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4.8.24
2.8.24
Não temos cá disto (10)
Pagode Shwedagon. Yangon (Rangum), Birmânia, 2009.
Tem 98 metros de altura, está situado no principal centro religioso da Birmânia, numa plataforma em mármore de 5,6 mil hectares. É muito difícil dar uma ideia do que se trata, entre o kitsch (quando lé entrei, senti-me numa Disneylândia do budismo) e o muito belo e único.
O templo principal está rodeado por 72 edifícios dos mais variados tipos, incluindo quatro grandes templos que apontam para os pontos cardeais. A base do pagode principal é feita de tijolos cobertos com milhares de placas de ouro.
Ao fim de algumas horas, a verdade é que se sai estranhamente esmagado por tanta grandiosidade.
1.8.24
Não temos cá disto (9)
Dunas de Sossusvlei, deserto da Namíbia, 2007.
São consideradas das mais altas dunas de areia do mundo, chegam a ultrapassar 300 metros de altura. Fazem parte do "Mar de Areia da Namíbia" (Namib Sand Sea).
Andei por lá uns dias, tê-las sobrevoado num pequeno avião é inesquecível (imagem possível neste «post»), percorrê-las numa carripana também, «contemplar» a duna 45, que dizem ser a mais fotografada do mundo, fica inevitavelmente registado.
Nunca tinha andado por nenhum deserto e, talvez por isso, esta experiência marcou-me bastante. Fui mais tarde ao de Atacama, mas é um outro mundo também esmagador.
31.7.24
Não temos cá disto (8)
Uluru, Ayers Rock, Austrália, 2017.
Uluru é um grande monólito de arenito, com 8,5 km de largura e 348 metros de altura, que vai mudando de cor conforme a incidência do Sol. Situa-se no Parque Nacional de Uluru-Kata e é o segundo maior monólito do mundo (depois de um outro, também na Austrália). É Património Mundial da UNESCO.
Fiz uma longa caminhada lá dentro, que me permitiu ver uma pequena parte do conjunto de desfiladeiros, covas, vegetação, lagos e símbolos da cultura aborígene – tudo isto com 39ºC.
Um dos pontos interessantes ligados a Uluru reside nas muitas lendas sobre as suas origens e características. Algumas das grutas são utilizadas para dar aulas a crianças que frequentam escolas aborígenes e são também usadas como cozinhas em momentos especiais ou noutro tipo de actividades.
É difícil descrever o fascínio que este «objecto» provoca, mas não se parece com nada onde eu tenha andado antes.
30.7.24
Não temos cá disto (7)
Templo Ta Prohm, Siem Reap, Camboja, 2009.
Ta Prohm faz parte do complexo de templos construídos na zona de Angkor, a antiga capital do Império khmer entre os séculos IX e XV, e pesquisas recentes concluíram que poderá ter ocupado 3.000 km² e tido uma população de 500.000 habitantes («a maior cidade pré-industrial do mundo»). Nela foram encontradas ruínas de mais de 1.000 templos.
Ao contrário da maioria dos templos de Angkor, Ta Prohm foi deixado sem ser reconstruído, ficando envolvido nas árvores que, ao longo do tempo, se foram entrelaçando com a pedra, o que o tornou uma das grandes atracções do conjunto. (Houve alguma intervenção em 2013, sobretudo para o defender dos turistas, mas foi assim que o vi.)
29.7.24
Não temos cá disto (6)
Metéora, Grécia, 2016.
Em Metéora, na Grécia Central, encontra-se um dos mais importantes conjuntos de mosteiros bizantinos, apenas ultrapassado pelo Monte Atos. Cravados na rocha, mais ou menos suspensos, hoje são seis, já foram mais de vinte.
Entrei em dois, de monjas. Só se visita as igrejas, cheias de belos ícones. Infelizmente, é proibido fotografar o que quer que seja.
Não se conhece exactamente a data da fundação de Metéora (a palavra significa «suspenso no ar»), mas pensa-se que os primeiros eremitas se instalaram nesta espécie de cavernas no século XI. Absolutamente impressionante pelas características do terreno!
27.7.24
Não temos cá disto (5)
Numa igreja, algures na Geórgia, 2012.
Perplexidade. Para além do proibicionismo militante, só uma coisa é certa: nem mulheres nem homens podem entrar de calções na igreja. Já quanto ao resto, nada impede os homens de envergarem uns mini-vestidos, tops de alças ou calças compridas, nem as mulheres de levarem revólveres, fumarem um cigarrito ou falarem ao telemóvel. É mais ou menos isto, não é?
26.7.24
Não temos cá disto (4)
Joya de Cerén («A Pompeia das Américas»), El Salvador, 2014.
Em Joya de Cerén, encontra-se um dos mais interessantes patrimónios arqueológicos da América Central, sobretudo porque apenas lá, tal como em Pompeia, podem ser observados pormenores da vida quotidiana – neste caso dos Maias –, até ao início do século VII d.c.
Por volta do ano 600, uma erupção do Vulcão Loma Caldera destruiu completamente o local que ficou coberto por três metros de cinzas até ser descoberto em 1976. As escavações foram interrompidas por causa da guerra civil, mas retomadas entre 1989 e 1996 e os trabalhos de prospecção arqueológica ainda continuam. Tipicamente, as casas familiares tinham duas divisões, onde se vêem camas de pedra, sendo cozinhas e outras áreas usadas comunitariamente. Muitíssimo interessante!
25.7.24
Não temos cá disto (3)
Metro de Moscovo, Rússia, 2012.
Com um luxo decorativo único no género, inaugurado em 15 de Maio de 1935, o metropolitano de Moscovo merece, sem dúvida, que se lhe dedique o tempo necessário para ver uma parte das mais de 200 estações de que dispõe actualmente. Algumas são fabulosas arquitectonicamente, todas as que vi são lindíssimas em termos de decoração.
Relevo especial para a «Praça da Revolução», com as suas dezenas de estátuas em bronze, sendo a de um homem com um cão a mais popular: os moscovitas passam e afagam o nariz do animal, ao mesmo tempo que exprimem um desejo.
24.7.24
Não temos cá disto (2)
Catedral de Sal, Zipaquirá, Colômbia, 2012
Não sei quantas catedrais já terei visitado, mas nenhuma como esta – feita DE SAL. Ocupa três camadas já desactivadas de minas e resulta de uma verdadeira proeza técnica que tirou partido dos túneis e das cavernas que sobraram da antiga actividade de extracção.
Atinge 180 metros de profundidade e nela se percorrem as 14 estações da Via Sacra, que desembocam na catedral propriamente dita, com três naves – tudo num impressionante percurso, complexo e muito bem iluminado. Foi construída entre 1991 e 1995 e substituiu uma outra mais antiga.
23.7.24
Não temos cá disto (1)
Livingstone, Zâmbia, 2007.
Perto do quarto do hotel, junto às Cataratas de Vitória: crocodilos à vista e macacos que partilham espreguiçadeiras com os turistas.
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