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29.9.12

João Proença



Houve quem se escandalizasse com este cartaz que um manifestante levou para a concentração junto ao Palácio de Belém, no passado dia 21.

Ontem, João Proença fez estas declarações:



Há obviamente muitos que aprovam, muitos que lamentam mais esta posição do responsável da UGT neste momento particularmente difícil da vida dos portugueses, outros que se limitam a chamar-lhe «palhaço».

Não é o meu caso, gostei de o ouvir porque foi, uma vez mais, cristalino: troika e troikistas podem contar com João Proença desde que não exagerem, ele é dos que acredita que é com consensos deste tipo que avança a História, por mais que esta o desminta.

Não fará falta, logo à tarde, no Terreiro do Paço. Como não faz em parte nenhuma. 
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20.1.12

Quando os ratos elegem os gatos


Façam o favor de ler a crónica de Nuno Ramos de Almeida no i de hoje:

«“Tommy” Douglas foi um eminente político social-democrata do Canadá, responsável pela introdução no seu país de um serviço nacional de saúde gratuito. Em 2004, já depois de ter morrido, foi eleito numa votação popular o maior canadense de todos os tempos. O seu discurso político mais conhecido fala numa terra de ratos em que democraticamente os ratos elegem gatos negros que fazem excelentes leis – para gatos. Quando os eleitores estão fartos dos gatos negros, elegem gatos brancos, que misteriosamente continuam a comer ratos e a governar para os gatos.»

Na íntegra aqui.
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