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1.7.17

Bichos, muita bicharada (9)



Uma boa sesta na Rota da Seda. Khiva, Uzbequistão (2011).
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7.5.17

Gentes deste mundo (3)



Mulheres uzbeques muçulmanas e os seus belos vestidos coloridos. Samarcanda (Uzbequistão), 2011.
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14.9.13

«Reviajando»



Nesta data, há dois anos, estava eu em plena Rota da Seda, mais concretamente em Bukhara, no Uzbequistão.
Com mais de 2.500 anos, no meio de areias, esta que é uma das sete cidades santas do Islão e que já foi o seu centro intelectual, tem tanto para ver num conjunto impressionante de mesquitas e madrassas, classificado como Património Mundial pela UNESCO, que custa partir e deixá-la para trás com a certeza de só se ter visto uma parcela ínfima da sua riqueza.

«Revisitei-a» hoje... em fotografias. Deixo aqui uma pequeníssima parte.


Madrassa Mir-I-Arab, a maior madrassa da Ásia Central, que recebia estudantes não só deste país mas de todos os vizinhos, e até da China, e onde se aprendiam todos os segredos do Corão e não só. Vicissitudes do século XX transformaram-na em escola de quadros do KGB, mas regressou agora à sua missão de origem e alberga 250 estudantes do Islão.



O Minarete Kalon, construído em 1127, é sem dúvida o mais significativo símbolo de Bukhara, com 9 metros de diâmetro, 46 metros de altura e 106 degraus que merecem o esforço da subida pela vista panorâmica da cidade. 


Mais:








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23.9.11

As Cidades e as Praças (36)


Praça Registan, Samarcanda (2011)

(Para ver toda a série «As Cidades e as Praças», clicar na etiqueta «PRAÇAS».)
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16.9.11

Caras


No Uzbequistão, as pessoas são extremamente afáveis e não só gostam de ser fotografadas, como nos pedem muitas vezes que apontemos as máquinas digitais para verem depois o resultado. Por enquanto, porque ainda não são invadidas por rolos compressores de turistas.

Uma das estranhas curiosidades é o elevado número de homens e de mulheres que têm os dentes cobertos de ouro – para os protegerem, dizem...


Este não pediu o retrato:
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Uma pequeníssima amostra

15.9.11

Travessia do deserto


Que ninguém planeie vir de Bukhara a Khiva de carro antes de averiguar se a nova estrada em construção já está pronta ou arrisca-se a ter saudades dos governos do dr. Cavaco e do seu amor ao betão.

Atravessar o deserto de Kyzylkum de autocarro é uma aventura que leva um dia inteiro, de quase 12 horas, porque o que em tempos deve ter merecido o nome de estrada é agora um conjunto de buracos ligados por restos de alcatrão. Mas, enfim, o trabalho foi do motorista e cheguei agora ao meu último poiso no Uzbequistão.

Vou sair deste país com uma grande curiosidade quanto ao seu futuro próximo. Conseguirá desenvolver-se decentemente com os recursos que tem e que não são poucos (gás, muito algodão, ouro, urânio seda, etc., etc.)? Virá a evoluir politicamente no sentido da democracia, quando e como? Como continuará a lidar com o forte cordão umbilical que ainda o liga à Rússia, com a pressão da China, com a complexidade dos países vizinhos?

A meio da viagem. Amanhã à noite sigo para Istambul e irei depois até Baku.
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14.9.11

Multifunções


Numa das sete cidades santas do Islão, Bukhara, a maior madrassa da Ásia Central recebia estudantes não só deste país mas de todos os vizinhos, e até da China, e nela se aprendiam todos os segredos do Corão e não só.

Vicissitudes do século XX transformaram-na em escola de quadros do KGB, mas regressou agora à sua missão de origem e alberga 250 moçoilos estudiosos do Islão.

Como será o seu século XXII??? Aceitam-se apostas...
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Um 11 de Setembro diferente


Acesso à Internet é quando um hotel quiser e o meu não tem querido. Assim sendo, o tempo escasseia, podia continuar a mostrar monumentos lindíssimos que vou vendo aqui no Uzbequistão, mas opto por resumir a estranha experiência de viver o 10º aniversário do September 11 deste lado do mundo.

No hotel em que estava, o único canal em inglês que apanhei era russo e deu uma visão no mínimo sui generis dos acontecimentos. Reportagens das comemorações em Nova Iorque, sem dúvida, ligação a correspondentes em várias cidades do mundo, mas sempre com um anti-americanismo militante, umas vezes subtil outras nem por isso. Com o maior dos profissionalismos, num figurino do tipo CNN.

Sem nunca se louvar os ataques, estes foram referidos, constantemente e de vários modos, como puros e felizes pretextos para a América justificar o que veio a fazer no Iraque e no Afeganistão. Neste último país, mostravam-se fotografias das Torres em chamas a pessoas de todas as idades que, pura e simplesmente, diziam não saberem o que aquilo era. A ideia era portanto que o Ocidente cultiva o exagero da importância do que se passou e que esta deve ser minimizada.

Novidade? Nenhuma. Mas um pouco surpreendente na forma, apesar de tudo.

Já agora: no Museu do Povo Uzbeque, em Taskhent, no andar reservado à História recente, há uma fotografia do ataque às Torres Gémeas (sem legendas em inglês). Repito: trata-se do museu do povo UZBEQUE…
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12.9.11

Realidades que ignoramos


Ainda bem que vi Taskhent antes de tirar Samarcanda do meu imaginário e de pisar esta cidade única, citada por Heródoto, que encantou Alexandre Magno que a conquistou como muitos outros e que tem uma posição chave na Rota da Seda porque fica numa encruzilhada de estradas da China, Índia e Pérsia.

Todos os adjectivos são poucos para qualificar o que se vê, deixo algumas fotografias, mas, enquanto percorro tudo isto, pergunto-me por quanto tempo permanecerá esta Ásia Central ausente das nossas vidas. Olhando apenas para este país e para os que o rodeiam – Cazaquistão, Quirguistão, Tajiquistão, Turcomenistão e Afeganitão. –, e com a excepção do último pelas piores razões, quem nos fala da vida de muitos milhões de pessoas nestas nações com culturas absolutamente excepcionais e que, quase todas, estão a renascer nas suas novas independências de apenas vinte anos? Que estão a emergir, apesar de todas as vicissitudes e de muitos problemas?

Com o centro do mundo a deslocar-se para Oriente, julgo que poderemos vir a ter grandes surpresas, talvez mais cedo do que imaginamos. Boas? Más?


Samarcanda:

10.9.11

Pelos domínios de Genghis Khan


Algumas notas telegráficas que o tempo é pouco (e o sono muito).

Este país, o Uzbequistão, está no coração da Ásia Central, tem muitos vizinhos (e alguns «bons»…), como qualquer atlas o representa, cresce 4,6% ao ano, tem 27 milhões de habitantes, dois dos quais aqui na capital e é esmagadoramente de religião muçulmana (mas, curiosamente, vêem-se muito menos mulheres de cabeça tapada do que em Istambul).

Tashkent é uma cidade muito vasta, salta à vista a arquitectura tipicamente soviética assim que se chega, as avenidas muito largas e um sem número de parques e de lagos.

Podia focá-la de vários ângulos, mas hoje fica aqui apenas um: o olhar sobre a magnífica Praça Khast Imom, com a Madrassa Barak Khan, o Museu do Corão e alguns outros monumentos. Lindíssima, com uma cor e uma luz absolutamente extraordinárias!



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