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28.3.25

Sismo 7.7 em Myanmar

 


Passei alguns dias nesse país que ficou na lista dos favoritos que tive a sorte de visitar. Hoje sofreu um terrível terramoto que atingiu também vários países vizinhos.

O epicentro foi em Mandalay, a última capital real da Birmânia, entre 1860 e 1885, e a segunda maior cidade do país. Com um palácio lindíssimo, templos, estupas e pagodes. A maior parte estará agora em detroços.

Há imagens, mas não as mostro. Ponho aqui, sim, esta menina que fotografei, precisamente em Mandalay, há uns 15 ou 16 anos. O seu ar sereno não me sai da cabeça.

2.8.24

Não temos cá disto (10)

 


Pagode Shwedagon. Yangon (Rangum), Birmânia, 2009.

Tem 98 metros de altura, está situado no principal centro religioso da Birmânia, numa plataforma em mármore de 5,6 mil hectares. É muito difícil dar uma ideia do que se trata, entre o kitsch (quando lé entrei, senti-me numa Disneylândia do budismo) e o muito belo e único.

O templo principal está rodeado por 72 edifícios dos mais variados tipos, incluindo quatro grandes templos que apontam para os pontos cardeais. A base do pagode principal é feita de tijolos cobertos com milhares de placas de ouro.

Ao fim de algumas horas, a verdade é que se sai estranhamente esmagado por tanta grandiosidade.

20.7.24

Gentes de vários mundos (12)

 


Mandalay, Birmânia, 2009.

Menina com ar altivo e confiante, engalanada para uma festa na segunda cidade do seu país.

20.4.24

Budas

 


Buda Reclinado, Templo de Chaukhtatgyi, Bahan, Yangon, Birmânia.

Este Buda tem 66 metros de comprimento e 30 de altura. Começou por ficar pronto em 1907, mas sem proporções correctas e com expressão agressiva. A imagem foi destruída em 1950 e a actual consagrada em 1973.

Vi vários budas deitados em templos budistas, mas este é certamente um dos mais impressionantes! Pela dimensão que tem, não há distância suficiente para obter fotografias de frente.
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7.7.22

Transportes noutros mundos (10)

 


A piroga é o meio de transporte para tudo, no belo Lago Inle, Birmânia (2009).
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3.7.22

Transportes noutros mundos (6)

 


Ver nascer o dia, num destes balões, por cima dos milhares de templos de Bagan, Birmânia (2009).
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1.7.22

14.5.22

Gentes deste mundo (1)

 


[Retomo, ampliada, uma série que já por aqui andou há cinco anos]

Uma cidadã como outra qualquer. Lago Inle (Birmânia), 2009.
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24.7.21

Em Busca do Passado (não) Perdido – 12

 


O Pagode Shwedagon, em Yangon (Rangum), tem 98 metros de altura e está situado no principal centro religioso da Birmânia, numa plataforma em mármore de 5,6 mil hectares. É muito difícil dar uma ideia do que trata, entre o kitsh (quando lé entrei, chamei-lhe Disneylândia do budismo…) e o muito belo e único. O templo principal está rodeado por 72 edifícios dos mais variados tipos, incluindo quatro grandes templos que apontam para os pontos cardeais. A base do pagode principal é feita de tijolos cobertos com milhares de placas de ouro.

Tudo isto e muito mais num país maravilhoso, com uma população sofredora mas valente que luta, até agora sem sucesso, por uma vida minimamente digna.
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5.4.21

Myanmar

 


A violência continua, há centenas de mortos, mas a solidariedade do povo é uma realidade.
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27.3.21

Pobre Birmânia

 



«É Dia das Força Armadas na Birmânia e o que já se sabe da repressão deste sábado contra os manifestantes pacíficos chega para ter a certeza que se trata do dia mais sangrento desde o golpe militar do início de Fevereiro no país. Durante uma parada militar na capital, Naypyitaw, o líder da junta militar, Min Aung Hlaing, reafirmou que os soldados “procuram unir-se a toda a nação para salvaguardar a democracia”. Na véspera, a televisão estatal dissera que os manifestantes se arriscam a ser alvejados “na cabeça e pelas costas”. (…)

Segundo várias testemunhas e relatos em notícias locais, as forças de segurança mataram mais de 90 pessoas em todo o país.»
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5.2.21

Myanmar



 

Há alguns anos, algures na Birmânia, fotografei esta menina com ar altivo e confiante. O que será feito dela no seu país de novo na mão dos sinistros militares?...
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2.2.21

Para a História

 



Uma professora de ginástica de Myanmar tem o hábito de se filmar enquanto treina e, sem saber, filmou o golpe de Estado. O vídeo tornou-se viral no mundo inteiro.
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1.2.21

Pobre Birmânia!

 


Pobre Birmânia, uma vez mais a ferro e fogo! Um dos países que mais gostei de visitar, com um povo sofrido que não consegue ver-se livre de uma vida infernal.


«O Exército de Myanmar (antiga Birmânia) declarou, esta segunda-feira, estado de emergência e assumiu o controlo do país durante um ano, depois de deter a chefe do Governo, Aung San Suu Kyi.»
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4.8.20

Templos, Mesquitas e outros que tais (13)



Templos de Bagan, Birmânia, 2009. Foi de balão que vi as ruínas de Bagan – uma experiência inesquecível! Os templos, pagodes e mosteiros ocupam 41 km2 e foram construídos entre o século XI e o XIII, quando Bagan era a capital do império birmanês. Julga-se que chegaram a ser 5.000, em 2014 foram oficialmente quantificados em 3.312. Em 2016, um outro atingiu 185 templos. A região é sujeita a sismos e o maior dos últimos tempos, em 1975, provocou estragos de muito grandes dimensões. Em Bagan, restaurar é uma actividade contínua…



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28.7.20

Templos, Mesquitas e outros que tais (7)



Pagode Shwedagon. Yangon (Rangum) , Birmânia, 2009.

O Pagode Shwedagon, com 98 metros de altura, está situado no principal centro religioso da Birmânia, numa plataforma em mármore de 5,6 mil hectares. É muito difícil dar uma ideia do que trata, entre o kitsh (quando lé entrei, chamei-lhe Disneylândia do budismo…) e o muito belo e único. O templo principal está rodeado por 72 edifícios dos mais variados tipos, incluindo quatro grandes templos que apontam para os pontos cardeais. A base do pagode principal é feita de tijolos cobertos com milhares de placas de ouro.


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