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23.7.18

A Europa fez o pino




«Por duas vezes este verão, a Suécia pediu assistência a Bruxelas para fazer face às dezenas de incêndios florestais que continuam ativos no país, onde só nos últimos dias arderam mais de 20.000 hectares, tendo os primeiros aviões de combate às chamas (oriundos de Itália) começado a operar na passada quarta-feira.»

E como disse alguém no Facebook: « E é só copos e gajas lá por cima...»
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24.11.17

Desculpem lá, mas não há pachorra



Church of Sweden to stop referring to God as 'he' or 'Lord'.

«The Church of Sweden is urging its clergy to use gender-neutral language when referring to the supreme deity, refraining from using terms such as “Lord” and “he” in favour of the less specific “God.”»
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4.2.16

Tempos Modernos



Em Estocolmo, surgiu um novo sinal de trânsito que chama a atenção dos condutores para possíveis peões demasiadamente absorvidos por telemóveis. 
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13.8.13

A Suécia e o multiculturalismo



«A Suécia crê-se uma sociedade homogénea e igualitária. Na realidade, o país tem dificuldade em integrar as suas minorias e a segregação está na ordem do dia. (...)

As imagens [dos motins] que vinham da Suécia deram a volta ao mundo. Um sentimento de raiva num país onde o governo toma conta das pessoas desde o primeiro grito até ao seu último suspiro? Racismo e segregação no país mais igualitário do mundo? Rapidamente se tornou evidente que era verdade. Enquanto o mundo estava distraído, o modelo sueco era posto em causa. A Suécia continua a ser uma sociedade igualitária, mas as desigualdades aumentaram mais do que em qualquer outro país da Europa. (...)

A Suécia concede, todos os anos, cada vez mais vistos de residência, ao contrário de muitos países da Europa, onde esse número baixou. (...)

Em alguns bairros, 80% das pessoas que ali vivem são imigrantes de primeira ou de segunda geração e 50% estão desempregadas, contra os 8% de taxa global de desemprego da Suécia. Um imigrante em cada quatro não acabou a escolaridade. E se 3% das crianças suecas são pobres, essa taxa sobe para os 40% entre as crianças filhas de imigrantes. (...)

Um debate multicultural atrasado
Ullenhag tem a solução: um novo “nós” para a Europa. “Não gosto do facto de, na Europa, o “nós” se referir sempre ao passado. Nos Estados Unidos todas as pessoas que moram em território americano são americanas. Ali, o “nós” está virado para o futuro. É preciso que também seja assim na Europa.”
“Seria tudo muito diferente se começássemos por reconhecer que já não somos o país homogéneo onde toda a gente é igual”, diz o escritor e jornalista Viggo Cavling.
Mas é precisamente isso que a Suécia tem dificuldade em reconhecer, segundo o investigador em imigração Hübinette. “Atualmente, há 19 % de suecos com um ou até mesmo os dois dos seus progenitores de origem estrangeira. Mas ainda não temos consciência disso. É preciso não esquecer que a Suécia nunca teve colónias. É sobretudo por isso que a Suécia é um país nacionalista. Os suecos não gostam apenas de fazer bem, também nos achamos muito bons. Acolhemos voluntariamente os refugiados mas temos dificuldade em reconhecer que os deixamos à mercê de situações inadmissíveis. Temos duas décadas de atraso no debate multicultural.”»

(Daqui)

26.5.13

O paraíso sueco




«La de estos días es una revuelta protagonizada por jóvenes sin escuela ni trabajo y, por tanto, sin esperanza ni futuro, que se consideran atrapados en una tierra de nadie, con unos padres que dejaron atrás sus raíces y unos profesores, policías, médicos, políticos, periodistas y estrellas de la moda o el espectáculo, que les prometen pero no les ponen fácil la entrada a una nueva vida, a un cambio de identidad. Es el grito de unos jóvenes que viven con la desazón de la ingratitud, de la pérdida del sentido de la comunidad que brilla en la imagen internacional del pueblo sueco y late en el retrovisor de su admirado Estado del bienestar.»

3.9.12

As Cidades e as Praças (41)





Praça Stortorget (Estocolmo, 1970,...)

(Para ver toda a série «As Cidades e as Praças», clicar na etiqueta «PRAÇAS».)
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8.10.10

Realidade ficcionada


Não é a primeira vez, nos últimos tempos, que volto ao princípio de um vídeo para me certificar de que não é ficção pura, nem truque de humor para divertimento. Foi de novo o caso com este.



Impõe-se um pequeno esforço de imaginação para tentar entrever o que está a montante e a jusante do que foi mostrado. Mesmo sem qualquer tipo de populismo, custa a crer que estejamos a ouvir falar de realidades que deveriam ser parecidas com as que nos são próximas – no mesmo planeta, na mesma época, até no mesmo continente. A poucas horas de avião, a uma eternidade de atitude.
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22.9.10

Somos todos mais ou menos suecos?


Os resultados eleitorais de há poucos dias são muito difíceis de digerir, não só na Suécia que se manifesta na rua contra o que provocou nas urnas, mas para toda a Europa. Já muito foi escrito sobre o tema, mas um artigo de Jorge Almeida Fernandes, no Público de hoje, vai ao cerne da questão «da estranha morte da social-democracia sueca».

Nem é propriamente de «crise» que se trata, num país em que «o PIB deverá crescer 4,5 por cento este ano e o desemprego, na casa dos oito por cento, começa a diminuir», mas sim de um caso em que «o factor imigração parece jogar em estado puro. Os estrangeiros representam hoje 14 por cento da população total, número-recorde na Europa».

Situação limite, portanto, do «drama» deste envelhecido continente:

«A imigração toca o modelo de civilização e a segurança interna da Europa. O continente terá cada vez mais imigrantes e mais muçulmanos. Para manter o ratio activos/inactivos, a UE deverá acolher nas próximas duas décadas mais de cem milhões de imigrantes. O simples envelhecimento da população torna a imigração um imperativo de sobrevivência. É esta a dimensão do problema.
Os populismos xenófobos, ao contrário dos fascismos, não se apresentam como antidemocráticos. Cultivam certamente a "antipolítica", apelam ao "verdadeiro povo" contra as elites, procuram bodes expiatórios, mas jogam dentro das instituições. Serão antes "uma degenerescência da democracia representativa" (Yves Mény).»
(O realce é meu,)

A questão que envolve Sarkozy e os ciganos é certamente gravíssima em si mesma, mas é também, e talvez principalmente, a ponta de um iceberg cujas dimensões nem conseguimos ainda vislumbrar. Uma Europa que saiba acolher 100 milhões de imigrantes ou...?
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