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5.2.18

O mundo seca




«Foi cunhado até um termo especialmente dramático, o “Dia Zero”. Este será o dia em que a capacidade média das barragens que fornecem água à cidade estiver abaixo dos 13,5%. O nível actual está em cerca de 26%. (…)

Tal como numa profecia apocalíptica, todos sabem o que acontece quando o dia chegar. A água das torneiras nas zonas residenciais será cortada – nas áreas mais pobres não haverá um corte, mas a água irá correr com pressão reduzida.

Mantém-se o fornecimento a edifícios considerados essenciais, como escolas, hospitais ou bombeiros. A população poderá dirigir-se a um dos 200 postos de distribuição de água racionada, onde vai haver forte presença policial, mas cada pessoa tem direito a 25 litros por dia. Como termo de comparação, em Portugal o consumo médio é superior a 200 litros diários.»
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12.12.14

A parvoíce pula e avança



... e não escolhe continentes.


Não está previsto que a polícia faça rusgas ou apreenda droga. E é claro que cada unidade da favela tem sistema de aquecimento sob o chão e acesso à internet. Asco!


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