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28.2.25

Passaram oito anos

 


Já houve um 28 de Fevereiro em que cheguei a Sydney ao nascer do dia e que fotografei isto. Numa viagem maravilhosa, ainda bem que não previa o estado deste mundo em 2025.

21.12.24

Algures na Rota da Seda

 


Eu vi isto. Mas as Fotografias que tirei são mais modestas...

«A Muralha da Cidade de Khiva, localizada no Uzbequistão, é uma fortificação histórica em torno da antiga cidade de Itchan Kala, a cidade interior de Khiva.

Construída principalmente nos séculos XVII e XVIII, a parede é feita de tijolos de lama e tem aproximadamente 8 a 10 metros alta com um perímetro de cerca de 2,2 quilómetros. Possui inúmeras torres e bastiões, fornecendo uma defesa estratégica contra invasores.

O design arquitetónico do muro reflete a rica herança cultural da região e contribui para o status de Khiva como Património Mundial da UNESCO... Créditos: Nós amamos Alienígenas Antigos,»


22.8.24

Árvores grandes, grandes árvores (8)

 


Banhos Reais de Fasiledes, Gondar, Etiópia, 2013.

Estes Banhos Reais foram uma iniciativa do imperador Fasiledes e construídos durante o seu reinado (1632-1667) no vale do Rio Qeha.

São constituídos por uma estrutura rectangular com muros de pedra, que todos os anos se enche de água para a Epifania (Timket) em que se celebra o baptismo de Jesus no Rio Jordão. As árvores «incrustaram-se» na pedra, como é bem visível.

21.8.24

Árvores grandes, grandes árvores (7)

 


Giant Java Fig Tree, Royal Botanical Gardens, Peradeniya, (perto de) Kandy, Sri Lanka, 2011.

A origem destes jardins remonta a 1371, quando o rei Wickramabahu III subiu ao trono e levou a corte para Peradeniya. Esta árvore tem mais de 100 anos e diz-se que cobre uma superfície de cerca de 2.000 metros quadrados.

20.8.24

Árvores grandes, grandes árvores (6)

 

São Tomé, 2019.

Esta árvore de grande porte é uma OCÁ que pode chegar a ter 130 metros de altura e que é utilizada para fabricar embarcações de pesca – as famosas canoas.

19.8.24

Árvores grandes, grandes árvores (5)

 


Parque Kuranda, perto de Cairns, Austrália, 2017.

No Norte da Austrália, este parque tem cerca de 27 mil hectares de floresta tropical montanhosa e andei por lá durante um dia, em vários meios de transporte. Comecei por um combóio preparado para proporcionar belíssimas perspectivas de montes, vales e cascatas, continuei num tanque anfíbio que já andou pela Segunda Guerra Mundial e acabei num teleférico, com sete quilómetros de comprimento, que passa por cima de muitos milhares de árvores gigantescas e permite que se tenha uma ideia da variedade e da dimensão do que está em causa.

Tudo isto com o Mar de Coral no horizonte.

18.8.24

Árvores grandes, grandes árvores (4)

 


Ayutthaya, Tailândia, 2012.

Esta árvore encontra-se no Wat Mahathat de Ayutthaya, antiga capital do reino de Sião. No recinto vêem-se muitas estátuas mutiladas, mas esta cabeça de Buda, envolvida por raízes de uma árvore gigante, é absolutamente única.

Os portugueses foram, provavelmente, os primeiros europeus a visitar Ayutthaya, em 1511.

17.8.24

Árvores grandes, grandes árvores (3)

 


Castelo S Felipe del Golfo, Lago Izabal Guatemala, 2014.

Esta árvore lindíssima é um sapotizeiro (sapota zapotilla) e produz um fruto chamado sapoti ou sapota que pode ser comido ao natural ou em doces.

Os pré-colombianos da Guatemala extraiam da árvore uma resina chamada chicle, que mascavam pelo seu sabor agradável e que veio mais tarde a ser usada para fabricar… chiclete.

16.8.24

Árvores grandes, grandes árvores (2)

 


Santa Marta, Colômbia, 2012.

Esta magnífica árvore é da Quinta de San Pedro Alejandrino, construída no século XVII e onde Simón Bolivar (o grande herói que contribuiu para a independência de uma série de países da América Latina como Colômbia, Venezuela, Equador, Peru e Bolívia) passou os últimos dias da sua vida e onde morreu em 17 de Dezembro de 1830: esperava um barco que o levaria a Espanha para ser submetido a tratamentos de males pulmonares, mas o dito barco não chegou a tempo.

Há mais árvores lindíssimas na quinta.

15.8.24

Árvores grandes, grandes árvores (1)

 


Howrah (perto de Calcutá), Índia, 2010.

«The great banyan tree», é uma árvore ficus benghalensis (figueira-de-bengala) que se encontra no Jardim Botânico Acharya Jagadish Chandra Bose Indian, em Howrah, nos arredores de Calcutá. É a maior árvore do mundo em termos de área ocupada (cerca de 14.500 metros quadrados) e estima-se que tenha pelo menos 250 anos.

12.8.24

Bichos há muitos (8)

 


Orfanato de Elefantes de Pinnawala, num dos dois banhos diários. Sri Lanka, 2011.

Este orfanato foi fundado em 1975, com sete elefantes órfãos. Cresceu e multiplicou-se e os primeiros órfãos já são avós. Abriga a maior manada do mundo de elefantes cativos, de três gerações: em 2023 eram 71, dos quais 30 machos e 41 fêmeas.

Atrai ao Sri Lanka estudiosos do mundo inteiro e é objecto de muitos filmes e livros.

HOJE É O DIA MUNDIAL DO ELEFANTE.

11.8.24

Bichos há muitos (7)

 


Centro de Protecção de Tartarugas. Kosgoda, Sri Lanka, 2011.

As tartarugas desovam na praia, os ovos são recolhidos e «chocados» debaixo de terra. Algumas semanas mais tarde as crias nascem, são guardadas três dias em tanques e depois lançadas ao mar.

Em tanques especiais, vivem algumas estropiadas, muitas delas recolhidas nos destroços do tsunami de 2004. A primeira à esquerda no tanque, sem uma pata, não será lançada ao mar.

10.8.24

Bichos há muitos (6

 


Reserva Nacional de Flamingos e Lagoas Altiplânicas (Miscanti e Miñiques), S. Pedro de Atacama, Chile, 2010.

A Reserva tem uma área total de 740 km quadrados e sete seções separadas. Uma dessas secções inclui as Lagoas Altiplânicas Miscanti e Miñiques, situadas a mais de 4.000 metros de altura, e abriga uma grande variedade de pássaros, incluindo o flamingo andino e o flamingo chileno.

É muito difícil, praticamente impossível, dar uma ideia da beleza de tudo isto, das cores, da limpidez do ar, da força do silêncio.

9.8.24

Bichos há muitos (5)

 


Burros, Perto de Gondar, Etiópia, 2013.

São mesmo um ícone do país, tão grande é a sua quantidade, tão importantes as funções que exercem como meio de transporte de mercadorias e de pessoas. Chegam mesmo a ser «ambulâncias», que levam doentes a quilómetros de distância.

Verdadeiros heróis num país onde se diz que «quem trabalha são as mulheres e os burros».

8.8.24

Bichos há muitos (4)

 


O célebre Lonesome George (George Solitário). Ilha de Santa Cruz, Galápagos, Equador, 2004.

A tartaruga-das-galápagos-de-Pinta foi uma subespécie de tartaruga terrestre da ilha de Pinta, nas Galápagos. O último indivíduo conhecido foi um macho que morreu em 2012 (ainda o vi em 2004), na Ilha de Santa Cruz, sem deixar descendência. Teria entre 93 e 109 anos.

Foi considerado a criatura mais rara do mundo e tido como um símbolo dos esforços de conservação do ambiente, nas Galápagos e no mundo.

7.8.24

Bichos há muitos (3)

 


Grande Barreira de Corais, Cairns, Austrália, 2017.

A Grande Barreira de Coral estende-se por 2.300 quilómetros ao largo da costa Nordeste da Austrália e é formada por uma rede de 2.900 recifes de corais. Estes são animais vivos e sensíveis, da mesma família das alforrecas, mas que criam um esqueleto calcário e sólido.

No local por onde andei, há cerca de 400 espécies e vi-as através das janelas de um pequeno submarino, num espectáculo absolutamente impressionante pela diversidade, pelas cores e pelo brilho. É sabido que os corais estão altamente atingidos pelas alterações climáticas e que se tenta, a todo o custo, evitar que «desapareçam».

6.8.24

Bichos há muitos (2)

 


Um belo cavalo da raça Turken Akhalteke. Asghabat, Turquemenistão, 2016.

Estes cavalos são extremamente ágeis e muito resistentes, podendo viajar 150 km por dia, com pouca comida e água. São uma espécie de símbolo do país e foram muito elogiados desde os tempos de Alexandre o Grande, imperadores romanos e Genghis Khan.

Outros mundos…

5.8.24

Bichos há muitos (1)

 


Um belo casuar. Sydney, Austrália, 2017.

O casuar é uma ave de grande porte, nativa do nordeste da Austrália, Nova Guiné e ilhas próximas, muito ágil (pode correr 50 km/hora e saltar 1,5m).

Torna-se muito agressiva se se trata de proteger ninhos e crias. As fêmeas põem entre 3 e 5 ovos, mas depois vão-se embora e os machos cuidam sozinhos dos ninhos e das crias durante os nove meses seguintes.