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12.8.19

12 de Agosto – Dia Mundial do Elefante



Estes são do Pinnawala Elephant Orphanage (Sri Lanka), fundado em 1975 para recolher sete pequenos elefantes órfãos. São agora muitos, de todas as idades, e os primeiros já são avós. Vi-os em 2011.
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21.4.19

O Sri Lanka também é isto



Por menos racional que seja, os locais onde já estivemos ficam-nos para sempre mais próximos. É o meu caso com o Sri Lanka.

Pôr-do-sol paradisíaco em Beruwela, Sri Lanka (2011)



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12.8.18

Dia Mundial do Elefante



Aqui ficam estes do Pinnawala Elephant Orphanage (Sri Lanka), fundado em 1975 com sete elefantes órfãos. São agora muitos, de todas as idades e tamanhos, e os primeiros já são avós.
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12.8.17

Dia do Elefante



Hoje é o Dia do Elefante. No Sri Lanka é sempre. Ou não se veria este belo animal doméstico, à entrada de um templo mesmo no centro da capital do país. 
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9.8.17

Sinais de trânsito «fora da caixa»



Quando os rios do Sri Lanka levam muita água, há que abrandar porque pode haver um simpático crocodilo a atravessar a estrada… 
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3.7.17

Bichos, muita bicharada (11)



Centro de Protecção de Tartarugas (a 1ª à esquerda, sem uma pata, não será lançada ao mar). Kosgoda, Sri Lanka (2011).

As tartarugas desovam na praia, os ovos são recolhidos e «chocados» debaixo de terra, algumas semanas mais tarde as crias nascem, são guardadas três dias em tanques e depois lançadas ao mar. Em tanques especiais, vivem algumas estropiadas, muitas delas recolhidas nos destroços do tsunami de 2004.
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23.6.17

Bichos, muita bicharada (1)



Avós, pais e netos do Orfanato de Elefantes de Pinnawala, num dos dois banhos diários. Sri Lanka (2011).

Este orfanato foi fundado em 1975, com sete elefantes órfãos. Atrai ao Sri Lanka estudiosos do mundo inteiro e é objecto de muitos filmes e livros. Cresceu e multiplicou-se, os primeiros órfãos já são avós. 
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1.6.17

Transportes «fora da caixa» (11)



Antes da boda, um passeio à praia num país que gosta dos seus elefantes. Beruwela, Sri Lanka (2011).
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13.5.17

Gentes deste mundo (9)



Há que colher bem o chá nas belas plantações de Nuwara Eliya (Sri Lanka), 2011.
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19.3.16

14.3.13

Grandes Árvores (2)



Royal Botanical Gardens, em Peradeniya, nos arredores de Kandy na Colômbia.


Mais algumas árvores, vistas por esse mundo fora. As três primeiras fotografias são de uma, verdadeiramente gigante, que ocupa cerca de 1600 m2.




Outra, do mesmo jardim:



Outra, algures, na cidade de Colombo:



Kandy e Colombo(2011)

 (Para ver a série, clicar na Label: ÁRVORES)
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6.9.12

14.8.11

Recenseamentos


No Sri Lanka, termina hoje o primeiro recenseamento de elefantes, em que terão estado envolvidas cerca de 3.500 pessoas.

Alguns temem que o objectivo seja pôr um maior número destes magníficos animais sagrados em cativeiro e as reacções dos defensores da vida selvagem não se fizeram esperar, sobretudo depois de um ministro ter declarado que alguns daqueles animais, mais jovens e mais fortes, poderão ser doados a templos.

Cada canto deste mundo com o seus problemas e as suas reivindicações, mas quem passou pelo Sri Lanka certamente que não estranha estes…



(Fonte)
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23.3.11

Primeiras impressões


Três horas de escala em Madrid deram para ler El País e o Público.es, de ponta a ponta, com detalhes sobre «El riesgo de crisis política [que] amenaza con llevar a Portugal al rescate».

Quanto à Líbia, as notícias não são más: são péssimas.

Vinte e cinco horas depois de ter saído do hotel em Colombo, aterrei na Portela. Havia vento em Lisboa, mas não lhe perguntei notícias do meu país: é sabido que o vento cala a desgraça…

Fazer rewind e regressar a Ceilão?
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21.3.11

Colombo, Líbia, etc. e tal


De novo em Colombo, e já em estágio para o regresso que começa amanhã e durará quase vinte e quatro horas, continuo a ver nomes portugueses por tudo quanto é sítio, o que até é intrigante porque não há vestígios equivalentes dos holandeses que nos substituíram na nobre missão de colonizadores por estas trapobanas.

Trata-se de uma capital com um milhão e meio de habitantes, um pouco confusa mas quase «suíça», se comparada com cidades indianas como Bombaim ou Calcutá, ou mesmo com outras de menor dimensão. Templos budistas um tanto compósitos, com estátuas, salas de estar e elefantes vivos que coexistem numa (tórrida) harmonia, tuc tucs e outros que tais que cruzam riscos contínuos duplos com uma calma olímpica e eficaz.

Enfim, em breve mergulharei de novo em PECs e re-PECs e, também, num mundo de certezas sem dúvidas, que, por aí, parece ter tomado conta da blogosfera e do Facebook. Estou a pensar concretamente na Líbia e na intervenção em curso, sobre a qual não consigo deixar de ter dúvidas e um mar de hesitações que parecem não inquietar os meus compatriotas, freneticamente por ou contra, num mundo nitidamente pintado a preto e branco. O problema é certamente meu, mas, com tudo o que tenho visto e ouvido nas televisões, vejo sobretudo vários tons de cinzento. Deve ser deste clima – ou da distância.

P.S. – Não posso estar mis de acordo com o que Ricardo Noronha escreveu no Vias de Facto:
«Não tenho ainda muito claras as ideias acerca do que se está a passar na Líbia, mas assim de repente já tenho uma opinião formada sobre o que se está a passar numa série de blogs em Portugal. (…) Nenhuma vida se perde ou se ganha devido ao que nós aqui escrevemos. Sei que custa a aceitar este facto, mas talvez seja útil relembrá-lo, uma vez que, nos últimos dias, quase se poderia julgar que a linha da frente do conflito na Líbia passou pelo meio dos nossos teclados. Para o bem e para o mal, não é esse o caso.»
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20.3.11

Um dia, isto acabará


O Sri Lanka é um país maioritariamente budista e o islamismo é seguido apenas por 8% da população, embora se sinta bem a sua presença nalgumas pequenas localidades por onde passei. Mas vêem-se muitos turistas estrangeiros, sobretudo nas praias, imediatamente identificáveis pelo dress code feminino.

E em verdade vos digo: por mais tolerante que se procure ser, é mesmo revoltante ver o marido em tronco nu, como qualquer banhista normal, divertido e refrescado, a brincar com os filhos pequenos no magnífico Índico, e a mulher vestida dos pés à cabeça, isolada a distância, à torreira de um Sol que nem vale classificar como abrasador porque nem há palavras para imaginar como é insuportável!

Não vi uma nem duas, mas várias. Convictas? Resignadas? Não sei. Impenetráveis e com o ar mais triste deste mundo.
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17.3.11

Paradise


Em Beruwela, algures na costa ocidental do Sri Lanka, numa praia com trovoadas à noite e muto Sol durante o dia, coqueiros, pouca gente e água do mar com uma temperatura inimaginável!

Quatro dias de descanso total, depois de uma semana muito interessante, mas um pouco violenta: 1.600 quilómetros em estradas que são como a que se vê na foto (aqui, um pouco mais abaixo), ou «normais» mas numa espécie de gincana constante, porque só existem duas faixas de rodagem para milhares de automóveis, camiões, tuc tucs, peões, vacas e elefantes. Os cães dormem no asfalto e esperam que os carros os contornem - e estes obedecem.

Desvantagens que são o reverso do bom lado da moeda: o turismo ainda não chegou em força, recente que é o fim das guerras internas e, também, o efeito devastador do tsunami de há quatro anos. Last but not (at all ) the least: tudo é extremamente barato para nós…

Por falar em tsunami, ontem passei por várias povoações com muitas casas ainda em ruínas e vi alguns cemitérios improvisados à beira da estrada. Recorde-se que houve então mais de 40.000 mortos neste país.

Pelo caminho foi dia de muita fauna, por exemplo numa visita a um interessante centro de protecção de tartarugas em Kosgoda. Estas desovam na praia, os ovos são recolhidos e «chocados» debaixo de terra, algumas semanas mais tarde as crias nascem e são guardadas três dias em tanques e depois lançadas ao mar (as da foto, tinham 24 horas de idade…). Em tanques especiais, vivem algumas estropiadas, recolhidas nos destroços do tsunami.

Recta quase final da viagem: depois desta estadia em Beruwela, um dia em Colombo e… o longo, muito longo regresso!...

(P.S. – O dr. Cavaco está melhor?)


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14.3.11

Por aqui, camisa é camisa e sapato é sapato


As antigas capitais deste país já ficaram para trás, fui entretanto descendo em latitude e subindo em altura. Estou neste momento a cerca de 2.000 metros, num hotel que já foi uma grande fábrica de chá, rodeado por uma paisagem linda de morrer.

Chá foi, aliás, o que mais vi nos últimos dois dias, em socalcos que parecem desenhados a compasso e, por vezes, de acesso quase inimaginável, entre árvores gigantescas de todos os tons de verde do universo.

Se as cidades nada têm de especial em termos urbanísticos, tudo o que as rodeia é magnífico - floresta, flores ou quedas de água.

Pelo caminho, andei também por uma sementeira de especiarias (ou não tivessem sido elas a atraírem tanto os nossos antepassados…), das mais variadas espécies e aplicações, desde condimentos para culinária até unguentos para todas as partes do corpo e do espírito.

E a propósito dos tais antepassados, foi por eles que os habitantes desta ilha ficaram a saber o que era pão e o que era vinho e a influência da língua veio para ficar: ainda hoje, camisa é camisa e sapato é sapato…

Quanto à ditosa pátria, deixei-a há menos de uma semana e sinto que certas realidades estão já a escapar-me. Parece que há mais PECs e que desta vez é que ninguém os quer, devo ter percebido mal uma notícia, lida de raspão, onde se dizia que Sócrates vai baixar o IVA do golfe para 6% e, ao entrar em certos blogues, só me vem à cabeça um velho dichote da minha mãe: «Deu a louca na farinha Amparo!». Mas o mal deve estar em mim, tudo voltará certamente ao sítio quando eu regressar – só daqui a muuuitos dias…


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