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4.8.25

04.08.1578 – Adeus, Alcácer-Quibir

 


Foi há 447 anos que Portugal sofreu uma derrota em Alcácer-Quibir quando decidiu aliar-se a um sultão, Mulay Mohammed, e acabou por ser vencido por um outro, Mulei Moluco. Derrota pesada acima de tudo sobretudo porque nela se perdeu um rei sem descendentes, D. Sebastião.

Foi tal o desespero que o povo não quis acreditar na sua morte, ou ficou na expectativa que ressuscitasse, numa atitude heróica e trágica que o marcou para todo o sempre. Hoje continua, talvez inconsciente mas serenamente, à espera que regresse o tal salvador que o livrará de todos males.

Com música de vários autores:











4.8.24

04.08.1578 – Adeus, Alcácer-Quibir

 


Foi há 446 anos que Portugal sofreu uma derrota em Alcácer-Quibir quando decidiu aliar-se a um sultão, Mulay Mohammed, e acabou por ser vencido por um outro, Mulei Moluco. Derrota pesada acima de tudo sobretudo porque nela se perdeu um rei sem descendentes, D. Sebastião.

Foi tal o desespero que o povo não quis acreditar na sua morte, ou ficou na expectativa que ressuscitasse, numa atitude heróica e trágica que o marcou para todo o sempre. Hoje continua, talvez inconsciente mas serenamente, à espera que regresse o tal salvador que o livrará de todos males.

Com música de vários autores:











4.8.23

04.08.1578 – Lá se foi Alcácer-Quibir

 


Se alguém quisesse desenterrar a ideia peregrina de celebrar o «Dia da Raça», devia escolher a data de hoje. Sebastiânicos nascemos, sebastiânicos continuamos a ser – ficou no nosso ADN.

Mais a sério. Foi num 4 de Agosto, em 1578, que Portugal sofreu uma derrota em Alcácer-Quibir quando decidiu aliar-se a um sultão, Mulay Mohammed, e acabou por ser vencido por um outro, Mulei Moluco. Derrota pesada acima de tudo sobretudo porque nela se perdeu um rei sem descendentes, D. Sebastião.

Foi tal o desespero que o povo não quis acreditar na sua morte, ou ficou na expectativa que ressuscitasse, numa atitude heróica e trágica que o marcou para todo o sempre. Hoje continua, talvez inconsciente mas serenamente, à espera que regresse o tal salvador que o livrará de todos males.

Mas com música de S. Godinho, Adriano e Vitorino.






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4.8.22

04.08.1578 – Lá se foi Alcácer-Quibir

 


Se alguém quisesse desenterrar a ideia peregrina de celebrar o «Dia da Raça», devia escolher a data de hoje. Sebastiânicos nascemos, sebastiânicos continuamos a ser – ficou no nosso ADN.

Mais a sério. Foi num 4 de Agosto, em 1578, que Portugal sofreu uma derrota em Alcácer-Quibir quando decidiu aliar-se a um sultão, Mulay Mohammed, e acabou por ser vencido por um outro, Mulei Moluco. Derrota pesada acima de tudo sobretudo porque nela se perdeu um rei sem descendentes, D. Sebastião.

Foi tal o desespero que o povo não quis acreditar na sua morte, ou ficou na expectativa que ressuscitasse, numa atitude heróica e trágica que o marcou para todo o sempre. Hoje continua, talvez inconsciente mas serenamente, à espera que regresse o tal salvador que o livrará de todos males.

Mas com música de S. Godinho, Adriano e Vitorino.






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4.8.17

04.08.1578 – Lá se foi Alcácer-Quibir



Foi num 4 de Agosto, em 1578, que Portugal sofreu uma derrota em Alcácer-Quibir quando decidiu aliar-se a um sultão, Mulay Mohammed, e acabou por ser vencido por um outro, Mulei Moluco. Derrota pesada acima de tudo sobretudo porque nela se perdeu um rei sem descendentes, D. Sebastião.

Foi tal o desespero que o povo não quis acreditar na sua morte, ou ficou na expectativa que ressuscitasse, numa atitude heróica e trágica que o marcou para todo o sempre. Hoje continua, talvez inconsciente mas serenamente, à espera que regresse o tal salvador que o livrará de todos males.

Sebastiânicos nascemos, sebastiânicos nos têm – ficou no nosso ADN. Mas com música de S. Godinho, Adriano e J. M. Branco.






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