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6.8.18

06.08.1945 – Hiroshima



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9.8.17

09.08.1945 - Nagasaki



Três dias depois de Hiroshima, os EUA lançaram, em Nagasaki, uma bomba que matou 80.000 pessoas. Em 15 de Agosto de 1945, o Japão rendeu-se – no chamado Dia V-J que esteve na origem ao fim da Segunda Guerra Mundial.

Setenta e dois anos depois do que já então parecia impensável, esperávamos nunca mais assistir a actos e afirmações de dois loucos, um que governa os Estados Unidos e outro a Coreia do Norte. Mas eles aí estão.



Hoje, Parque da Paz de Nagasaki:



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8.5.17

08.05.1945: V-E Day




Foi há 72 anos.





Como é sabido, também se festejou em Portugal. Multidões saíram à rua com bandeiras dos Estados Unidos, da Grã-Bretanha e do Benfica. Estas últimas substituíam as da União Soviética – um dos vencedores da guerra na Europa –, obviamente proibidas... Em Almada, depois dos patrões ingleses de algumas fábricas de Cacilhas darem 1/2 dia feriado, também houve desfile com as bandeiras dos vencedores e um pau sem nada.
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9.8.16

09.08.1945. Depois de Hiroshima, Nagasaki


Há 71 anos, os EUA lançaram, em Nagasaki, uma bomba que matou 80.000 pessoas. Seis dias mais tarde, em 15 de Agosto de 1945, o Japão rendeu-se – no chamado Dia V-J que esteve na origem ao fim da Segunda Guerra Mundial.




Hoje, Parque da Paz de Nagasaki:



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8.5.15

Há 70 anos, a Vitória


(Manifestação em frente da Embaixada Britânica em Lisboa)

8 de Maio de 1945 marca o fim da Segunda Guerra Mundial na Europa, pela vitória dos Aliados sobre a Alemanha nazi, concretizada na capitulação desta.

Também se festejou em Portugal. Multidões saíram à rua com bandeiras dos Estados Unidos, da Grã-Bretanha e do Benfica. Estas últimas substituíam as da União Soviética – um dos vencedores da guerra na Europa –, obviamente proibidas... Em Almada, depois de os patrões ingleses de algumas fábricas de Cacilhas darem 1/2 dia feriado, também houve desfile com as bandeiras dos vencedores e um pau sem nada.






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8.10.14

O MUD nasceu há 69 anos


Ver (*)

Em 8 de Outubro de 1945, numa sessão pública realizada no Centro Escolar Republicano Almirante Reis, em Lisboa, foi criado o Movimento de Unidade Democrática (MUD) e lançado um abaixo-assinado de adesão às resoluções aprovadas na referida sessão, nas quais se reclamava ao Governo e ao Presidente da República adiamento das eleições por seis meses, preparação de um novo recenseamento eleitoral, autorização para a formação de partidos políticos, lançamento de novos jornais e protecção às liberdades individuais. Há alguns meses, publiquei aqui a notícia da disponibilização das famosas «Listas do MUD», com 57.131 assinaturas que começaram a ser recolhidas precisamente há 69 anos.

Salazar ilegalizou a organização Janeiro de 1948, sob o pretexto de que tinha fortes ligações ao PCP, mas o MUD, assim como o seu ramo Juvenil, ainda apoiou a candidatura presidencial do general Norton de Matos, em 1949.

Quase sete décadas mais tarde, poucos são os sobreviventes – Mário Soares, Júlio Pomar e João Abel Manta são alguns deles.
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(*) Dirigentes do MUD, após entrega das listas para constituição legal do Movimento, no Governo Civil de Lisboa. Da esquerda para a direita: Guilherme Canas Pereira, Câmara Rey; Manuel Catarino Duarte, Afonso Costa (filho), Alberto Candeias, José Magalhães Godinho, Mário Lima Alves, Adão e Silva, Gustavo Soromenho e Manuel Mendes. 
Fonte da imagem e desta legenda: Fundação Mário Soares

8.5.14

V-E Day, 1945



Foi há 69 anos.







Como é sabido, também se festejou em Portugal. Multidões saíram à rua com bandeiras dos Estados Unidos, da Grã-Bretanha e do Benfica. Estas últimas substituíam as da União Soviética – um dos vencedores da guerra na Europa –, obviamente proibidas... Em Almada, depois dos patrões ingleses de algumas fábricas de Cacilhas darem 1/2 dia feriado, também houve desfile com as bandeiras dos vencedores e um pau sem nada.

Lisboa, em frente à Embaixada Britânica:

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26.3.14

As famosas «Listas do MUD»



Recolher 57.131 assinaturas, em 1945, em menos de um mês, para apoiar um Movimento de forte oposição à ditadura, foi certamente uma tarefa homérica, difícil de imaginar hoje com as facilidades de que dispomos. Mas foi uma realidade.

Em 8 de Outubro de 1945, numa sessão pública realizada no Centro Escolar Republicano Almirante Reis, em Lisboa, foi criado o Movimento de Unidade Democrática (MUD) e lançado um abaixo-assinado de adesão às resoluções aprovadas na referida sessão, nas quais se reclamava ao Governo e ao Presidente da República adiamento das eleições por seis meses, preparação de um novo recenseamento eleitoral, autorização para a formação de partidos políticos, lançamento de novos jornais e protecção às liberdades individuais.

Foi assim que nasceram as famosas 2.605 «Listas do MUD», que, caídas nas mãos do Ministério do Interior e logo entregues à PIDE, constituíram, durante quase trinta anos, uma das referências persecutórias da polícia política que organizou fichas de todos os signatários, carimbando e numerando todas as folhas preenchidas.

São agora notícia porque acabam de ser digitalizadas pela Fundação Mário Soares e disponibilizadas online na Casa Comum, e passaram portanto a ficar à disposição de quem se interessa pela preservação da memória. Trata-se de um dos documentos históricos mais relevantes da resistência ao regime fascista.

Informação adicional.
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27.1.14

27 de Janeiro de 1945 – Nunca esquecer



Hoje é o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, data em que se celebra o 69º aniversário da chegada das tropas soviéticas a Auschwitz e da consequente libertação de cerca de 7.000 sobreviventes que ainda permaneciam no campo, criado em 1940 e onde foi exterminado mais de um milhão de pessoas.

*** A ler: Esther MuczniK, no Público de hoje – Auschwitz: lembrar para quê?
«Para quê lembrar tudo isto, para quê um Dia de Memória? Será que somos capazes de tirar algum ensinamento de tudo isto? Sinceramente, não sei. Mas sei que embora a memória seja falível, o conhecimento é indispensável. Não para termos “pena” das vítimas, mas para entendermos os sinais da tragédia nas nossas sociedades actuais.»

*** A percorrer: este excelente dossier – Viaje al Holocausto.





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8.5.13

Lisboa festejou assim



... em 8 de Maio de 1945, o fim da Segunda Guerra Mundial.

Nas ruas, viam-se muitas bandeiras de Inglaterra, dos Estados Unidos e... do Benfica (em substituição de outras, proibidíssimas, da União Soviética).

Em Almada, depois dos patrões ingleses de algumas fábricas de Cacilhas darem 1/2 dia feriado, também houve desfile com as bandeiras dos vencedores e um pau sem nada. Gritava-se vivas aos países vencedores e quando chegava o momento da indizível URSS gritava-se «Viva a outra!» (Paula Godinho no Facebook)

Foto roubada no Aventar
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