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4.8.17

Templos budistas e não só – Foram 12


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3.8.17

Templos budistas e não só (12)




Pagode Shwedagon. Yangon (Rangum), Birmânia (2009).

O Pagode Shwedagon, com 98 metros de altura, está situado no principal centro religioso da Birmânia, numa plataforma em mármore de 5,6 mil hectares. É muito difícil dar uma ideia do que trata, entre o kitsh (quando lé entrei, chamei-lhe Disneylândia do budismo…) e o muito belo e único. O templo principal está rodeado por 72 edifícios dos mais variados tipos, incluindo quatro grandes templos que apontam para os pontos cardeais. A base do pagode principal é feita de tijolos cobertos com milhares de placas de ouro.



2.8.17

Templos budistas e não só (11)



Grande Templo de Kasuga. Nara, Japão (2006).

Trata-se de um templo xintoísta, fundado em 769 e várias vezes reconstruído. É famoso pelas suas lanternas de bronze e mais de 300, de pedra, colocadas ao longo do caminho que leva ao templo. Esse caminho passa pelo Parque dos Cervos, considerados mensageiros sagrados dos deuses xintoístas. Andam à solta e recebem os visitantes.


1.8.17

Templos budistas e não só (10)



Templo do Buda de Jade. Xangai, China (2004).

Este templo budista foi construído em 1882 e tem duas estátuas de Buda em jade, trazidas da Birmânia. Esta, de Buda reclinado, representa a sua morte. Não era permitido tirar fotografias dentro do templo, tirei esta à má fila…
Na segunda fotografia, não deixar de ver a 4ª imagem que mostra quem por lá passou e ficou recordado numa parede: Mário Soares e Maria Barroso.

31.7.17

Templos budistas e não só (9)



Mosteiro de Taktsang (O ninho do tigre). Paro, Butão (2010). 

Já falei deste mosteiro numa outra série, mas é impossível não o incluir nesta. Foi construído em 1692, fica a 3.120 metros de altitude, numa das trez e «cavernas» ou «ninhos» espalhados pelo Tibete e pelo Butão, onde o santo budista Guru Padmasambhava terá meditado no século IX. (Na imagem aqui mais abaixo, uma ideia da sua implantação.)

30.7.17

Templos budistas e não só (8)



Templo de Chaukhtatgyi, Buda Reclinado. Bahan, Yangon, Birmânia, 2009.

Este Buda tem 66 metros de comprimento e 30 de altura. Começou por ficar pronto em 1907, mas sem proporções correctas e com expressão agressiva. A imagem foi destruída em 1950 e a actual consagrada em 1973. Vi vários budas deitados em templos budistas, mas este é certamente um dos mais impressionantes! Pela dimensão que tem, não há distância suficiente para o fotografar devidamente.

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29.7.17

Templos budistas e não só (7)



Kinkaku-ji (Templo do Pavilhão Dourado). Quioto, Japão (2006).

O templo budista Kinkaku-ji, com exceção do rés-do-chão, está coberto por uma folha de ouro e é rodeado pelo Kyōko-chi (Lago Espelhado). Construído em 1397, foi incendiado em 1950 por um monge louco, datando a estrutura actual de 1955. Infelizmente não é permitido visitar o interior, mas o reflexo do dourado do templo no lago é absolutamente espectacular. 
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28.7.17

Templos budistas e não só (6)



Angkor Wat. Siem Reap, Camboja (2009).

Angkor Wat é o maior dos templos de Angkor, primeiro hindu e depois budista, expoente máximo da arquitetura Khmer, um dos tesouros arqueológicos mais importantes do mundo.
Angkor foi capital do Império Khmer entre os séculos IX e XV e pesquisas recentes concluíram que poderá ter ocupado 3.000 km² e tido uma população de 500.000 habitantes («a maior cidade pré-industrial do mundo»). Nela foram encontradas ruínas de mais de 1.000 templos. Por lá andei uns dias e não vi mais do que uma pequeníssima parte – com um calor tórrido e húmido como nunca experimentei em mais alguma parte do mundo… 




27.7.17

Templos budistas e não só (5)



Wat Xieng Thong. Luang Prabang, Laos (2009).

Wat Xieng Thong (ou Templo da Cidade Dourada) é um dos mais importantes complexos budistas do Laos, com mais de vinte estruturas, para além de jardins com árvores e flores. Construído em 1559-1560, foi sendo aumentado e restaurado, nomeadamente já no século XX com uma ajuda especial da França.



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26.7.17

Templos budistas e não só (4)



Nikkō Tōshō-gū. Nikkō, Tochigi, Japão (2006).

Nikkō Tōshō-gū é um templo xintoísta que se insere num conjunto absolutamente impressionante de Santuários, que é patrimônio mundial da UNESCO. Começou a ser construído em 1617, foi-se expandindo, alguns dos elementos do santuário foram por vezes destruídos parcialmente pelo fogo e reconstruídos ao longo dos séculos. 



25.7.17

Templos budistas e não só (3)



Templo do Céu (Tiantan Park). Pequim, China (2003).

Trata-se de um conjunto de templos taoistas, o maior da China. Quase todo construído durante a Dinastia Ming, a partir de 1420, foi considerado Património da Humanidade pela UNESCO em 1998. Inclui a Sala de Oração pelas Boas Colheitas, o Altar Circular e a Abóbada Imperial Celestial. Ocupa uma área muito extensa (quase 3 milhões de metros quadrados), sendo a maior parte coberta de vegetação.


24.7.17

Templos budistas e não só (2)



Templos de Bagan. Birmânia (2009).

Foi de balão que vi as ruínas de Bagan – uma experiência inesquecível! Os templos ocupam 41 km2 e foram construídos entre o século XI e o XIII, quando Bagan era a capital do império birmanês. Julga-se que chegaram a ser 5.000, em 2014 foram oficialmente quantificados em 3.312. A região é sujeita a sismos e o maior dos últimos tempos, de 1975, provocou grandes estragos. Em 2016, um outro atingiu 185 templos. Em Bagan, a restauração é uma actividade contínua…



23.7.17

Templos budistas e não só (1)




Wat Phra That Doi Suthep, Chiang Mai, Tailândia, 2012.

É um dos templos budistas mais importantes do Norte da Tailândia, que começou a ser construído em 1386 no alto de uma montanha, a pedido do Rei Kuena. Conta a lenda que esse rei tinha uma relíquia de Buda sem saber onde a guardar. Atou-a a um elefante e esperou para ver onde ele a colocava. O elefante subiu a uma montanha, ajoelhou-se e morreu. O rei decidiu então que o templo fosse construído nesse lugar.