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9.8.21

Um outro lado de Nagasaki

 



A acção da célebre ópera de Puccini, Madame Butterfly, passa-se em Nagasaki e relata uma relação trágica entre um oficial da marinha americano e Cio-Cio-San (butterlfy ou borboleta), uma gueixa de 15 anos.

Entre 1915 e 1920, o papel de Cio-Cio San foi interpretado por uma célebre cantora japonesa, Tamaki Miura, e há uma estátua sua, e outra de Puccini, no magnífico Jardim Glover que se situa numa colina sobre Nagasaki e ao qual se acede pelo maior e mais íngreme complexo de escadas rolantes, que alguma vez me foi dado ver e utilizar.

Aí se visita também a residência de Thomas Blake Glover, um empresário escocês que muito contribuiu para a modernização industrial do Japão - uma lindíssima casa de estilo ocidental, a mais antiga que resta naquele país.



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23.7.21

Em Busca do Passado (não) Perdido – 11

 


Já que hoje estamos todos um pouco no Japão, fica aqui o belo templo budista Kinkaku-ji (Templo do Pavilhão Dourado), situado em Quioto, a cidade japonesa de que mais gostei. Está coberto por uma folha de ouro e é rodeado pelo Kyōko-chi (Lago Espelhado).

Construído em 1397, foi incendiado em 1950 por um monge louco, e a estrutura actual data de 1955. Infelizmente não é permitido visitar o interior, mas o reflexo do dourado do templo no lago é absolutamente espectacular e lindíssima a inserção do conjunto na paisagem.
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12.6.21

9.9.20

Disto não temos por cá (9)



Metro de Tóquio, Japão, 2006

Andar de metro em Tóquio tem fama de aventura pelas multidões que o frequentam, mas não foi esse o meu problema. Eu e uma amiga decidimos abandonar as pessoas com quem viajávamos, regressar de metro ao hotel, até arranjámos este «simplicíssimo» mapa de que fotografei uma parte e estudámos onde tínhamos de sair para apanhar ligações (3 ou 4, se bem me lembro). Mas o que não esperávamos é que, nas estações (todas ou quase todas), tudo estivesse escrito apenas… em japonês. Conseguimos chegar ao destino, mas não foi fácil e nunca esqueceremos a experiência!
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30.7.20

Templos, Mesquitas e outros que tais (9)



Grande Templo de Kasuga, Nara, Japão, 2006. 

Trata-se de um templo xintoísta, fundado em 769 e várias vezes reconstruído. É famoso pelas suas lanternas de bronze e mais de 300, de pedra, colocadas ao longo do caminho que leva ao templo. Esse caminho passa pelo Parque dos Cervos, considerados mensageiros sagrados dos deuses xintoístas. Andam à solta e recebem os visitantes.

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22.7.20

Templos, Mesquitas e outros que tais (1)



Nikkō Tōshō-gū. Nikkō, Tochigi, Japão, 2006.

Templo xintoísta que se insere num conjunto impressionante de Santuários, que é património mundial da UNESCO. Começou a ser construído em 1617, foi-se expandindo, alguns dos elementos do santuário foram por vezes destruídos parcialmente pelo fogo e reconstruídos ao longo dos séculos.






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6.8.19

06.08.1945 – Hiroshima 8:15 a.m.




É um ritual: republico este post quase todos os anos. Ter ido a Hiroshima marcou-me para sempre.

Se eu apenas pudesse guardar duas fotografias, dos milhares que fui tirando por esse mundo fora, escolheria estas. De má qualidade, sem dúvida, mas que me recordam dois objectos expostos no Museu de Hiroshima, que nunca mais esquecerei. Numa, um relógio que parou à hora exacta em que a bomba explodiu. A outra fala por si.

Foi há 74 anos.



Parque Memorial da Paz de Hiroshima - algumas imagens:




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9.8.18

Nagasaki para além da bomba




A acção da célebre ópera de Puccini, Madame Butterfly, passa-se em Nagasaki e relata uma relação trágica entre um oficial da marinha americano e Cio-Cio-San (butterlfy ou borboleta), uma gueixa de 15 anos.

Entre 1915 e 1920, o papel de Cio-Cio San foi interpretado por uma célebre cantora japonesa, Tamaki Miura, e há uma estátua sua, e outra de Puccini, no magnífico Jardim Glover que se situa numa colina sobre Nagasaki e ao qual se acede pelo maior e mais íngreme complexo de escadas rolantes, que alguma vez me foi dado ver e utilizar.

Aí se visita também a residência de Thomas Blake Glover, um empresário escocês que muito contribuiu para a modernização industrial do Japão - uma lindíssima casa de estilo ocidental, a mais antiga que resta naquele país.



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09.08.1945 – Nagasaki depois de Hiroshima



Já tinha estado em Nagasaki, mas sem visitar o Museu da Bomba Atómica. Fi-lo este ano e aqui fica o relógio parado na hora em que se deu a tragédia. Mais informação sobre os acontecimentos AQUI.
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22.3.18

Nagasaki



A caminho da Coreia, Nagasaki fica tão perto que torna inevitável uma paragem. Se não é a primeira vez que aqui venho, foi com prazer que voltei a percorrer o mítico Parque da Paz (na imagem de topo, a belíssima Fonte da Paz) e que aproveitei para ir ao Museu da Bomba Atómica, que não conhecia, e a Dejima, uma ilha artificial que começou por alojar portugueses, mas que foi fundamentalmente aproveitada por holandeses como centro de comércio entre o Japão e o resto do mundo, durante séculos.

Amanhã, Coreia – do Sul, claro.


PARQUE DA PAZ:




MUSEU DA BOMBA ATÓMICA (relógio parado às 11:00am de 09.08.1945):


DEJIMA:


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2.8.17

Templos budistas e não só (11)



Grande Templo de Kasuga. Nara, Japão (2006).

Trata-se de um templo xintoísta, fundado em 769 e várias vezes reconstruído. É famoso pelas suas lanternas de bronze e mais de 300, de pedra, colocadas ao longo do caminho que leva ao templo. Esse caminho passa pelo Parque dos Cervos, considerados mensageiros sagrados dos deuses xintoístas. Andam à solta e recebem os visitantes.


29.7.17

Templos budistas e não só (7)



Kinkaku-ji (Templo do Pavilhão Dourado). Quioto, Japão (2006).

O templo budista Kinkaku-ji, com exceção do rés-do-chão, está coberto por uma folha de ouro e é rodeado pelo Kyōko-chi (Lago Espelhado). Construído em 1397, foi incendiado em 1950 por um monge louco, datando a estrutura actual de 1955. Infelizmente não é permitido visitar o interior, mas o reflexo do dourado do templo no lago é absolutamente espectacular. 
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26.7.17

Templos budistas e não só (4)



Nikkō Tōshō-gū. Nikkō, Tochigi, Japão (2006).

Nikkō Tōshō-gū é um templo xintoísta que se insere num conjunto absolutamente impressionante de Santuários, que é patrimônio mundial da UNESCO. Começou a ser construído em 1617, foi-se expandindo, alguns dos elementos do santuário foram por vezes destruídos parcialmente pelo fogo e reconstruídos ao longo dos séculos. 



11.5.17

Gentes deste mundo (7)



Mesmo usando instrumentos rudimentares, há que manter limpo o Parque da Paz de Nagasaki (Japão), 2006.
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5.11.14

Deflação à vista – «Japanização» da Europa?



Paul Krugman compara a crise actual europeia àquela que atingiu o Japão entre 1990 e 2012 e acusa os países da zona euro de nada terem aprendido com a experiência que lançou os nipónicos numa grave crise de deflação, a partir do fim da década de 90. 

Afirma que, com as actuais políticas de austeridade, «o Ocidente mergulhou num marasmo semelhante ao do Japão, mas pior», pergunta «por que é que o Ocidente, com todos os seus reputados economistas (...) chega a uma situação caótica, ainda pior do que a que o Japão viveu» e acrescenta: «O banco central japonês nunca fez nada tão aberrante como o banco central europeu que aumentou as taxas em 2011, contribuindo para lançar a Europa na recessão». 

Paul Krugman nada optimista, portanto, acerca do perigo deflacionista que espreita em várias esquinas deste velho continente.  

(Fonte)