
As últimas jornadas de ténis do US Open, em Nova Iorque, foram soberbas. Não me arrependo das longas noitadas que fiz, sobretudo na última semana, porque vi jogos absolutamente fora de série. Acabaram por vencer, como era de esperar, Federer e Justine Henin, mas o mais importante foi a qualidade do ténis praticado. Que modificações, que progressos nos últimos vinte anos!
Notícias curtas nos jornais, nos blogues que frequento nem uma referência.
Dezenas de opiniões, como é hábito, sobre futebol – treinadores de teclado nunca faltam. Mas agora choveram também mil comentários sobre um grupo de matulões que consegue meter bolas em cestos e um outro que perdeu logo mas é orgulho da raça por ser amador entre profissionais. Só porque vestem a camisola das quinas? Porque cantam o hino? Vai tão forte assim o espírito lusitano?
O mal deve ser meu. Impressiono-me pouco com a portugalidade dos actores.
Não estremeço perante um pífio monumento a Diogo Cão na Namíbia, nem mesmo no Portugal dos Cristãozinhos na Velha Goa.









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