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6.4.25

06.04.2011 – Memórias amargas

 


24.7.24

24.07.2011 – Machu Picchu

 


Qualquer pretexto é bom para se falar de Machu Picchu, onde tive a sorte de estar em 2004.

Foi num 24 de Julho que o explorador americano Hiram Bingham encontrou duas famílias que o levaram às ruínas da «velha montanha». Até lá, esta «cidade perdida dos Incas», que é o símbolo mais típico do seu império (e hoje também do Peru), construída no século XV a 2.400 metros de altitude, extraordinariamente bem conservada e com uma localização absolutamente excepcional, mantinha-se desconhecida. Tem duas áreas distintas, uma dedicada à agricultura, numa série impressionante de socalcos, e uma outra urbana com templos, casas e sepulturas, dispostos ao longo de ruas e de (terríveis!) escadarias.

Património da Humanidade desde 1983, Machu Picchu é destino inesquecível para quem já lá foi e fortíssima recomendação de viagem para quem puder fazê-la.

Tradicionalmente, parte-se de Cusco (uma cidade absolutamente mágica), segue-se pelo Vale Sagrado, com paragem obrigatória no mercado de Pisac, passa-se pelo Vale de Ollantaytambo e apanha-se o mítico comboio que chega às imediações das ruínas. Então… é ficar primeiro de boca aberta e depois descer, trepar, ouvir explicações, imaginar a vida por aquelas paragens, quando a França e a Inglaterra ainda se batiam na Guerra dos Cem Anos e o nosso Vasco da Gama lutava com o cabo das Tormentas. Um pouco impróprio para cardíacos pela altitude e pelo esforço para calcorrear pedregulhos, mas vale bem o sacrifício.











6.4.21

06.04.2011 – Passava já das oito e meia da noite



 

«Passava já das oito e meia da noite quando o então primeiro-ministro, José Sócrates, falou ao País e confirmou o pedido de ajuda.»

Foi há 10 anos.
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7.3.10

Um ábaco para o PR, sff



Primeiro, ficámos a saber repentinamente que há anos com 369 dias, o que já é interessante.
Segundo, por essas contas, as próximas eleições seriam lá para 10 de Março de 2011, o que também é uma novidade.
Terceiro, se em 2006 se realizaram em 22 de Janeiro, devem faltar 322 dias, mais coisa menos coisa.

Mais vale então, dr. Cavaco, que vá dedicando «um minuto de ponderação» ao assunto, porque tem menos 67.680 minutos do que imagina.

Isto sou eu, num Domingo de manhã, a pensar no saudoso Américo Tomás que ninguém batia em contas, apesar de não perceber muito de finanças nem dever ter uma grande biblioteca…

P.S. 1 - Dizem-me que ele já está a pensar na data da próxima tomada de posse e não da das eleições. Para quem não está preocupado...

P.S. 2 - 8 de Março: a ler.