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14.7.18

14.07.1989 - Jessye Norman no segundo centenário



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4.6.18

Tiananmen, com humor...



«Queria muito indignar-me com mais um aniversário do massacre de Tiananmen, mas tenho sempre medo de ficar sem luz em casa.»

Pedro Vieira no Facebook (Imagem e texto)
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4 de Junho rima com Tiananmen



4 de Junho de 1989 marcou o fim de quase dois meses de protestos na Praça da Paz Celestial, em Pequim, quando os tanques avançaram brutalmente sobre os manifestantes. Os factos são conhecidos, mas é sempre bom tê-los presentes – sobretudo em imagens, que falam por si e substituem, quase sempre com vantagem, muitas palavras.




Ao longo dos últimos anos, tudo tem sido recordado recordado, sobretudo por alguns protagonistas de 1989 ou pelas suas famílias.






Hoje mesmo, The Guardian publica um texto sobre o tema: #Tankman2018: hero of Tiananmen protest remembered across globe.

E não resisto a transcrever o que escrevi neste blogue, quando estive em Pequim há pouco mais de um mês: «Regressei, com prazer à Praça Tiananmen, o mausoléu de Mao, o Palácio dos Congressos e tudo o resto estão nos mesmos sítios, o que mudou foi que a vi praticamente vazia em 2004 e com magotes e mais magotes de gentes várias desta vez. E retive o silêncio da simpática guia que nos acompanhava com explicações em espanhol: várias vezes interrogada, foi dizendo que dos acontecimentos de 1989 "nada sabia", que nasceu e vivia então na Manchúria, que nada viu, que não se aprende na escola, que há muitos milhões de chineses que nunca ouviram falar desse não assunto. "Não sei nada, não posso saber, não insistam, por favor".» Comentários para quê...
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4.6.17

04.06.1989 – Tiananmen



Se os factos são conhecidos, é sempre bom tê-los presentes. Sobretudo em imagens, que falam por si e substituem muitas palavras. Ver aqui post do ano passado. 
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15.4.17

15.04.1989 – E assim começou o drama de Tiananmen



Foi no dia 15 de Abril de 1989 que tiveram início os protestos na Praça Tiananmen, em Pequim, desencadeados pela morte de Hu Yaobang, ex-secretário geral do Partido Comunista Chinês, anteriormente afastado por defender a necessidade de uma liberalização a nível político.

Na véspera do seu funeral, concentraram-se na Praça cerca de 100.000 pessoas, de lá os protestos irradiaram para diversas ruas de Pequim e, mais tarde, contagiaram outras cidades chinesas. Foram-se repetindo até que, menos de dois meses mais tarde, aconteceu o que todos sabemos, mas alguns ainda tentam ignorar: no início de Junho, os tanques avançaram brutalmente sobre a mítica praça da capital chinesa e tudo acabou em tragédia.


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26.12.16

Roménia, 26.12.1989



No dia 26 de Dezembro de 1989, as televisões mostraram ao mundo o julgamento de Nicolae Ceauşescu e da mulher, fuzilados na véspera, depois de um tribunal militar os ter acusado de uma série de crimes, incluindo o genocídio de mais de 60 mil cidadãos.

Nunca cheguei a perceber se a RTP mostrou aos portugueses o filme do processo logo no dia 26, em directo a partir da Roménia, mas eu vivia então na Bélgica e fiquei colada ao ecrã que me trouxe a transmissão feita pela televisão Antenne 2 francesa. Estava-se muito longe do hábito de assistir a este tipo de acontecimentos televisivos, que constituiu um verdadeiro choque, sem grandes possibilidades de recuo crítico imediato. Aqui está ele:



Mas as polémicas e as dúvidas sobre todo o desenrolar dos acontecimentos, e, sobretudo, sobre os métodos utilizados nos mesmos, depressa surgiram e mantêm-se até hoje. Vale a pena ouvir isto:


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4.6.16

04.06.1989 – Nunca esquecer Tiananmen



4 de Junho de 1989 marcou o fim de quase dois meses de protestos na Praça da Paz Celestial, em Pequim, quando os tanques avançaram brutalmente sobre os manifestantes. Os factos são conhecidos, mas é sempre bom tê-los presentes – sobretudo em imagens, que falam por si e substituem, quase sempre com vantagem, muitas palavras.




Há dois anos, quando foi assinalado o 25º aniversário dos acontecimentos, tudo foi especialmente recordado, sobretudo por alguns protagonistas de 1989 ou pelas suas famílias.







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4.6.15

Hoje é 4 de Junho



Consideradas todas as diferenças, e estando portanto fora de causa qualquer semelhança entre situações, é irresistível divulgar hoje esta foto, encontrada por aí. 

Sobre os acontecimentos de 4 de Junho de 1989, leia-se: Tiananmen foi há um quarto de século
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15.4.15

Tiananmen, há 26 anos



Foi no dia 15 de Abril de 1989 que tiveram início os protestos na Praça Tiananmen, em Pequim, desencadeados pela morte de Hu Yaobang, ex-secretário geral do Partido Comunista Chinês, anteriormente afastado por defender a necessidade de uma liberalização a nível político.

Na véspera do seu funeral, concentraram-se na Praça cerca de 100.000 pessoas, de lá os protestos irradiaram para diversas ruas de Pequim e, mais tarde, contagiaram outras cidades chinesas. Foram-se repetindo até que, menos de dois meses mais tarde, aconteceu o que todos sabemos, mas alguns ainda tentam ignorar: no início de Junho, os tanques avançaram brutalmente sobre a mítica praça da capital chinesa e tudo acabou em tragédia.


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26.12.14

Roménia, há 1/4 de século



No dia 26 de Dezembro de 1989, as televisões mostraram ao mundo o julgamento de Nicolae Ceauşescu e da mulher, fuzilados na véspera, depois de um tribunal militar os ter acusado de uma série de crimes, incluindo o genocídio de mais de 60 mil cidadãos.

Nunca cheguei a perceber se a RTP mostrou aos portugueses o filme do processo logo no dia 26, em directo a partir da Roménia, mas eu vivia então na Bélgica e fiquei colada ao ecrã que me trouxe a transmissão feita pela televisão Antenne 2 francesa. Há 25 anos, estava-se muito longe do hábito de assistir a este tipo de acontecimentos televisivos, que constituiu um verdadeiro choque, sem grandes possibilidades de recuo crítico imediato. Aqui está ele:



Mas as polémicas e as dúvidas sobre todo o desenrolar dos acontecimentos, e, sobretudo, sobre os métodos utilizados nos mesmos, depressa surgiram e mantêm-se até hoje. Vale a pena ouvir isto:


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17.11.14

Há 25 anos, a «Revolução de Veludo»



Praga, 17 de Novembro de 1989. Com início no campus universitário e concentração final na mítica Praça Wenceslas, teve lugar uma marcha pacífica de estudantes, que pretendia assinalar a morte de Jean Opletal e o encerramento das universidades checas pelos nazis. A manifestação foi fortemente reprimida pela polícia, facto que desencadeou uma onda de eventos que iria durar até final do ano e que congregou um número crescente de participantes.

Momento alto em 27 de Novembro, dia de greve geral, em que Mikhaïl Gorbatchev fez uma declaração em que condenou a operação do Pacto de Varsóvia, que pôs termo à Primavera de Praga em 1968, numa clara demonstração de ausência de suporte ao governo da Checoslováquia, por parte da União Soviética.


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9.11.14

Berlim, ainda



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Berlim, 25 anos – a festa, mas não para todos



Um quarto de século, que passou depressa, com grandes sobressaltos e muitas esperanças por cumprir. Mas comemore-se e festeje-se hoje, obviamente, a destruição de um barreira que, durante 28 anos, cortou uma cidade e separou pessoas e famílias, provocou mortes. Como se os problemas entre seres racionais pudessem ser resolvidos com amontoados de pedras.

Há textos, relatos, fotografias, vídeos um pouco por toda a parte. Mas talvez escape a muitos este texto publicado no Avante!A chamada «queda do muro de Berlim» – e creio que deve ser conhecido.

Se o PCP não fosse o que é, celebraria a data e, do seu ponto de vista, aproveitaria para sublinhar que o capitalismo não foi capaz de satisfazer as esperanças que nasceram com a queda do muro e com o que esta representou. Em vez disso, pariu uma catilinária, nostálgica e lamentável, num texto que até podia ser considerado humorístico, como um amigo o classificou no Facebook, se o humor negro fosse o estilo da Soeiro Pereira Gomes e se não estivéssemos a falar de coisas tão sérias.
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4.6.14

Tiananmen foi há um quarto de século



4 de Junho de 1989 marcou o fim de quase dois meses de protestos na Praça da Paz Celestial, em Pequim, quando os tanques avançaram brutalmente sobre os manifestantes. Os factos são conhecidos, hoje estão a ser amplamente comentados, mas é sempre bom tê-los presentes – sobretudo em imagens, que falam por si e substituem, quase sempre com vantagem, muitas palavras.




Nos últimos dias, tudo é recordado, sobretudo por alguns protagonistas de 1989 ou pelas suas famílias.










Comemora-se a data com protestos em Hong Kong e, um pouco por todo o mundo, republicam-se fotos, fotos e mais fotos – é importante que as caras de há 25 anos continuem presentes.

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21.4.14

Há um quarto de século – «Secos e Molhados»



Em 21 de Abril de 1989 teve lugar uma manifestação de polícias, que ficou conhecida como de «Secos e Molhados». O que estava em questão? Liberdade sindical, uma folga semanal, vencimentos mais altos e melhores condições laborais. Houve confrontos entre os manifestantes e o corpo de Intervenção da PSP, que lançou jactos de água e usou bastões para dispersar quem protestava.

E hoje? «Vinte e cinco anos depois há um conjunto de circunstâncias que deixam os polícias numa situação muito semelhante à dos secos e molhados. Infelizmente sentimos que há um retrocesso» e «a grande luta neste momento é não perder o que foi conquistado ao longo do tempo», afirma o presidente da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia (ASPP). «Se hoje perguntarmos a um polícia como se sente na PSP ele vai dar uma resposta muito semelhante à de 1989, ou seja, o estado de espírito é o mesmo: a desmotivação e o não reconhecimento da profissão.»

O primeiro-ministro de então chamava-se Aníbal e era bem novinho, como se constata no vídeo. Elas não matam mas sempre vão moendo.


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15.4.14

Tiananmen começou há 25 anos



Todos recordamos as imagens da Praça Tiananmen no início de Junho de 1989, quando os tanques avançaram sobre ela brutalmente e puseram fim a quase dois meses de protestos. Foi precisamente em 15 de Abril que estes tiveram início, quando morreu Hu Yaobang, ex-secretário geral do Partido Comunista Chinês, que fora afastado por defender a necessidade de uma liberalização a nível político.

Na véspera do seu funeral, concentraram-se na Praça cerca de 100.000 pessoas, de lá os protestos irradiaram para diversas ruas de Pequim e, mais tarde, contagiaram outras cidades chinesas.



Em 4 de Junho, chegaria o massacre. 
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9.11.12

Foi há 23 anos



... que caiu o muro de Berlim. Pretexto para o recordar, através deste conjunto de fotografias e pequenos vídeos, entre os quais um com um excerto do discurso de J.F.Kennedy, em 26/6/1963: «Ich bin ein Berliner».



4.6.12

Há 23 anos, Tiananmen



Os factos são conhecidos. Que as imagens regressem, ano após ano, num ritual que nos impeça de esquecer que o progresso da humanidade ainda não conseguiu impedir acontecimentos como estes. 




Para aceder aos diferentes textos e vídeos, clicar sobre os respectivos títulos ou fotografias:

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9.11.11

Numa data decisiva também para a sra. Merkel

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Fotografias e pequenos vídeos, enter os quais um com um excerto do discurso de J.F.Kennedy, em 26/6/1963, com a frase que ficou célebre: «Ich bin ein Berliner».


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9.11.10

O fim de um muro, que mudou o mundo


O 20º aniversário da queda do Muro de Berlim foi celebrado em 9 de Novembro de 2009 com um conjunto de iniciativas e de publicações que todos temos ainda presentes. 

Mas como nem só de números redondos se alimenta a memória, republico hoje um conjunto de fotografias e pequenos vídeos (estes especialmente interessantes), entre os quais um com um excerto do discurso de J.F.Kennedy, em 26/6/1963, onde se ouve a célebre frase: «Ich bin ein Berliner». (Ver na totalidade do ecrã.)



A ler: este texto de Mikhail Gorbachev, publicado há um ano em El País:
20 años después del Muro la historia continua
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