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3.8.24

Não temos cá disto (11)

 


Wat Phra That Doi Suthep, Chiang Mai, Tailândia, 2012.

É um dos templos budistas mais importantes do Norte da Tailândia, que começou a ser construído em 1386 no alto de uma montanha, a pedido do Rei Kuena.

Conta a lenda que esse rei tinha uma relíquia de Buda sem saber onde a guardar. Atou-a a um elefante e esperou para ver onde ele a colocava. O elefante subiu a uma montanha, ajoelhou-se e morreu. O rei decidiu então que o templo fosse construído nesse lugar.

10.9.20

Disto não temos por cá (10)



Metro de Moscovo, Rússia, 2012

Com um luxo decorativo único no género, inaugurado em 15 de Maio de 1935, o metropolitano de Moscovo merece, sem dúvida, que se lhe dedique o tempo necessário para ver uma parte das mais de 200 estações de que dispõe actualmente. Algumas são fabulosas arquitectonicamente, todas as que vi são lindíssimas em termos de decoração. Relevo especial para a «Praça da Revolução», com as suas dezenas de estátuas em bronze, sendo a de um homem com um cão a mais popular: os moscovitas passam e afagam o nariz do animal, ao mesmo tempo que exprimem um desejo.




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9.9.20

Disto não temos por cá (9)



Metro de Tóquio, Japão, 2006

Andar de metro em Tóquio tem fama de aventura pelas multidões que o frequentam, mas não foi esse o meu problema. Eu e uma amiga decidimos abandonar as pessoas com quem viajávamos, regressar de metro ao hotel, até arranjámos este «simplicíssimo» mapa de que fotografei uma parte e estudámos onde tínhamos de sair para apanhar ligações (3 ou 4, se bem me lembro). Mas o que não esperávamos é que, nas estações (todas ou quase todas), tudo estivesse escrito apenas… em japonês. Conseguimos chegar ao destino, mas não foi fácil e nunca esqueceremos a experiência!
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8.9.20

Disto não temos por cá (8)



Joya de Cerén («A Pompeia das Américas»), El Salvador, 2014

Podia fazer uma série só sobre os Maias, tantos foram os locais onde estive em vários países da América Central. Mas escolho Joya de Cerén onde se encontra um dos mais importantes patrimónios arqueológicos de El Salvador, sobretudo porque apenas aqui, tal como em Pompeia, podem ser observados pormenores da vida quotidiana – neste caso dos Maias –, até ao início do século VII d.c. 

Por volta do ano 600, uma erupção do Vulcão Loma Caldera destruiu completamente o local que ficou coberto por três metros de cinzas até ser descoberto em 1976. As escavações foram interrompidas por causa da guerra civil, mas retomadas entre 1989 e 1996. Tipicamente, as casas familiares tinham duas divisões, onde se vêem camas de pedra, sendo cozinhas e outras áreas usadas comunitariamente. Muito interessante!



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7.9.20

Disto não temos por cá (7)



Hanói, Vietname, 2009

Pouco depois de aterrar em Hanói, levaram-me para o centro da cidade, onde o trânsito era o que se vê. O que não esperava era o susto que apanhámos quando nos meteram numa série de tuc tucs, que, lentamente, nos introduziu no caos. E o mais extraordinário é que tudo se passou na maior das calmas, sem a mínima arranhadela.

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6.9.20

Disto não temos por cá (6)



Metéora, Grécia, 2016

Em Metéora, na Grécia Central, encontra-se um dos mais importantes conjuntos de mosteiros bizantinos, apenas ultrapassado pelo Monte Atos. Cravados na rocha, mais ou menos suspensos, hoje são seis, já foram mais de vinte. Vi dois, de monjas: Ágios Stéphanos e Roussanou Só se visita as igrejas, cheias de belos ícones, mas, infelizmente, é proibido fotografar o que quer que seja.

Não se conhece exactamente a data da fundação de Metéora (a palavra significa «suspenso no ar»), mas pensa-se que os primeiros eremitas se instalaram nesta espécie de cavernas no século XI. Absolutamente impressionante pelas características do terreno!




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5.9.20

Disto não temos por cá (5)



Catedral de Sal, Zipaquirá, Colômbia, 2012

Não sei quantas catedrais já terei visitado, mas nenhuma como esta – de sal. Ocupa três camadas já desactivadas de minas (ainda hoje exploradas a 1.200 metros de profundidade) e resulta de uma verdadeira proeza técnica que tirou partido dos túneis e das cavernas que sobraram da antiga actividade de extracção.
Atinge 180 metros de profundidade e nela se percorrem as 14 estações da Via Sacra, que desembocam na catedral propriamente dita, com três naves – tudo num impressionante percurso, complexo e muito bem iluminado. Foi construída entre 1991 e 1995 e substituiu uma outra mais antiga.



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4.9.20

Disto não temos por cá (4)



Antígua, Guatemala, 2014

Transportes públicos bem coloridos talvez tornem menos tristonhas as estradas de um país. Somos tão sisudos aqui pelas Europas… A central de camionagem de Antígua é um espectáculo!


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3.9.20

Disto não temos por cá (3)



Cape Cross, Costa dos Esqueletos, Namíbia, 2007

Não os contei, não sei se há 200.000 leões-marinhos (ou muitos mais, como já vi referido), perto deste cabo descoberto por Diogo Cão em 1486, mas o espectáculo é verdadeiramente impressionante! Trata-se de uma das maiores colónias de lobos-marinhos-do-cabo no mundo e é uma das 15 existentes na Namíbia. Em terra e no mar, sempre prontos a saltarem para um barco, na esperança de receberem um peixinho para o almoço e umas festas antes de voltarem a mergulhar.





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2.9.20

Disto não temos por cá (2)



Numa igreja, algures na Geórgia, 2012

Este cartaz deixou-me perplexa. Para além do proibicionismo militante, só uma coisa é certa: nem mulheres nem homens podem entrar de calções. Já quanto ao resto, nada impede os homens de envergarem uns mini-vestidos, tops de alças ou calças compridas, nem as mulheres de levarem revólveres, fumarem um cigarrito ou falarem ao telemóvel. É mais ou menos isto, não?
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1.9.20

Disto não temos por cá (1)



Livingstone, Zâmbia, 2007

Perto do quarto do hotel, junto às Cataratas de Vitória: crocodilos à vista e macacos que partilham espreguiçadeiras com os turistas.

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