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28.8.25

28.08.1963 – Luther King, «I have a dream»

 


Em 28 de Agosto de 1963, quando Martin Luther King pronunciou este seu célebre discurso durante a «March on Washignton for Jobs and Freedom», não podia ter imaginado que o mundo estaria como está hoje. A história dos direitos adquiridos não será destruída, mas não está a ser nada fácil.



(No fim deste post, o texto do discurso na íntegra.)


A propósito:







«I have a dream» – Texto:


26.6.25

26.06.1963 – «Ich bin ein Berliner»

 


Frase proferida por John F. Kennedy em Berlim Ocidental, há 61 anos, quase dois depois de o Muro ter dividido a cidade, num discurso que foi considerado um dos momentos mais importantes da Guerra Fria. 




Poucos meses depois, Kennedy foi assassinado em Dallas.
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29.1.25

29.01.1963 – «O Tempo e o Modo»

 


O primeiro número saiu há 62 anos. Alguns recordarão a importância que teve o lançamento desta revista como plataforma de um diálogo possível em tempos de censura bem dura, na sociedade portuguesa daquele início da década de 60. Tive o privilégio de nela participar.

Foi longa e atribulada a história da revista, publicada entre 1963 e 1977. Actualmente, estão disponibilizados online todos os números das diversas fases.

Ler mais informação AQUI.
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28.8.24

28.08.1963 – Luther King, «I have a dream»

 


Em 28 de Agosto de 1963, quando Martin Luther King pronunciou este seu célebre discurso durante a «March on Washignton for Jobs and Freedom», não podia ter imaginado que o mundo estaria como está hoje. A história dos direitos adquiridos não será destruída, mas não está a ser nada fácil.



(No fim deste post, o texto do discurso na íntegra.)


A propósito:







«I have a dream» – Texto:


29.1.24

29.01.1963 – «O Tempo e o Modo»

 


O primeiro número saiu há 61 anos. Alguns recordarão a importância que teve o lançamento desta revista, como plataforma de um diálogo possível em tempos de censura bem dura, na sociedade portuguesa daquele início da década de 60. Tive o privilégio de nela participar.

Foi longa e atribulada a história da revista, publicada entre 1963 e 1977. Actualmente, estão disponibilizados online todos os números das diversas fases.

Ler mais informação AQUI.
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28.8.23

Há 60 anos: Luther King, «I have a dream»

 


Em 28 de Agosto de 1963, quando Martin Luther King pronunciou este seu célebre discurso durante a «March on Washignton for Jobs and Freedom», não podia ter imaginado que o mundo estaria como está hoje. A história dos direitos adquiridos não será destruída, mas não está a ser nada fácil.



(No fim deste post, o texto do discurso na íntegra.)


A propósito:






«I have a dream» – Texto:


26.6.23

26.06.1963 – «Ich bin ein Berliner»

 


Frase proferida por John F. Kennedy em Berlim Ocidental, exactamente há 60 anos, quase dois depois de o Muro ter dividido a cidade, num discurso que foi considerado um dos momentos mais importantes da Guerra Fria. Seis décadas depois como está o mundo? Nem sabemos bem…



Poucos meses depois, Kennedy foi assassinado em Dallas.
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29.1.23

«O Tempo e o Modo» – 60 anos

 


O primeiro número saiu em 29 de Janeiro de 1963. Alguns recordarão a importância que teve o lançamento desta revista, como plataforma de um diálogo possível em tempos de censura bem dura, na sociedade portuguesa daquele início da década de 60. Pessoalmente, tive a sorte de nela participar.

António Alçada Baptista, João Bénard da Costa, Pedro Tamen, Nuno Bragança, Alberto Vaz da Silva e Mário Murteira, todos católicos, concretizaram um projecto que, desde o seu início, foi aberto à colaboração de não crentes, o que hoje parece absolutamente trivial, mas que esteve longe de o ser e foi mesmo objecto de uma votação. Não resisto a resumir o que então se passou: antes de a dita votação se efectuar, foi rezada uma Avé-Maria para que o Espírito Santo iluminasse os presentes. A decisão, pela positiva, foi tomada por cinco votos a favor e dois contra, o que permitiu que tivessem sido colaboradores, desde o início, Mário Soares, Salgado Zenha, Jorge Sampaio e Sottomayor Cardia, entre outros. Este episódio, hoje dificilmente compreensível, revela bem o peso da mentalidade então vigente e a importância histórica dos que contra ela lutavam – «abertura» passou a ser um dos sinais de marca de O Tempo e o Modo.

Em 1964, por ocasião do primeiro aniversário da revista, António Alçada Baptista comentou, bem à sua maneira: «O Tempo e o Modo pretendeu ser essa mesa onde as pessoas se conheceram e à volta da qual alguns se quiseram sentar. Depois, e à mesma mesa sentados, acharam que era possível falar. Conversados, reconheceram que muitas preocupações lhes eram comuns e que, talvez, ao tentarem resolvê-las, o poderiam fazer em equipa.» (O Tempo e o Modo, nº 12, Janeiro de 1964, p. 1.)

Foi longa e atribulada a história da revista, publicada entre 1963 e 1977. Actualmente, estão disponibilizados online todos os números das diversas fases.
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28.8.22

28.08.1963 – Luther King: «I have a dream»

 


Há 59 anos, quando Martin Luther King pronunciou este seu célebre discurso durante a «March on Washignton for Jobs and Freedom», não podia ter imaginado que o mundo estaria como está hoje. A história dos direitos adquiridos não será destruída, mas não está a ser nada fácil.



(No fim deste post, o texto do discurso na íntegra.)


A propósito:






«I have a dream» – Texto:


28.8.21

28.08.1963 – Luther King: «I have a dream»

 


Foi há 58 anos que Martin Luther King pronunciou o seu célebre discurso durante a «March on Washignton for Jobs and Freedom».



Mais informação e texto do discurso na íntegra AQUI.
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12.8.21

12.08.1963 – «Havemos de chorar os mortos se os vivos os não merecerem»



 

Foi em 12 de Agosto de 1963, duas semanas depois de o Conselho de Segurança ter condenado a política colonial portuguesa, que Salazar fez um importante discurso – «Vamos a ver se nos entendemos» – , na RTP e na Emissora Nacional.

Mas seria esta frase, rebuscada bem no seu estilo, que ficaria na lista das citações históricas do ditador: «Havemos de chorar os mortos se os vivos os não merecerem».

Mais informação, vídeo e sons neste post de 2019.
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29.1.21

29.01.1963 - «O Tempo e o Modo»




O primeiro número saiu há 58 anos, em 29 de Janeiro de 1963. Alguns (cada vez menos, infelizmente...) recordarão a importância que teve o lançamento desta revista como plataforma de um diálogo possível em tempos de censura bem dura, na sociedade portuguesa daquele início da década de 60. Pessoalmente, tive a sorte de nela participar e, para além do enriquecimento que esse facto me proporcionou, permitiu-me colaborar com grupos e pessoas, que, sem a existência da revista, estariam fora do meu universo de então.

António Alçada Baptista, João Bénard da Costa, Pedro Tamen, Nuno Bragança, Alberto Vaz da Silva e Mário Murteira, todos católicos, concretizaram um projecto que, desde o seu início, foi aberto à colaboração de não crentes, o que hoje parece absolutamente trivial, mas que esteve longe de o ser e foi mesmo objecto de uma votação. Não resisto a resumir o que então se passou: antes de a dita votação se efectuar, foi rezada uma Avé-Maria para que o Espírito Santo iluminasse os presentes. A decisão, pela positiva, foi tomada por cinco votos a favor e dois contra, o que permitiu que tivessem sido colaboradores, desde o início, Mário Soares, Salgado Zenha, Jorge Sampaio e Sottomayor Cardia, entre outros. Este episódio, hoje dificilmente compreensível, revela bem o peso da mentalidade então vigente e a importância histórica dos que contra ela lutavam – «abertura» passou a ser um dos sinais de marca de O Tempo e o Modo.

Em 1964, por ocasião do primeiro aniversário da revista, António Alçada Baptista comentou, bem à sua maneira: «O Tempo e o Modo pretendeu ser essa mesa onde as pessoas se conheceram e à volta da qual alguns se quiseram sentar. Depois, e à mesma mesa sentados, acharam que era possível falar. Conversados, reconheceram que muitas preocupações lhes eram comuns e que, talvez, ao tentarem resolvê-las, o poderiam fazer em equipa.» (O Tempo e o Modo, nº 12, Janeiro de 1964, p. 1.)

Foi longa e atribulada a história da revista, publicada entre 1963 e 1977. Actualmente, estão disponibilizados online todos os números das diversas fases.
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28.8.20

28.08.1963 – Luther King: «I have a dream»



Há 57 anos, quando Martin Luther King pronunciou este seu célebre discurso durante a «March on Washignton for Jobs and Freedom», não podia ter imaginado que, depois de todo o progresso que se seguiu, o seu país viria a ter, mais de meio século depois, um presidente como Donald Trump. A história dos direitos adquiridos não será destruída. Mas não está a ser fácil.



(No fim deste post, o texto do discurso na íntegra.)


A propósito:






«I have a dream» – Texto:


12.8.19

12.08.1963 – «Havemos de chorar os mortos se os vivos os não merecerem»



Foi em 12 de Agosto de 1963, duas semanas depois de o Conselho de Segurança ter condenado a política colonial portuguesa, que Salazar fez um importante discurso – «Vamos a ver se nos entendemos» – , na RTP e na Emissora Nacional.

Mas seria esta frase, rebuscada bem no seu estilo, que ficaria na lista das citações históricas do ditador: «Havemos de chorar os mortos se os vivos os não merecerem».



«Sem hesitações, sem queixumes, naturalmente como quem vive a vida, os homens marcham para climas inóspitos e terras distantes a cumprir o seu dever. Dever que lhes é ditado pelo coração e pelo fim da Fé e do Patriotismo que os ilumina. Diante desta missão, eu entendo mesmo que não se devem chorar os mortos. Melhor: havemos de chorar os mortos se os vivos os não merecerem

aqui e aqui mais duas partes do discurso.

Tudo isto passou-se apenas há 56 anos. 
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29.1.19

29.01.1963 - «O Tempo e o Modo»



Nasceu há 56 anos, em 29 de Janeiro de 1963. Alguns (cada vez menos, infelizmente...) recordarão a importância que teve o lançamento desta revista como plataforma, para uma ampla esquerda, de um diálogo possível em tempos de censura bem dura, na sociedade portuguesa daquele início da década de 60. Pessoalmente, tive a sorte de nela participar e, para além do enriquecimento que esse facto me proporcionou, permitiu-me colaborar com grupos e pessoas, que, sem a existência da revista, estariam fora do meu universo de então.

António Alçada Baptista, João Bénard da Costa, Pedro Tamen, Nuno Bragança, Alberto Vaz da Silva e Mário Murteira, todos católicos, concretizaram um projecto que, desde o seu início, foi aberto à colaboração de não crentes, o que hoje parece absolutamente trivial, mas que esteve longe de o ser e foi mesmo objecto de uma votação. Não resisto a resumir o que então se passou: antes de a dita votação se efectuar, foi rezada uma Avé-Maria para que o Espírito Santo iluminasse os presentes. A decisão, pela positiva, foi tomada por cinco votos a favor e dois contra, o que permitiu que tivessem sido colaboradores, desde o início, Mário Soares, Salgado Zenha, Jorge Sampaio e Sottomayor Cardia, entre outros. Este episódio, hoje dificilmente compreensível, revela bem o peso da mentalidade então vigente e a importância histórica dos que contra ela lutavam – «abertura» passou a ser um dos sinais de marca de O Tempo e o Modo.

Em 1964, por ocasião do primeiro aniversário da revista, António Alçada Baptista comentou, bem à sua maneira: «O Tempo e o Modo pretendeu ser essa mesa onde as pessoas se conheceram e à volta da qual alguns se quiseram sentar. Depois, e à mesma mesa sentados, acharam que era possível falar. Conversados, reconheceram que muitas preocupações lhes eram comuns e que, talvez, ao tentarem resolvê-las, o poderiam fazer em equipa.» (O Tempo e o Modo, nº 12, Janeiro de 1964, p. 1.)

Foi longa e atribulada a história da revista, publicada entre 1963 e 1977. Recentemente, foram disponibilizados online todos os números das diversas fases.

A ler: O Tempo e o Modo, 50 anos depois.


P.S. – Soube hoje que pode ser vista aqui uma interessante entrevista a Amadeu Lopes Sabino, agora divulgada.
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28.8.17

28.08.1963 – Luther King: «I have a dream»



Em 28 de Agosto de 1963, quando Martin Luther King pronunciou este seu célebre discurso durante a «March on Washignton for Jobs and Freedom», não podia ter imaginado que, depois de todo o progresso que se seguiu, o seu país viria a ter, mais de meio século depois, um presidente como Donald Trump. A História dos direitos adquiridos não será destruída. Mas não está a ser fácil.



(No fim deste post, o texto do discurso na íntegra.)


A propósito:








«I have a dream» – Texto:


12.8.17

12.08.1963 – «Havemos de chorar os mortos se os vivos os não merecerem»



Foi em 12 de Agosto de 1963, duas semanas depois de o Conselho de Segurança ter condenado a política colonial portuguesa, que Salazar fez um importante discurso – «Vamos a ver se nos entendemos» – , na RTP e na Emissora Nacional.

Mas seria esta frase, rebuscada bem no seu estilo, que ficaria na lista das citações históricas do ditador: «Havemos de chorar os mortos se os vivos os não merecerem».



«Sem hesitações, sem queixumes, naturalmente como quem vive a vida, os homens marcham para climas inóspitos e terras distantes a cumprir o seu dever. Dever que lhes é ditado pelo coração e pelo fim da Fé e do Patriotismo que os ilumina. Diante desta missão, eu entendo mesmo que não se devem chorar os mortos. Melhor: havemos de chorar os mortos se os vivos os não merecerem

aqui e aqui mais duas partes do discurso.

Tudo isto APENAS há 54 anos. Há muito sangue que ainda nos corre nas veias. 
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26.6.17

26.06.1963 – «Ich bin ein Berliner»



Frase proferida por John F. Kennedy, em Berlim Ocidental, no dia 26 de Junho de 1963, quase dois anos depois de o Muro de Berlim ter dividido a cidade, num discurso em que o presidente dos Estados Unidos quis mostrar o seu apoio à Alemanha Ocidental e que foi considerado um dos momentos mais importantes da Guerra Fria.



O texto do discurso pode ser lido aqui.

Poucos meses depois, Kennedy foi assassinado em Dallas.
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28.8.15

28.08.1963: «I HAVE A DREAM !»



Em 28 de Agosto de 1963, Martin Luther King pronunciou este seu célebre discurso, durante a «March on Washignton for Jobs and Freedom» que pode ser recordada neste vídeo.




A propósito:






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