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31.5.09

Mostrar a verdade?


Mais uma investida antitabágica da OMS e também da Confederação portuguesa que se ocupa do assunto. O que se pretende? Imagens chocantes nos maços de tabaco para «mostrar a verdade». Será que alguém se impressiona ainda com as terríveis frases que foram colocadas há algum tempo? Alguém as lê? O mesmo se passaria certamente com as tais «imagens chocantes».

Por outro lado, até quando este dirigismo à outrance que trata no mesmo plano adultos, crianças e mentecaptos? Informar é uma coisa, tentar exercer violência para influenciar à força é uma outra bem diferente. E, para além de tudo o resto, há que contar com o efeito boomerang.
Não se importam de nos deixar viver a crise com uns cigarritos fumados em paz à porta dos restaurantes?

(Fonte)

9.10.08

Tempos felizes?











Quando se fumava para tirar a dor de dentes, para acalmar os nervos, dar energia e perder peso.

A propósito de uma exposição na New York Public Library sobre campanhas publicitárias das tabaqueiras entre os anos 20 e 50 do século XX.

31.5.08

Dia Mundial Sem Tabaco?

Nesta altura do campeonato?

Não se arranja, pelo menos, um
Meio Dia Mundial Com Tabaco?

6.1.08

Smoking area

Nuno Brederode Santos no DN:

«Sei que é um vício e gosto dele: como a personagem do Wilde, resisto a tudo menos à tentação. Não me imagino, por isto, herói nem mártir. Não me pinto vítima, nem resistente. Enuncio o mais rudimentar dos porque-sins da vida quotidiana, convencido, como sempre estive, de que é nela que a felicidade se joga. E sobre esta matéria, é o que tenho para dizer ao jovem médico que vi na televisão e que, de tão louro, imberbe e feroz no discurso sanitário de apuramento da raça, me fez evocar os netos das experiências do Dr. Mengele. E aos comissários europeus politicamente excedentários, que precisam de mostrar que o seu pelouro existe, para o que se dedicam a infernizar o nosso quotidiano com minúcias em papel timbrado e um puritanismo a que chamam rigor.»


LUÍS NAZARÉ, no Causa Nossa:

«Teremos, pois, que nos organizar e resistir que nem sérvios do Kosovo. Os espaços ditos colectivos serão a principal frente de combate. Verei em cada repartição pública, centro comercial ou pavilhão polidesportivo um inimigo potencial. Agirei como um guerrilheiro, à socapa, chupando dois ou três cigarros seguidos numa casa de banho ou num canto pouco frequentado, na esperança de não ser denunciado por uma brigada talibã.»

1.1.08

O fim do fumo


Também em França, entraram hoje em vigor as medidas antitabagistas. Cá, como lá, paremos para pensar - talvez demasiado tarde.

Alguns excertos de um artigo do Libération:

«Quand on entre dans un célèbre café à Saint-Germain-des-Prés où il est désormais interdit de fumer, on se souvient des artistes et des intellectuels qui étaient là, assis à leurs tables, avec leurs cigarettes ou leurs cigarillos. On voudrait nous faire croire, depuis que sur la photographie de Jean-Paul Sartre, on a retiré la cigarette qu’il tenait dans sa main, combien ce siècle passé, pourtant si riche en inventions de la pensée, pourrait laisser le souvenir d’une certaine décadence. (*) (...)

Cette impression de vivre "la fin d’une époque" coïncide curieusement avec le constat d’une disparition ostensible ou sournoise des libertés, au nom d’une optimisation de la gestion de la société. (...)

Nul ne peut ignorer que, derrière l’interdiction de fumer dans l’espace public, se cache une véritable stratégie de l’interdit. (...)

Au nom de la majorité, la résignation collective aux nouvelles figures de l’assujettissement, rendues légitimes par les impératifs de la santé publique, deviendrait alors une mesure idéale des progrès de la démocratie.»

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(*) Trata-se da fotografia acima reproduzida e que foi retocada, como se explica aqui.