14.9.18
Da caixa de Pandora ao contentor de Serena
7.6.08
Síntese perfeita
Navratilova-Graf-Henin?
(Mas estou com um olho no futebol e Portugal meteu um golo agora mesmo!!!)
21.5.08
Sem Henin
Até que enfim! Há vários dias que estava à espera deste post! Por estas paragens, só nós duas é que vamos sentir a falta de Justine Henin, Miss Woody.O resto do mundo estará a ver, horas e horas por dia, vinte e dois rapazolas e alguns senhores com apitos e bandeirinhas. Com uma bola, sim, mas enorme, feiíssima, às caneladas, sem raquetes - e sem sossego.
22.1.08
Break point
ReutersMas não há nada melhor para suportar um Prós e Contras do que entremeá-lo com o Open da Austrália, assentar depois arraiais para ver um bom encontro entre Serena Williasm e Jelena Jancovic, ir dormir umas quatro ou cinco horas e voltar para o grande embate entre Justine Hénin e Maria Sharapova - «uma final antecipada», como os comentadores gostam de ir dizendo para preencher tempos mortos. (Só elas, aliás, me fariam acordar para ver televisão às 8:30 da manhã!)
Adoro ténis e sou «espectadora frequente» há muitos anos – desde que o Eurosport veio ter comigo, quando vivi na Bélgica nos anos 80 e por cá só havia RTP’s – e não cesso de me espantar com os progressos das artes, das técnicas e da energia, que tornam quase pueris as imagens de um passado relativamente recente.
Ganhou Sharapova, merecida e significativamente, por 6-4 e 6-0. Mas deu pena ver partir Justine, essa grande senhora do ténis feminino.
Venceu a menina bonita, muito bonita (que recebe, por ano, muito mais do que Paulo Teixeira Pinto), contra a campeã feiosa e discretíssima, que não perdia há 32 matches e que se mantém como nº1 mundial – resta saber por quanto tempo.
As noitadas continuarão nos próximos dias – obviamente.
10.9.07
E ninguém vê ténis?

As últimas jornadas de ténis do US Open, em Nova Iorque, foram soberbas. Não me arrependo das longas noitadas que fiz, sobretudo na última semana, porque vi jogos absolutamente fora de série. Acabaram por vencer, como era de esperar, Federer e Justine Henin, mas o mais importante foi a qualidade do ténis praticado. Que modificações, que progressos nos últimos vinte anos!
Notícias curtas nos jornais, nos blogues que frequento nem uma referência.
Dezenas de opiniões, como é hábito, sobre futebol – treinadores de teclado nunca faltam. Mas agora choveram também mil comentários sobre um grupo de matulões que consegue meter bolas em cestos e um outro que perdeu logo mas é orgulho da raça por ser amador entre profissionais. Só porque vestem a camisola das quinas? Porque cantam o hino? Vai tão forte assim o espírito lusitano?
O mal deve ser meu. Impressiono-me pouco com a portugalidade dos actores.










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