças, (42)





Praça da Independência, (Colombo, 2011)

(Para ver toda a série «As Cidades e as Praças», clicar na etiqueta «PRAÇAS».)
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14.8.11

Recenseamentos


No Sri Lanka, termina hoje o primeiro recenseamento de elefantes, em que terão estado envolvidas cerca de 3.500 pessoas.

Alguns temem que o objectivo seja pôr um maior número destes magníficos animais sagrados em cativeiro e as reacções dos defensores da vida selvagem não se fizeram esperar, sobretudo depois de um ministro ter declarado que alguns daqueles animais, mais jovens e mais fortes, poderão ser doados a templos.

Cada canto deste mundo com o seus problemas e as suas reivindicações, mas quem passou pelo Sri Lanka certamente que não estranha estes…



(Fonte)
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23.3.11

Primeiras impressões


Três horas de escala em Madrid deram para ler El País e o Público.es, de ponta a ponta, com detalhes sobre «El riesgo de crisis política [que] amenaza con llevar a Portugal al rescate».

Quanto à Líbia, as notícias não são más: são péssimas.

Vinte e cinco horas depois de ter saído do hotel em Colombo, aterrei na Portela. Havia vento em Lisboa, mas não lhe perguntei notícias do meu país: é sabido que o vento cala a desgraça…

Fazer rewind e regressar a Ceilão?
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21.3.11

Colombo, Líbia, etc. e tal


De novo em Colombo, e já em estágio para o regresso que começa amanhã e durará quase vinte e quatro horas, continuo a ver nomes portugueses por tudo quanto é sítio, o que até é intrigante porque não há vestígios equivalentes dos holandeses que nos substituíram na nobre missão de colonizadores por estas trapobanas.

Trata-se de uma capital com um milhão e meio de habitantes, um pouco confusa mas quase «suíça», se comparada com cidades indianas como Bombaim ou Calcutá, ou mesmo com outras de menor dimensão. Templos budistas um tanto compósitos, com estátuas, salas de estar e elefantes vivos que coexistem numa (tórrida) harmonia, tuc tucs e outros que tais que cruzam riscos contínuos duplos com uma calma olímpica e eficaz.

Enfim, em breve mergulharei de novo em PECs e re-PECs e, também, num mundo de certezas sem dúvidas, que, por aí, parece ter tomado conta da blogosfera e do Facebook. Estou a pensar concretamente na Líbia e na intervenção em curso, sobre a qual não consigo deixar de ter dúvidas e um mar de hesitações que parecem não inquietar os meus compatriotas, freneticamente por ou contra, num mundo nitidamente pintado a preto e branco. O problema é certamente meu, mas, com tudo o que tenho visto e ouvido nas televisões, vejo sobretudo vários tons de cinzento. Deve ser deste clima – ou da distância.

P.S. – Não posso estar mis de acordo com o que Ricardo Noronha escreveu no Vias de Facto:
«Não tenho ainda muito claras as ideias acerca do que se está a passar na Líbia, mas assim de repente já tenho uma opinião formada sobre o que se está a passar numa série de blogs em Portugal. (…) Nenhuma vida se perde ou se ganha devido ao que nós aqui escrevemos. Sei que custa a aceitar este facto, mas talvez seja útil relembrá-lo, uma vez que, nos últimos dias, quase se poderia julgar que a linha da frente do conflito na Líbia passou pelo meio dos nossos teclados. Para o bem e para o mal, não é esse o caso.»
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