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5.2.20

Em busca do centro perdido



Ouvi hoje na TSF, por volta das 13:50, David Justino, «braço direito» de Rui Rio, afirmar que não existe diferença entre aquilo que separa o PSD do Chega! e do Bloco / PCP.

(Respondia a uma pergunta sobre o seu aval a Morais Sarmento que, há dias, fez uma declaração no mesmo sentido.)

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1.2.20

Mas porquê agora este eufemismo - pontos de contacto do PS com o PSD



«Não há ninguém que não tenha presente que no Parlamento há quase sempre pontos de contacto entre as várias propostas dos diferentes partidos. Sempre houve e vai continuar a haver. Branco é, galinha o pôs. Assim sendo o que fez a líder do grupo parlamentar do PS vir a terreiro garantir (quase a pés juntos) que entre o PS e o PSD terá de haver pontos de contactos?

A alta dirigente do PS parte do princípio que agora o PSD está estabilizado e que …“nós sabemos que o PSD esteve sempre com o PS, ou que estivemos em posições diferentes, mas muito próximas … E até nas questões estruturais do país”… No PÚBLICO do dia 30.01.2020 está lá pretinho no branco que tem de haver, vai haver pontos de contacto porque o PSD esteve sempre com o PS, ou próximo, até nas questões estruturais.

Nesse dia, António Costa num encontro com os deputados do PS, zurzia nos parceiros da “gerigonça” porque querem tudo num dia e o PS não pode dar tudo nesse prazo. Convém recordar que, apesar do PS se ter esfarrapado para obter uma maioria absoluta, o povo português não lha deu. Ora não a tendo dado, o PS tem de fazer opções de acordo com o que considera ser o seu programa.

Na campanha eleitoral fartou-se de elogiar a equipa vencedora, atacando o PSD e a direita. Isto foi o ponto forte da campanha - contido no pedido da maioria absoluta do género, nós queremos, mas não o dizemos, vocês já perceberam, se nos derem vão ser tudo rosas.

Mas não teve maioria absoluta. O caminho seria a consolidação e o reforço do anterior, e não um parênteses para voltar aos pontos de contacto até nas questões estruturais com o PSD.

O PS não precisaria de justificar os supostos “exageros” das esquerdas para abraçar os “pontos de contactos”. Para tanto basta-lhe a volta ao passado nesta legislatura – sossegar Bruxelas, voltar aos carris do centrismo, virar-se para a direita que diz ser o centro e o PS que se diz esquerda abraça o mesmo centro que é onde todos os do “sistema” querem estar a empurrar-se ver quem fica com mais lugares.

O PS e António Costa tiveram a virtude (vale uma vénia) de acabar com o muro que impedia acordos com os partidos da esquerda. Mas parece cansado por esses quatro anos de negociações com vista a que o povo português tivesse melhores condições de vida e o recuperasse rendimentos que o PSD/CDS lhe retirou.

Paradoxalmente olha agora para o velho PSD, sempre em pé de guerra, e vê-o estabilizado e pronto para os tais contactos até em questões estruturais.

Se o PS for por esse caminho de “contatos” com o PSD é natural que acabe incontactável para as esquerdas e regresse ao seu curso normal, agarrado aos contactos, construindo o centrão. Voltará o velho PS. Acabará por perder o que ganhou e resultou do acordo à esquerda. Sempre que fez acordos com a direita perdeu.»

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15.1.20

Para que não digam que não penso no PSD



I Congresso, 1974. Quando o PPD se dizia de esquerda, a caminho do socialismo.
(Ouvir até ao fim)
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23.12.19

PSD... há 34 anos



Visto por Nuno Brederode Santos em… 1985.

(Crónicas, 1974-2001, Jornal Expresso, p.112)
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27.11.19

Entretanto na Assembleia da República


No debate quinzenal, Rui Rio diz que «Ninguém consegue viver dos rendimentos do capital». E eu a lembrar-me do lamento de uma tia de António Alçada Baptista: «Quem trabalha não sabe o que custa viver dos rendimentos».
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9.10.19

PSD: por acaso…


Também vos digo que se for para trocar o Rio pelo Montenegro não vale a pena estarem com a maçada.

Rui Rocha no Facebook
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26.7.19

Do resultado previsto



«A previsibilidade em política só não antecipa a morte do artista se ainda houver terra para queimar após vindima. Que foi chão que deu uvas, isso todos dirão.

Rui Rio tem lidado, desde o seu primeiro dia como líder do PSD, com uma tropa de execução que não lhe permite um sopro de descanso. Nada como a disputa eleitoral magna de Outubro para clarificar de vez o que lhe sopram pelas costas e por cima do ombro. Com a exclusão de Maria Luís Albuquerque das listas para as próximas eleições legislativas, por não querer dormir com o inimigo, Rio é agora o líder da oposição interna a si mesmo. Estendeu uma passadeira à sua rendição. O mal pode ser aterrador mas nunca foi desconhecido. Está de fora mas vem de dentro, totalmente complacente. O PSD vive o momento em que vê na autofagia a sua solução.

As eleições são provas exigentes para quem não consegue fazer a digestão dos resultados. A obra-género de Rui Rio será sempre incompleta enquanto o partido que dirige teimar em fazer Brexit do país, preocupando-se apenas com as guerras intestinas. Contrariamente a Boris Johnson, outro primeiro-ministro improvável, Rio não sucede. Não sucede a Passos, sucede ao Diabo que não veio e teve que passar por três eleições, duas internas e uma europeia. Se, relativamente ao agora primeiro-ministro britânico, as expectativas são tão baixas que só muito dificilmente poderá deixar de ser surpreendente, Rio só será capaz de continuar a surpreender pela forma como resiste ao desfile tortuoso de apunhalamentos. Assim se sente a orfandade social-democrata: os órfãos de Passos e do neoliberalismo acreditam mesmo que a "geringonça" foi uma máquina usurpadora de poder e Rui Rio um colector de restos.

As sondagens raramente nos informam da tendência da improbabilidade. O piscar de olhos enamorado de Santana Lopes ao PSD é a assunção de que, não podendo esvaziar mais o que já está vazio, prefere fazer de conta que não bateu com a porta dos fundos, há poucos meses, à procura de estrondo. A maçonaria que Rui Rio culpa pela hecatombe da mais recente sondagem que coloca o PS mais perto da maioria absoluta, também deve andar a executar rituais de iniciação nas estruturas locais do partido. Uns, autoexcluem-se. Outros, fazem finca-pé no confronto sabendo o desgaste que causam à liderança. José Afonso cantava "das eleições acabadas/ do resultado previsto/ saiu o que tendes visto/ muitas obras embargadas". Estamos a cerca de dois meses das eleições e é o que vemos.»

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11.7.19

O centrão na Feira




Ontem à noite, na Feira da Charneca da Caparica: stands do PS e do PSD, lado a lado, na esperança vã de angariarem fregueses, no meio de farturas, pipocas, ginjinha, rifas e tiro ao alvo.
(E quem está no segundo? Sim, é ela, a que não conseguiu trazer o diabo.)
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5.5.19

18:30



Eu ainda sou do tempo de «O Comboio das Seis e Meia». Hoje teremos «O Rui Rio das Seis e Meia".
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6.4.19

Europeias : se alguma esquerda se calasse com argumentos parvos, não se perdia nada




«Quanto ao "brilhante lugar 597 em trabalho no Parlamento Europeu", no que respeita à plataforma MEPRanking, o facto é que Rangel está na 150ª posição entre os 750 eurodeputados. No entanto, ressalve-se que a pontuação global atribuída pela plataforma resulta de critérios quantitativos e qualitativos, além de que não se limita à produtividade, mas também avalia os dados referentes à assiduidade dos eurodeputados.»



27.3.19

Viva o Futsal do Clero!



Somos campeões europeus de Futsal do Clero e há deputados que consideram que «o resultado alcançado (…) constitui, naturalmente, motivo de orgulho para todos os Portugueses". Ainda não se sabe se todos votarão a favor, já que o texto só deu entrada hoje na Assembleia da República, proposto pelo PSD e pelo CDS (who else?...)

Ficará para a história «o surpreendente “hat-trick” do padre André Meireles»? O esplendor de Portugal...
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21.2.19

Venezuela? Tudo ficará resolvido!




«O eurodeputado e cabeça de lista do PSD às europeias partiu para a Colômbia para se encontrar com vários chefes de Estado e "pressionar" o regime de Nicolás Maduro.»
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31.1.19

«Foi o PSD que criou o Serviço Nacional de Saúde» – Manuela Ferreira Leite dixit



O vídeo com a intervenção de Manuela Ferreira Leite está AQUI e retrata a posição ideológica, pura e dura, do PSD. Basta ver os quatro primeiros minutos, se não houver tempo ou paciência para mais.
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