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14.12.25

Edgar Morin com 104 anos

 


«Morin defende que os caprichos do clima podem ter impacto essencial nos acontecimentos históricos e que a História se alimenta de conhecimentos de todas as disciplinas. Entre as principais lições, destaca que o resultado de uma ação pode ser contrário à intenção inicial e que não existe observação válida sem auto-observação, alertando ainda que o improvável pode acontecer na História.»

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8.7.25

Edgar Morin

 


Conheci-o numa das suas primeiras vindas a Portugal nos idos de 60, sempre presente num mundo a que eu também pertencia. Lembro-me de muitas reuniões e colóquios, e até de termos assistido, na TV e em grande grupo, a um decisivo desafio de futebol. Também, de ter convivido com ele no Algarve, em casa de amigos muito próximos onde se refugiara para escrever.

No Twitter, vejo hoje que continua a partilhar muitos posts (ainda ontem o fez) e encontrei este, da sua autoria, de 5 de Junho: «Trop d'absurdité, trop de cruauté trop de barbarie, trop de haine, trop de mépris trop de carnages».
(«Demasiado absurdo, demasiada crueldade, demasiada barbárie, demasiado ódio, demasiado desprezo, demasiada carnificina.»)

8.7.24

Edgar Morin chega hoje aos 103

 


De uma lucidez impressionante, continua bem activo, escreve no Twitter quase todos os dias (ainda ontem o fez), dá entrevistas (uma da semana passada no fim deste post), etc., etc.

Não me é indiferente tê-lo conhecido bem numa das suas primeiras vindas a Portugal nos idos de 60, sempre presente num mundo a que eu também pertencia. Lembro-me de muitas reuniões e colóquios, e até de termos assistido, na TV e em grande grupo, a um decisivo desafio de futebol. Também, de ter convivido algum tempo com ele no Algarve, em casa de amigos muito próximos, onde se refugiara para escrever.

103 é uma bela idade e carimba o passado com muita admiração e uma inesperada nostalgia.



7.9.23

Edgar Morin, ainda

 


A palestra de Edgar Morin que ontem referi pode ser vista e ouvida neste vídeo, de 1:53:22 a 2:24:25.


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8.7.23

Edgar Morin

 


Chega hoje aos 102.

Conheci-o numa das suas primeiras vindas a Portugal nos idos de 60, sempre presente num mundo a que eu também pertencia. Lembro-me de muitas reuniões e colóquios, e até de termos assistido, na TV e em grande grupo, a um decisivo desafio de futebol. Também, de ter convivido com ele no Algarve, em casa de amigos muito próximos onde se refugiara para escrever.

Continuo a lê-lo no Twitter. Há três dias, por exemplo, escreveu isto: «Tudo o que é explicável não é necessariamente justificável».
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25.2.23

Verdades comprovadas

 


(Quando já não há ideias num partido político, apenas restam ambições pessoais.)
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8.7.22

Edgar Morin

 


Conheci-o como está nesta fotografia, tirada de um novo «site» do Centro Nacional de Cultura sobre Helena Vaz da Silva, numa das suas primeiras vindas a Portugal nos idos de 60, sempre presente num mundo a que eu também pertencia. Lembro-me de muitas reuniões e colóquios, e até de termos assistido, na TV e em grande grupo, a um decisivo desafio de futebol seguido por uma festa/bailarico – éramos assim…
Também, de ter convivido com ele no Algarve, em casa de amigos muito próximos, onde se refugiara para escrever. Há mais de meio século, sim, e continuo a lê-lo no Twitter, onde já lhe deixei hoje desejos de um feliz aniversário.
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28.6.22

Do passado

 


(Não é tanto o passado que entristece, é o que acabou.)
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2.5.22

28.2.22

Edgar Morin e o inaceitável

 


(Denunciar em palavras o inaceitável é, se não aceitá-lo, pelo menos sofrer. Idem para o intolerável.)
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5.2.22

Edgar Morin



 (Nem tudo está perdido quando as forças pluralistas permanecem, no Estado, fora do Estado, contra o Estado, quando os poderes ainda são compartilhados, quando ainda há desordem e liberdade.)