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14.8.25

14.08.1385 – Dia da nossa Padeira

 


Conta a história ou a lenda, e para o caso pouco importa, que foi num 14 de Agosto que «uma mulher corpulenta, ossuda e feia, de nariz adunco, boca muito rasgada e cabelos crespos», com seis dedos em cada mão, Brites de Almeida de seu nome, pegou em armas e se juntou às tropas portuguesas que se fartaram de matar castelhanos. Veio a casa, despachou mais sete que encontrou escondidos no forno e fez-se de novo à estrada. 

14.8.24

14.08.1385 – A nossa Padeira

 


Conta a história ou a lenda, e para o caso pouco importa, que foi num 14 de Agosto que «uma mulher corpulenta, ossuda e feia, de nariz adunco, boca muito rasgada e cabelos crespos», com seis dedos em cada mão, Brites de Almeida de seu nome, pegou em armas e se juntou às tropas portuguesas que se fartaram de matar castelhanos. Veio a casa, despachou mais sete que encontrou escondidos no forno e fez-se de novo à estrada. Não tinha vocação para «pactos de regime».
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14.8.23

14.08.1385 – A nossa Padeira

 


Conta a história ou a lenda, e para o caso pouco importa, que foi num 14 de Agosto que «uma mulher corpulenta, ossuda e feia, de nariz adunco, boca muito rasgada e cabelos crespos», com seis dedos em cada mão, Brites de Almeida de seu nome, pegou em armas e se juntou às tropas portuguesas que se fartaram de matar castelhanos. Veio a casa, despachou mais sete que encontrou escondidos no forno e fez-se de novo à estrada. Ah, valente!
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14.8.22

14.08.1385 – A nossa Padeira

 


Conta a história ou a lenda, e para o caso pouco importa, que foi num 14 de Agosto que «uma mulher corpulenta, ossuda e feia, de nariz adunco, boca muito rasgada e cabelos crespos», com seis dedos em cada mão, Brites de Almeida de seu nome, pegou em armas e se juntou às tropas portuguesas que se fartaram de matar castelhanos. Veio a casa, despachou mais sete que encontrou escondidos no forno e fez-se de novo à estrada. Ah, valente!
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14.8.21

Aljubarrota, 1385



Conta a história ou a lenda, e para o caso pouco importa, que foi num 14 de Agosto que «uma mulher corpulenta, ossuda e feia, de nariz adunco, boca muito rasgada e cabelos crespos», com seis dedos em cada mão, Brites de Almeida de seu nome, pegou em armas e se juntou às tropas portuguesas que se fartaram de matar castelhanos. Veio a casa, despachou mais sete que encontrou escondidos no forno e fez-se de novo à estrada.
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14.8.20

14.08.1385 – Dia da nossa Padeira



Em 2020, estaria no Facebook? Pela blogosfera era pouco provável que andasse. Já teria regressado ao Twitter, cada vez mais cool, ou optado directamente pelo Tik Tok?
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14.8.19

A greve e a Padeira



Conta a história ou a lenda, pouco importa, que há 634 anos Brites de Almeida pegou em armas e se juntou às tropas portuguesas que se fartaram de matar castelhanos.

Não consta que castelhanos estejam a conduzir camiões de matérias perigosas, mas hoje acordei com uma dúvida: de que lado da barricada estaria a nossa padeira, cujos feitos hoje se comemoram? Motoristas ou Antram/Governo?
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14.8.16

14.08.1385. A Padeira é nossa!



Conta a história ou a lenda, e para o caso pouco importa, que foi num 14 de Agosto que «uma mulher corpulenta, ossuda e feia, de nariz adunco, boca muito rasgada e cabelos crespos», com seis dedos em cada mão, Brites de Almeida de seu nome, pegou em armas e se juntou às tropas portuguesas que se fartaram de matar castelhanos. Veio a casa, despachou mais sete que encontrou escondidos no forno e fez-se de novo à estrada.

Já lá vão 631 anos. De vez em quando, bem jeito dava que uma outra Padeira irrompesse na nossa História. Fomos ficando muito mansos… 
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