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7.2.17

As mentiras, a mudança da China e a guerra



«O mundo parece menos seguro. Especialmente quando uma conselheira principal de Trump, Kellyanne Conway, vem defender o entrave à entrada de imigrantes muçulmanos nos EUA com um massacre que nunca existiu.

Ela falou do "massacre de Bowling Green" como exemplo para a acção presidencial. Só que o massacre nunca existiu. Pormenores. Talvez por isso Isabel Hilton, no Guardian, vem dizer que há um novo fascínio pela China. Há uns anos, os académicos liberais esperavam que a abertura económica da China traria uma sociedade aberta. Erraram. Mas agora tudo muda com Trump: "As não-verdades oficiais da China parecem modestas em comparação com as de um homem (Trump) que mal diz uma frase sem dizer uma mentira. Para Pequim a questão é saber se uma tentativa de substituir a influência dos EUA é possível ou desejável. Para os aliados dos EUA a questão é até onde devem desejar o sucesso de Pequim." Uma boa questão.

No Independent, Sean O'Grady questiona se as previsões de Steve Bannon, o principal conselheiro de Trump, de que vai haver uma guerra nos mares do Sul da China se vão concretizar. E escreve: "Onde começará Donald Trump a sua primeira guerra? Ele parece um homem sempre em busca de uma briga. A má notícia é que há muitos no mundo que lhe podem dar uma." Muito interessante é a análise do conceito P. J. O'Rourke no Weekly Standard: "A eleição de 2016 foi terrível porque não foi uma eleição, foi uma rebelião. A América está a ter uma guerra civil, ou melhor, uma guerra de incivilidade. Não é entre republicanos e democratas ou entre conservadores e progressistas. É entre os que estão assustados e aquilo de que têm medo. Está a ser lutada pelas pessoas que consideram que não controlam nada. Eles estão a cercar as pessoas que acham que controlam tudo." É uma análise a ter em conta.»

1 comments:

mensagensnanett disse...

POIS É, O PESSOAL FICOU RESSABIADO!
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Pode parecer pouco... mas, na realidade, é muito muito muito:
- Donald Trump enfrentou os psicopatas globalistas - que controlam os media - e salvou a liberdade de expressão!
Antes de Trump, quando se falava em fronteiras/Identidade os psicopatas globalistas - pretendem implementar NOVOS TABUS na civilização - vociferavam "fascistas, nazis, etc" até silenciarem as vozes desalinhadas.
Depois de Trump passou a ser possível falar em fronteiras/Identidade com naturalidade.
Trump ao impor o fim do tabu... fez com que os psicopatas globalistas, que controlam os media (nota: eles queriam implementar novos tabus na civilização), ficassem ressabiados.
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É preciso dizer não aos psicopatas globalistas, isto é, ou seja, não se pode deixar de reivindicar o LEGÍTIMO Direito à sobrevivência de Identidades Autóctones: Separatismo-50-50.
Leia-se:
- Todos Diferentes, Todos Iguais... isto é, ou seja, todas as Identidades Autóctones devem possuir o Direito de ter o SEU espaço no planeta.
[nota: Inclusive as de rendimento demográfico mais baixo... Inclusive as economicamente menos rentáveis...]
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Explicando melhor:
- Democracia sim; todavia, a minoria de autóctones que se interessa pela sobrevivência da sua Identidade... tem de dizer NÃO ao nazismo-democrático, leia-se: é preciso dizer não àqueles que pretendem democraticamente determinar o Direito (ou não) à Sobrevivência de outros, isto é, ou seja, é preciso dizer não àqueles que evocam pretextos para negar o Direito à Sobrevivência de outros.
[nota: nazismo não é o ser 'alto e louro', bla bla bla,... mas sim a busca de pretextos com o objectivo de negar o Direito à Sobrevivência de outros!]
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Dito de outra maneira:
- a existência duma histeria colectiva... não faz diferença nenhuma!
- há, isso sim, é que mobilizar os nativos que se interessam pela SOBREVIVÊNCIA da sua Identidade!
- leia-se: os 'globalization-lovers', UE-lovers e afins, que fiquem na sua... desde que respeitem os Direitos dos outros... e vice-versa!
---» ver blog http://separatismo--50--50.blogspot.com/.
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Anexo:
É NECESSÁRIO UM ACTIVISMO GLOBAL
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Sabendo que os não-nativos naturalizados estão com uma demografia imparável em relação aos nativos, Marine Le Pen (líder do partido FN) defende a criação dum imposto sobre contratos de trabalhadores estrangeiros... hum, pois, com licença, ahahihihahah.
Adiante.
É óbvio que a luta pela SOBREVIVÊNCIA duma Identidade não é coisa de partidos políticos (eles que apresentem ideias mais à Direita ou mais à Esquerda)... mas sim... a mobilização de pessoas sem olhar a partidos políticos:
-» Imagine-se manifestações (pró-Direito à Sobrevivência) na Europa, na América do Norte (Índios nativos), na América do Sul (Índios da Amazónia), na Ásia (Tibetanos), na Austrália (Aborígenes), ETC... manifestações essas envolvendo, lado a lado, participantes dos diversos continentes do planeta... tais manifestações teriam um impacto global muito forte.