25.5.25
11.2.25
Olhem para os seis milhões de mortos no Congo
6.7.23
É duro de ouvir, mas...
9.7.20
Entretanto em África
7.4.20
Covid-19: África – e agora?
28.3.20
1.8.19
E se a África rejeitasse os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável?
6.7.18
África é um país?
27.8.14
28.1.14
África deles – China e Japão
30.7.11
29.7.11
E a Somália?
Ler: ACNUR: "Lo que hacemos en Somalia no es suficiente".
12.7.10
África perdeu um velho aliado – morreu Basil Davidson
26.6.10
BUALA – cultura contemporânea africana
11.6.10
África do Sul: a degenerescência do ANC
6.6.10
Entretanto, na China (2)
«A China já se está a preparar para produzir em outsourcing daqui a duas décadas. É clara a sua influência em África e o cruzamento com empresários e bancos africanos. Conhecemos poucas marcas mundiais chinesas e podem testá-las nesta região antes de as lançar no mercado global. África será a fonte de mão-de-obra barata.» (O sublinhado é meu.)
4.4.10
Dakar ou Pyongyang
3.4.10
Mais gente como nós
In The Hands of God from Mustafa Davis on Vimeo.
This is a short film I made while in the Mulanje District of southern Malawi. Its the intimate story of a father and son. The film has very little dialogue. I wanted to let the compelling images tell this story so as not to take away from the purity of it.
This film was not scripted. These are real life characters that I was fortunate to have had the chance to meet. I simply turned my camera towards them and the story told itself.
The music is "Over The Pond" by Album Leaf. It a beautiful song that I felt reflected both the beauty and sorrow of the film.
(Via Nene Paraíso no Facebook)
10.12.07
«África dice no»
Subtítulo: «La cumbre de Lisboa se adorna con grandes palabras. Pero tropieza en todo lo demás»
De um modo geral, os ecos da Cimeira UE/África na imprensa estrangeira estão longe do tom triunfalista com que os nossos meios de comunicação nos brindaram.
O El País fica como exemplo.
«La cumbre Europa-África ha terminado como suelen hacerlo estos acontecimientos, con grandes palabras y poca sustancia, algo inevitable cuando, como es el caso, los interlocutores - el mayor bloque comercial del mundo y el continente más pobre - no se han visto juntos las caras durante siete años. (...)
El otro debe de la reunión convocada por Portugal (...) está en su incapacidad para llevar a lo más alto de la agenda dos de las crisis más brutales y olvidadas, Zimbabue y Darfur, y a sus respectivos directores de orquesta.»
Um outro exemplo, no Le Monde:
«Personne ne peut jurer que ce sommet Union européenne - Afrique méritera le qualificatif d'"historique" proclamé lors de sa clôture. Aucune des crises du moment n'aura connu d'avancée dans son règlement pendant ces deux jours de rencontre.»














