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24.11.18

Imobiliário? Soma e segue



(40% das aquisições por portugueses.)

Expresso Economia, 24.11.2018
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20.7.17

Casas «deles» (12)



Casa de Nacarello. Colónia do Sacramento, Uruguai (2015).

Nacarello foi o morador mais antigo desta casa do período português, hoje transformada num pequeno museu que mostra como vivia uma família em meados do século XVIII. Nas imagens mais abaixo, o interior do museu e outras casas e ruas tipicamente portuguesas. Estas «pegadas» dos portugueses são muito interessantes.

A Colónia do Santíssimo Sacramento foi fundada em Janeiro de 1680 por Manuel Lobo, governador da Capitania Real do Rio de Janeiro, a mando da coroa portuguesa, desejosa de estender o seu domínio, através do Brasil, até ao Rio da Prata. Foram depois muitas as lutas e vicissitudes por que passou até à independência do Uruguai em 1828.




19.7.17

Casas «deles» (11)



Nursultan Nazarbaev, actual presidente, Palácio Presidencial Ak Orda. Astana, Cazaquistão (2016).

Embora seja oficialmente a residência do presidente do país, ele não mora propriamente neste local de trabalho. (Sobre Astana, ler este post.) 

18.7.17

Casas «deles» (10)



Reis da Tailândia. Palácio de Verão de Bang Pa-In, Provincia de Ayutthaya, Tailândia (2012).

Começou a ser construído no século XVII, mas a maior parte dos edifícios data do período que vai de 1872 a 1889. Hoje, é raramente utilizado pela família real tailandesa e nele têm lugar apenas alguns banquetes e outras cerimónias oficiais.

17.7.17

Casas «deles» (9)



Pedro, O Grande, Peterhof (Jardim de Pedro). Peterhof (a 30 KM de S. Petersburgo), Rússia (2012).

Na primeira metade do século XVIII, a cidade de S. Petersburgo viu-se rodeada de palácios e parques sumptuosos, onde os czares e os seus próximos passavam os meses de Verão. O mais célebre é sem dúvida Peterhof, um extraordinário conjunto de edifícios e de jardins, mandado construir por Pedro, o Grande (entre 1714 e 1725). Inspirado em Versailles, embora mais pequeno, mas com fontes e cascatas em maior número e mais espectaculares – o seu verdadeiro cartão-de-visita. Um canal liga o Grande Palácio ao Mar Báltico, mais concretamente ao Golfo da Finlândia. Os jardins são lindíssimos. (É proibido tirar fotografias no interior do Palácio…)


15.7.17

Casas «deles» (6)



Carlos Páez Vilar, Casa - Museo Taller Casapueblo, Puta Ballena (perto de Punta del Este), Uruguai (2015).

CPV, uma das glórias do povo uruguaio, nasceu em Montevideu e morreu em 2014, com 90 anos. Viajou pelos quatro cantos do mundo, foi amigo de Picasso, Dali, Calder, Vinícius de Moraes e muitos outros. Homem de sete ofícios, dedicou-se não só à pintura, escultura e cerâmica, mas também ao cinema e à literatura. Em 1958, decidiu construir uma casa por cima das falésias de Punta Ballena e levou 40 anos a concretizar o projecto. A casa é hoje um Museu (mais um hotel e uma outra parte onde a família continua a viver).

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14.7.17

Casas «deles» (6)



José Estaline. Casa onde nasceu e viveu até aos 4 anos, Museu anexo e carruagem. Gori, Geórgia (2012).

A casa é humilde e nada tem de especial, o Museu é grande, cheio de fotografias, documentos e objectos bem apresentados. Mas, da primeira à última sala, visita-se um verdadeiro «monumento» laudatório ao estalinismo, no mínimo aterrador. Por uma decisão tomada pelo ministro da Cultura em 2008, estava previsto que o dito Museu fosse encerrado no fim do ano em que lá estive (2012) para reorganização e «actualização» do conteúdo, mas a Assembleia Municipal de Gori decidiu o contrário: deve ficar tal como está – e ficou… A carruagem, que já mostrei na série sobre Transportes, encontra-se em frente da casa. 



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13.7.17

Casas «deles» (5)



Madre Teresa de Calcutá. Mother House, onde viveu e se encontra o seu túmulo. Local de «peregrinação», mesmo para ateus… Calcutá, Índia (2010).

12.7.17

Casas «deles» (4)



Pablo Neruda (que faria hoje 113 anos…) viveu nesta casa – «La Chascona» – até morrer. Santiago do Chile, Chile (2010).

«La Chascona»: palavra quíchua que significa «despenteada» em homenagem ao cabelo ruivo e selvagem da sua amada secreta, Matilde Urrutia, para quem mandou construir esta casa em 1953. Dois anos mais tarde Neruda deixou a mulher com quem era casado e foi viver também em «La Chascona». Entre o 11 de Setembro de 1973, que vitimou Allende e o seu regime, e o dia 23 do mesmo mês quando Neruda morreu numa clínica de Santiago, a casa foi vandalizada, mas foi lá que teve lugar o seu velório por decisão de Matilde. Esta viveu em «La Chascona» até morrer, em 1985, e o local foi depois transformado em Museu, destinado a difundir a obra do poeta. (De lá trouxe uns livros e uns cds com a sua inconfundível voz.) 
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11.7.17

Casas «deles» (3)



Simón Bolivar morreu, em 17 de Dezembro de 1830, na Quinta de San Pedro Alejandrino. Santa Marta, Colômbia (2012).

Bolívar esteve poucos dias nesta Quinta, onde esperava por um barco que o levasse a Espanha para ser submetido a tratamentos de males pulmonares. Mas é a tal ponto objecto de «culto», em grande parte da América Latina, que a Quinta é ainda hoje local de visita obrigatória e a casa se mantém especialmente bem cuidada e rodeada de magníficas árvores e espaços verdes (onde se passeiam simpáticas iguanas…).




10.7.17

Casas «deles» (2)



Ho Chi Minh viveu e trabalhou numa parte desta casa entre 1954 e 1958. Hanói, Vietname, (2009).


9.7.17

Casas «deles» (1)



Gabriel García Márquez. Casa dos avós (hoje museu), onde nasceu em 1927 e viveu até aos 10 anos. Aracataca, Colômbia (2012).

Nova série com casas de pessoas importantes (porque «importam»…), pelas quais passei. A primeira não podia deixar de ser esta…