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28.2.25

Passaram oito anos

 


Já houve um 28 de Fevereiro em que cheguei a Sydney ao nascer do dia e que fotografei isto. Numa viagem maravilhosa, ainda bem que não previa o estado deste mundo em 2025.

19.8.24

Árvores grandes, grandes árvores (5)

 


Parque Kuranda, perto de Cairns, Austrália, 2017.

No Norte da Austrália, este parque tem cerca de 27 mil hectares de floresta tropical montanhosa e andei por lá durante um dia, em vários meios de transporte. Comecei por um combóio preparado para proporcionar belíssimas perspectivas de montes, vales e cascatas, continuei num tanque anfíbio que já andou pela Segunda Guerra Mundial e acabei num teleférico, com sete quilómetros de comprimento, que passa por cima de muitos milhares de árvores gigantescas e permite que se tenha uma ideia da variedade e da dimensão do que está em causa.

Tudo isto com o Mar de Coral no horizonte.

7.8.24

Bichos há muitos (3)

 


Grande Barreira de Corais, Cairns, Austrália, 2017.

A Grande Barreira de Coral estende-se por 2.300 quilómetros ao largo da costa Nordeste da Austrália e é formada por uma rede de 2.900 recifes de corais. Estes são animais vivos e sensíveis, da mesma família das alforrecas, mas que criam um esqueleto calcário e sólido.

No local por onde andei, há cerca de 400 espécies e vi-as através das janelas de um pequeno submarino, num espectáculo absolutamente impressionante pela diversidade, pelas cores e pelo brilho. É sabido que os corais estão altamente atingidos pelas alterações climáticas e que se tenta, a todo o custo, evitar que «desapareçam».

5.8.24

Bichos há muitos (1)

 


Um belo casuar. Sydney, Austrália, 2017.

O casuar é uma ave de grande porte, nativa do nordeste da Austrália, Nova Guiné e ilhas próximas, muito ágil (pode correr 50 km/hora e saltar 1,5m).

Torna-se muito agressiva se se trata de proteger ninhos e crias. As fêmeas põem entre 3 e 5 ovos, mas depois vão-se embora e os machos cuidam sozinhos dos ninhos e das crias durante os nove meses seguintes.

31.7.24

Não temos cá disto (8)

 


Uluru, Ayers Rock, Austrália, 2017.

Uluru é um grande monólito de arenito, com 8,5 km de largura e 348 metros de altura, que vai mudando de cor conforme a incidência do Sol. Situa-se no Parque Nacional de Uluru-Kata e é o segundo maior monólito do mundo (depois de um outro, também na Austrália). É Património Mundial da UNESCO.

Fiz uma longa caminhada lá dentro, que me permitiu ver uma pequena parte do conjunto de desfiladeiros, covas, vegetação, lagos e símbolos da cultura aborígene – tudo isto com 39ºC.

Um dos pontos interessantes ligados a Uluru reside nas muitas lendas sobre as suas origens e características. Algumas das grutas são utilizadas para dar aulas a crianças que frequentam escolas aborígenes e são também usadas como cozinhas em momentos especiais ou noutro tipo de actividades.

É difícil descrever o fascínio que este «objecto» provoca, mas não se parece com nada onde eu tenha andado antes.

27.2.24

Memórias quase cruéis

 


Há sete anos, passei o 27 de Fevereiro rigorosamente do outro lado do mundo. Na Tasmânia!

O que escrevi nesse dia e algumas das imagens que guardei AQUI.
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28.2.23

Memórias

 


Já houve um 28 de Fevereiro em que cheguei a Sydney ao nascer do dia e vi isto. Tenho de reconhecer que esta Ópera é ligeiramente mais bonita do que o Estádio do Benfica que tenho aqui ao lado…
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10.8.22

Entretanto na Austrália

 


Um mundo novo que nunca imaginámos: executivos de topo a carregarem malas.

(El País, 09.08.2022)
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3.3.21

Uluru

 


Há quatro anos, andava pelo Uluru (Ayers Rock, Austrália), um grande monólito de arenito, com 8,5 km de largura e 348 metros de altura, que vai mudando de cor conforme a incidência do Sol.

Fiz uma longa caminhada lá dentro, que me permitiu ver uma pequena parte do conjunto de desfiladeiros, covas, vegetação, lagos e símbolos da cultura aborígene – tudo isto com… 39ºC.

Um dos pontos interessantes ligados a Uluru reside nas muitas lendas sobre as suas origens e características e algumas das grutas são utilizadas para dar aulas a crianças que frequentam escolas aborígenes, usadas como cozinhas em momentos especiais ou noutro tipo de actividades.

Inesquecível e sem se parecer com nada que tivesse alguma vez vislumbrado...






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27.2.21

Na vida pré-Covid…

 


Parece quase irreal que, há quatro anos, eu tenha passado um 27 de Fevereiro rigorosamente do outro lado do mundo. Na… Tasmânia!

A sua verdadeira relíquia é o Monte Wellington, com 1.271 metros de altitude e do cimo do qual se tem uma vista espectacular de 360º sobre Hobart e arredores. Montanhas, pedras, vegetação e água quase a perder de vista! Absolutamente inesquecível.






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25.12.20

Não é um conto de Natal, mas podia ser




 

Na Austrália, dois pinguins "encontram-se regularmente para se confortarem um ao outro" após a morte dos seus companheiros.

A fotografia foi captada há mais de um ano e partilhada nas redes sociais em Março, numa altura em que uma pandemia ainda quase desconhecida começava a privar as pessoas de coisas tão simples como um toque ou um abraço. 

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14.10.20

Corais na Austrália

 


Isto é terrível! Tive a sorte de ainda ver muito - antes desta desgraça e de o Covid me manter por cá em prisão domiciliária. 


«O número de corais na Grande Barreira de Coral, na Austrália, diminuiu mais de 50% desde 1995, alerta um estudo do Centro de Excelência para o Estudo dos Recifes de Coral (CoralCoE), uma entidade australiana que em 2018 já tinha alertado para o desaparecimento dos corais de superfície. O aquecimento global está a perturbar de forma irreversível este ecossistema subaquático, alertam agora num estudo publicado na revista científica Proceedings of the Royal Society.»
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27.8.20

Bicharada Pré-Covid (8)



Um casuar, Sydney, Austrália, 2017.

O casuar é uma ave de grande porte, nativa do nordeste da Austrália, Nova Guiné e ilhas próximas, muito ágil (pode correr 50 km/hora e saltar 1,5m). Torna-se muito agressiva se se trata de proteger ninhos e crias. As fêmeas põem entre 3 e 5 ovos, mas depois vão-se embora para acasalar noutro sítio e os machos cuidam sozinhos dos ninhos e das crias durante os nove meses seguintes – muito «à frente» e grande contributo para alta taxa de natalidade…
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25.8.20

Bicharada Pré-Covid (6)



Grande Barreira de Corais, Cairns, Austrália, 2017.

A Grande Barreira de Coral estende-se por 2.300 quilómetros ao largo da costa Nordeste da Austrália e é formada por uma rede de 2.900 recifes de corais. Estes são animais vivos e sensíveis, da mesma família das alforrecas, mas que criam um esqueleto calcário e sólido. No local por onde andei, há cerca de 400 espécies e vi-as através das janelas de um pequeno submarino, num espectáculo absolutamente impressionante pela diversidade, pelas cores e pelo brilho. É sabido que os corais estão altamente atingidos pelas alterações climáticas e que se tenta, a todo o custo,evitar que «desapareçam».



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22.8.20

Bicharada Pré-Covid (3)



Coala no Featherdale Wildlife Park, Doonside, Sydney, Austrália, 2017.

Este parque alberga animais selvagens da fauna australiana, pássaros, répteis e marsupiais – davam para uma série inteira desta bicharada...



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14.8.20

Grandes árvores deste mundo (5)



Parque Kuranda, perto de Cairns, Austrália, 2017.

No Norte da Austrália, este parque tem cerca de 27 mil hectares de floresta tropical montanhosa e andei por lá durante um dia, em vários meios de transporte: comecei por um combóio preparado para proporcionar belíssimas perspectivas de montes, vales e cascatas, continuei num tanque anfíbio que já andou pela Segunda Guerra Mundial e acabei num teleférico, com sete quilómetros de comprimento, que passa por cima de muitos milhares de árvores gigantescas e permite que se tenha uma ideia da variedade e da dimensão do que está em causa. Tudo isto com o Mar de Coral no horizonte.






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7.5.20

Uma iniciativa maravilhosa!




«Estas equipas estão a usar uma técnica especial chamada recorte de coral para plantar pedaços de coral nas áreas mais afectadas pelas alterações climáticas. (…) Ao todo, são cinco as empresas de turismo que se inscreveram no Coral Nurture Program, uma parceria entre turismo e ciência para melhorar a administração do recife. (…)

Tudo isto resulta em uma dramática, embora necessária, mudança de rumo para as empresas que antes enchiam os seus catamarãs com turistas para visitarem os corais.

Os recifes de coral serão um elemento essencial num mundo pós-coronavírus. Além de abrigar inúmeros animais marinhos, também protegem os seres humanos, formando um amortecedor natural contra ondas, tempestades e inundações.

Dada a nossa situação actual do coronavírus, também é uma tarefa especialmente oportuna: os recifes de coral são considerados os “armários de remédios do século XXI”.

“Plantas e animais de recifes de corais são fontes importantes de novos medicamentos para tratar cancro, artrite, infecções bacterianas humanas, doença de Alzheimer, doenças cardíacas, vírus e outras doenças”, observa a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica americana no seu site.

Os recifes também alimentam a economia, já que atraem turistas de mais de 100 países. Mas a extrema sensibilidade dos corais também pode ser a sua ruína. Tudo, desde o tráfego de navios até a sobrepesca e as alterações climáticas induzidas pelo homem, estão a ter um impacto perigoso nos sistemas de recifes do mundo.

Estima-se que 50% da Grande Barreira de Coral, por exemplo, já tenha sido perdida, com especialistas a prever que o restante poderia desaparecer nos próximos 30 anos.»
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2.1.20

A Nova Zelândia que eu ainda vi…




«As cinzas e a poeira dos incêndios da Austrália estão a ser transportadas até aos glaciares neozelandeses que mudaram de cor e podem perder 30% do volume.
Desde a década de 1970 que investigadores têm vindo a registar a diminuição em quase um terço dos glaciares deste país. É expectável que desapareçam até ao final da década.»

Eu vi os glaciares assim, exactamente há três anos!

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31.12.18

Anos velhos (1)



Na Tasmânia, já são 3:52 am de 01.01.2019 e não me importava nada de lá estar, como estive há quase dois anos.
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2.3.18

Reviajar é reviver



Há um ano andava eu pelo Uluru, na Austrália, bem melhor do que estou aqui, e com uns belos 39ºC. Reviajar é reviver, sem dúvida!

Voltar a ler e ver aqui.
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