Mostrar mensagens com a etiqueta angola. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta angola. Mostrar todas as mensagens

7.3.19

Angola? É do Marcelo




«O próprio Presidente contou aos jornalistas, à beira do esmagamento, no meio da turba e dos gritos: “Parei muitas vezes, mas fui sempre fora do carro. Para não cair, vinha pendurado com uma mão e por isso não podia ir muito rápido. É que” - explicou - "como a viatura é blindada não dá para abrir a janela. Vinha com um pé no estribo e uma mão a segurar. Para cumprimentar todos, ou saía do carro ou íamos tão devagar que por isso demorámos muito tempo…” Ouvia “Marcelo, amigo, o povo está contigo”, gritos de “Angola!”, “Portugal!”, era disto que Marcelo Rebelo de Sousa estava à espera.»

Comentários, para quê.
.

31.10.18

A dança das carreiras




Mas será que ninguém percebe que todas estas jogatanas e bailaricos de políticos, «abanqueirados», comentadores e outros que tais vão acabar mal? Não para eles, obviamente.
.
,

2.6.18

Angola mudou?



«O Presidente da República, João Lourenço, causou sensação no aeroporto das Astúrias, em Espanha, ao chegar num Boing 787 VIP, cujo valor comercial está estimado em 320 milhões de dólares.»

(Daqui)
.

15.3.17

15.03.1961 – Angola, no «dia do terror»



Foi nessa data que se deu o ataque da UPA no Norte de Angola, naquele que foi considerado o primeiro acto para a libertação do país e que marcou o chamado «dia do terror». O vídeo resume bem os acontecimentos.

Foi também nesse dia que, pela primeira vez, os Estados Unidos votaram positivamente uma moção contra Portugal no Conselho de Segurança da ONU.

Nos primeiros dias de Março, o próprio Kennedy, através do embaixador em Lisboa, envolveu-se pessoalmente na questão, insistindo com Salazar para que Portugal anunciasse publicamente o princípio da autodeterminação e independência de Angola. Diz Franco Nogueira (Salazar – A resistência, Vol. V, p.211) que, no fim de uma reunião com o embaixador Elbrick, Salazar terá concluído: «Ouvi-o atentamente e agradeço-lhe a sua visita. Muitos cumprimentos ao Presidente Kennedy. Muitos boas tardes, senhor embaixador.» E nada mudou na posição portuguesa, como é sabido.

Assim se chegou a 15 de Março, quando Libéria, Ceilão e República Árabe Unida apresentaram um projecto de resolução no Conselho de Segurança, que sublinhava os perigos que a situação em Angola representava para a paz e para a segurança mundiais e exigia expressamente reformas que pusessem fim ao colonialismo. Kennedy deu instruções para que os Estados Unidos votassem positivamente, juntando-se assim aos três proponentes e à URSS. Cinco votos a favor, portanto, mas seis abstenções (França, Inglaterra, China, Chile, Equador e Turquia): a resolução não obteve a maioria de votos necessária para ser aprovada, mas as relações dos Estados Unidos com o salazarismo ficaram profundamente afectadas. Quanto a Angola, esperaria mais 14 anos para ser independente.

.

14.9.16

MPLA: um livro no banco dos réus



Agora que a questão angolana já saiu da nossa agenda mediática, vale a pena ler um texto de Carlos Pacheco, historiador luso-angolano, no Público de hoje: Um livro no banco dos réus: triste espectáculo do MPLA. (Note-se que não conheço nem o autor, nem o livro, mas não é isso que está aqui em questão.)

Alguns excertos:

«Hoje em dia o MPLA como antigo movimento de rebelião que se alçou em armas contra a “intrusão intolerável” do colonizador para defender os direitos pátrios dos angolanos pouco se distingue do inimigo colonialista que combateu. Com iguais tiques de arrogância e poder ergueu uma fronteira cerrada à sua volta e obstina-se em ser o único porta-voz da linguagem do independentismo e em se atribuir a si a prerrogativa de posse de todo o conhecimento da história da luta armada de libertação nacional. Pela ameaça e pela repressão fixou a preeminência dos seus direitos ao arrepio dos direitos dos outros. Um espectáculo lamentável que Albert Camus definiria como espectáculo da “sem-razão” ou do absurdo. (…)

Exemplo paradigmático é o livro por mim publicado recentemente, Agostinho Neto, o Perfil de um Ditador. A História do MPLA em Carne Viva. (…)

No meu caso concreto, imputou-se-me o “delito” de incorrer em crenças alheias à pátria angolana e de ser um saudosista do colonialismo. Mas não bastasse este alarde agressivo de chauvinismo e autoritarismo, ainda se tentou amortalhar a obra com a etiqueta abjecta de “insulto ao povo angolano”, como se o MPLA fosse o detentor da arca mágica da vida ou tivesse a representatividade exclusiva de falar em nome da totalidade de milhões de homens e mulheres que compõem a realidade histórica e social de Angola. (…)

Em resumo, o Partido-MPLA coloca-se acima das leis, do país e dos cidadãos e imiscui-se em esferas de actividade que não lhe dizem respeito. Os políticos devem ocupar-se da política e deixar aos historiadores, literatos e a outros profissionais de humanidades o exercício do seu mister. (…)

Ora o discurso da mais alta instância do MPLA é também um regimento de palavras, só que de palavras burlescas e sobranceiras, próprias de quem detém a vara do mando há muito tempo e abusa dela em demonstrações políticas de desprezo e descortesia. Fui condenado em praça pública de modo injusto e tirânico sem que os meus juízes tivessem, ao menos, o cuidado de ler o meu livro com escrúpulo e espírito hermenêutico segundo a história. Ao invés, numa exibição de proselitismo exacerbado, tiraram conclusões apressadas a partir de fragmentos saídos na comunicação social. Esqueceram-se esses “juízes” partidários que as leis fundamentais da República são civis e o Bureau Político ou qualquer outro órgão superior de direcção, incluindo o mais alto representante do aparelho de Estado, se subordinam a tais instrumentos jurídicos. O Partido não impera sobre as leis, tal como imperavam os reis nos sistemas monárquicos absolutos. De acordo com o princípio constitucional da dignidade, as leis prescrevem que todo o cidadão é credor do respeito incondicional à sua dignidade e que este princípio é concretizado no direito à identidade, mas acima de tudo no direito ao bom nome. Ao usar de termos iníquos, o Bureau Político arbitrariamente calcou todos os pressupostos e consequências que dão substância a esta matéria jurídica.» 
.

23.8.16

Angola, ainda

Parece que não se pode falar de Angola porque vivem lá portugueses



«Já perdemos a conta à quantidade de vezes que alguém defende o silêncio, a cabeça baixa ou a defesa incondicional do regime de Angola invocando um argumento: é preciso não prejudicar os interesses dos portugueses e das empresas que escolheram aquele país para trabalhar.

Paulo Portas, assumindo a sua confessada faceta de Oliveira da Figueira, invocou há dias esse mesmo argumento: é preciso criar uma boa relação com Angola para "proteger os 100 mil portugueses, as duas mil empresas", etc. etc. É um mau argumento. Na relação intensa entre Portugal e Angola há dependências mútuas. (…)

Esta influência vai além da economia e estende-se aos partidos políticos e outros centros de influência. Para a elite angolana, Portugal é um refúgio - um lugar familiar e onde têm laços (ao contrário do que acontece com o parceiro China), onde podem estacionar o dinheiro longe do risco do seu país.

Quem, como Portas, exacerba a dependência portuguesa face a Angola - uma posição estranha para alguém que falava muito em soberania durante o programa da troika - passa deliberadamente ao lado da outra dependência, a de Luanda face a Lisboa. Fá-lo por erro de leitura - ou, tratando-se de pessoas inteligentes, porque tem interesses a defender.

Dirão alguns que é legítimo fazer negócios em Angola. Eu também acho que é. E que é legítimo defender o regime para defender esses negócios. Neste último ponto divergimos. Portugal não tem de se imiscuir na governação de outro país soberano - não tem de dizer aos angolanos como serem angolanos. Mas não é disso que estamos a falar, pois não? Do que falamos é do cortejo vexatório de subserviência nos últimos anos, do pedido de desculpas de Rui Machete em Luanda, em 2013, à romaria dos partidos (com honrosa excepção do Bloco) ao beija-mão ao presidente do MPLA, passando pelo receio palpável com que o primeiro-ministro e o Presidente da República comentaram publicamente o caso Luaty Beirão.

É fácil perceber como, do ponto de vista moral, esta é uma posição muito frágil quando falamos de Angola. É fácil ver que o potencial de retaliação de Luanda é limitado. E é importante perceber como esta posição totalmente acrítica defende mais os interesses de alguns do que os da política externa de longo prazo de Portugal em Angola - o risco político naquele país é grande e nunca se sabe quem vai mandar depois de amanhã. Talvez um pouco mais de coluna vertebral e de inteligência estratégica não fizesse mal.»

18.8.16

J. E. Agualusa sobre o congresso do MPLA




«O cuidado a ter com a vasta comunidade portuguesa em Angola justifica esta participação dos partidos no congresso do MPLA?

Acho que é exactamente o contrário. Quando se pensa numa relação a longo prazo, tem que se pensar na relação entre povos, não na relação entre regimes. Este foi o erro que se cometeu com a África do Sul no tempo do “apartheid”, quando se apoiou o “apartheid” até ao fim. Isso não beneficiou nada a comunidade portuguesa, pelo contrário, prejudicou imenso a comunidade portuguesa, que ainda hoje é vista como uma comunidade que apoiou o “apartheid”.

A longo prazo, esta atitude não beneficiaria em nada a comunidade portuguesa, que hoje já não é vista com bons olhos em Angola. É vista como uma comunidade que sustenta o regime. Há diferentes comunidades portuguesas em Angola, há portugueses que estão em Angola há muito tempo e estão perfeitamente integrados e depois há estes novos portugueses que foram em busca de negócios, tentarem fazer a sua vida sem terem grande ligação aos angolanos, nem procurarem ter essa ligação. São comunidades muito diferentes, mas, de uma forma geral, este tipo de atitude não beneficia nada.» 
.

17.8.16

Onde vão já os porcos a andar de bicicleta…




«Hélder Amaral frisou que hoje a linguagem é comum aos dois partidos, depois de algum distanciamento entre as duas forças políticas, salientando que "é um caminho natural que se foi fazendo" e que o CDS fez aquilo que tem feito sempre, que é "saber ler os tempos, os sinais, adaptar-se e atualizar-se".» 
.

4.5.16

Em defesa dos direitos políticos e pela libertação dos 17 ativistas angolanos



«Não há lógica nem conveniência que silencie o nosso protesto perante a flagrante violação dos valores e princípios da democracia, do estado de direito e dos direitos humanos que está a verificar-se em Angola no processo que condenou 17 jovens ativistas – um dos quais luso-angolano – a pesadas penas de prisão, acusados do crime de “actos preparatórios de rebelião e associação de malfeitores” por terem realizado a leitura colectiva do livro “Da ditadura à democracia” de Gene Sharp. Partilhamos a convicção de que não há democracia sem liberdade de expressão e reunião e que o seu exercício não pode ser motivo de incriminação. Razão suficiente para nos juntarmos e promovermos uma Sessão Pública em defesa dos direitos políticos em Angola e pela libertação e absolvição, como pede o recurso judicial, dos 17 ativistas detidos.»

Comissão Promotora: Ana Gomes, eurodeputada; Bárbara Bulhosa, editora; Cândida Pinto, jornalista; Carlos Vaz Marques, jornalista; Diana Andringa, jornalista; Dulce Maria Cardoso, escritora; Edite Estrela, deputada; Fernanda Câncio, jornalista; Isabel Moreira, deputada; João Semedo, médico; Jorge Costa, deputado; José Eduardo Agualusa, escritor; Lídia Jorge, escritora; Marisa Matias, eurodeputada; Pacheco Pereira, historiador; Pilar del Rio, jornalista; Ricardo Araújo Pereira, humorista; Ricardo Sá Fernandes, advogado; Sérgio Godinho, músico; Sónia Fertusinhos, deputada.

Lista de subscritora/es: Abel Barros Baptista, prof univ / Adelino Gomes, jornalista / Afonso Bulhosa, estudante / Alain Corbel, artista visual / Aldina Duarte, fadista / Alex Gozblau, ilustrador / Alexandra Lucas Coelho, jornalista / Alexandre Quintanilha, deputado / Alfredo Barroso, cronista / Alice Samara, historiadora / Almeida Faria, escritor / Alvaro Dionísio, aposentado fp / Amadeu Brigas, professor / Ana Bárbara Pedrosa, editora / Ana Brandão, atriz e cantora / Ana Luísa Amaral, poeta / Ana Luísa Rodrigues, jornalista / Ana Matos Pires, psiquiatra / Ana Monteiro, coord de campanhas / Ana Nicolau, realizadora / Ana Nunes Cordeiro, jornalista / Ana Passos, deputada / Ana Zanatti, actiz e escritora / Anabela Mota Ribeiro, jornalista / Anália Gomes, reformada / André Barata, prof univ / André Carrilho, ilustrador / André Freire, prof univ e politólogo / André Pinotes Batista, deputado / Anselmo Borges, padre e prof filosofia / Antero Braga, livreiro / Antónia Pedroso de Lima, prof univ / António Araújo, jurista e historiador / António Arnaut, advogado / António Cardoso, deputado / António Lobato Faria, editor / António Loja Neves, jornalista / António Pedro Vasconcelos, realizador / António Pinho Vargas, compositor / António Sampaio da Nóvoa, prof univ / Augusto M. Seabra, critico / Bernardo Pires de Lima, investigador / Capicua (Ana Matos Fernandes), artista musical / Carla Sousa, deputada / Carla Tavares, deputada / Carlos Fiolhais, cientista / Carlos Matias, deputado / Carlos Quevedo, jornalista / Casimiro de Brito, escritor / Catarina Martins, deputada / Catarina Raposo, arquitecta paisagista / Cecília Mateus, agente de actores / Celma Branco, educadora de infância / Cláudia Clemente, escritora / Cláudia Lopes, produtora de eventos / Cláudia Marques Santos, jornalista / Dalila Rodrigues / Daniel Blaufuks, fotógrafo / Daniel Oliveira, jornalista / Dina Lopes paulo, advogada / Diogo Leão, deputado / Diogo Madre Deus, editor / Domicília Costa, deputada / Dulce Furtado, assessora de imprensa / Eduarda Abbondanza, estilista / Eduardo Lourenço, ensaísta / Eduardo Marçal Grilo, administrador da F.C. Gulbenkian / Elza Pais, deputada / Fernanda Fragateiro, artista plástica / Fernando Alves, jornalista / Fernando Anastácio, deputado / Fernando Jesus, deputado / Fernando Rosas, historiador / Filipa Farraia, artista visual / Filipe Melo, músico e escritor / Francisca Parreira, deputada / Francisco Fanhais, músico / Francisco Louçã, prof univ / Francisco Mangas, jornalista / Francisco Rocha, deputado / Francisco Teixeira da Mota, advogado / Garcia Pereira, advogado / Gonçalo M. Tavares, escritor / Gregório Duvivier, humorista, poeta / Gustavo Cardoso, investigador / Heitor de Sousa, deputado / Helder Costa, encenador / Helena Barros, educadora de infância / Helena Botelho, arquitecta / Helena Cortesão Monteiro, gestora / Helena Pinto, vereadora / Helena Rafael, assessora de imprensa / Inês de Medeiros, deputada / Inês Ferreira Leite, prof univ / Irene Pimentel, historiadora / Isabel Allegro de Magalhães, prof univ / Isabel do Carmo, médica / Isabel Magalhães, jornalista / Isabel Pires, deputada / Ivan Nunes, investigador / Jacinto Lucas Pires, escritor / Jaime Rocha, escritor / Jerónimo Pizarro, prof univ / Joana Cardoso, designer, ex-vice pres Amnistia Internacional/Portugal / Joana Estorninho de Almeida, historiadora / Joana Gorjão Henriques, jornalista / Joana Lopes, dout. em filosofia / Joana Mortágua, deputada / Joana Villaverde, artista plástica / João Bulhosa, designer / João Constâncio, investigador / João Fazenda, ilustrador / João Galamba, deputado / João da Rocha Pinto, historiador / João de Almeida Dias, jornalista / João Luís Barreto Guimarães, poeta / João Paulo Baltazar, jornalista / João Paulo Cotrim, editor / João Pina, fotógrafo / João Pinho, assessor de imprensa / João Salaviza, realizador / João Soares, deputado / João Tordo, escritor / João Vasconcelos, deputado / Joaquim Carlos Matos, reformado / Joaquim Letria, jornalista / Joaquim Vieira, jornalista / Jorge Campos, deputado / Jorge Falcato, deputado / Jorge Leite, prof univ / Jorge Ramos do O, prof univ / José Barreto, historiador / José Carpinteira, deputado / José Gameiro, psiquiatra / José Manuel Mesquita, advogado / José Manuel Pureza, deputado / José Miguel Medeiros, deputado / José Riço Direitinho, escritor / José Soeiro, deputado / José Tolentino Mendonça, poeta / Judite Cília, designer / Lisa Rimil, LAPA / Lúcia Serras Lopes, téc sup f p / Luís Cília, músico / Luís Fazenda, professor / Luís Graça, deputado / Luís M. Jorge, publicitário / Luís Miguel Rainha, publicitário / Luís Monteiro, deputado / Luísa Costa Gomes, escritora / Luísa Salgueiro, deputada / Manuel Carvalho da Silva, sociólogo / Manuela Couto, atriz / Margarida Vale de Gato, tradutora / Maria Antónia Almeida Santos, deputada / Maria Cunha, argumentista / Maria da Luz Rosinha, deputada / Maria do Carmo Matos, reformada / Maria do Céu Guerra, actriz / Maria João Guardão, jornalista / Maria João Lobo Antunes, antropóloga / Mariana Machado, psicóloga / Mariana Mortágua, deputada / Mário de Carvalho, escritor / Marisabel Moutela, deputada / Marta Bulhosa, investigadora / Miguel Cardina, historiador / Miguel Esteves Cardoso, escritor / Miguel Guedes, músico / Miguel Sousa Tavares, jornalista / Miguel Vale de Almeida, prof univ / Moisés Ferreira, deputado / Norberto Patinho, deputado / Nuno Artur Silva, escritor e empresário / Nuno Crespo, investigador / Nuno Miguel Guedes, jornalista / Odete João, deputada / Ozias Filho, escritor / Palmira Maciel, deputada / Paulino Ascensão, deputado / Paulo Corte Real, prof univ / Paulo Pena, jornalista / Paulo Pinto, historiador / Paulo Trigo Pereira, deputado / Pedro Bacelar de Vasconcelos, deputado / Pedro Baptista Bastos, advogado / Pedro Coquenão, músico / Pedro Cortesão Monteiro, prof. Univ / Pedro do Carmo, deputado / Pedro Filipe Soares, deputado / Pedro Gomes, economista / Pedro Marques Lopes, empresário / Pedro Oliveira, prof univ / Pedro Rosa Mendes, escritor / Pedro Soares, deputado / Pedro Teixeira Neves, jornalista / Rachel Caiano, ilustradora / Raquel Ribeiro, escritora, prof univ / Raquel Vaz Pinto, prof univ / Ricardo Rodrigues, jornalista / Ricardo Soares de Oliveira, prof univ / Richard Zimler, escritor / Rita Ferro Rodrigues, jornalista e apres tel / Rita Simões, tradutora / Rosa Ruela, jornalista / Rosário Gama, professora / Rui Cardoso Martins, escritor / Rui Reininho, músico / Rui Tavares, historiador / Rui Vieira Nery, musicólogo / Rui Zink, escritor / Rute Dias, editora / Sandra Cunha, deputada / Sandra Monteiro, jornalista / Sandra Pontedeira, deputada / Santinho Pacheco, deputado / Sara Figueiredo Costa, jornalista / Sarah Saint-Maxent, téc sup da f p / Sérgio Tréfaut, realizador / Sofia Araújo, deputada / Sofia Lorena, jornalista / Susana Almeida, psicóloga / Susana Moreira Marques, jornalista / Teresa Pina, jornalista, ex-pres Amnistia Internacional/Portugal / Teresa Vilaverde, realizadora / Tété Segadães Pereira, empresária / Tiago Barbosa Ribeiro, deputado / Tiago Rodrigues, dramaturgo e encenador / Valério Romão, escritor / Valter Hugo Mãe, escritor / Vanessa Rato, jornalista / Vasco Araújo, artista plástico / Vasco Pimenta, engenheiro / Vasco Pimentel, dir som cine / Vera Tavares, designer / Vítor Sousa, editor / Wanda Guimarães, deputada / Zé Diogo Quintela, humorista / Zé Pedro, músico 
.