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11.7.17

Casas «deles» (3)



Simón Bolivar morreu, em 17 de Dezembro de 1830, na Quinta de San Pedro Alejandrino. Santa Marta, Colômbia (2012).

Bolívar esteve poucos dias nesta Quinta, onde esperava por um barco que o levasse a Espanha para ser submetido a tratamentos de males pulmonares. Mas é a tal ponto objecto de «culto», em grande parte da América Latina, que a Quinta é ainda hoje local de visita obrigatória e a casa se mantém especialmente bem cuidada e rodeada de magníficas árvores e espaços verdes (onde se passeiam simpáticas iguanas…).




9.7.17

Casas «deles» (1)



Gabriel García Márquez. Casa dos avós (hoje museu), onde nasceu em 1927 e viveu até aos 10 anos. Aracataca, Colômbia (2012).

Nova série com casas de pessoas importantes (porque «importam»…), pelas quais passei. A primeira não podia deixar de ser esta…



5.6.17

Transportes «fora da caixa» (15)



«O» táxi de Aracataca / «Maconde». Colômbia (2012).

Em honra do 50º aniversário de «Cem anos de solidão», hoje a imagem tinha de vir de Aracataca / Maconde…
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05.06.1967 - «Cien años de soledad»



Faz hoje cinquenta anos que foi lançada, na Argentina, aquela que viria a ser uma das grandes obras literárias da segunda metade do século XX: Cem anos de solidão, que Gabriel García Márquez escreveu no México, entre 1965 e 1956, e que teve uma primeira edição de oito mil exemplares, que esgotou rapidamente. São muitos os textos publicados nos últimos dias para assinalar a data, um deles na Revista do Expresso do último Sábado (só acessível a assinantes, pelo menos por enquanto).

García Márquez nasceu em Aracataca e lá viveu parte da infância, em casa dos avós, que o marcaram profundamente. De uma família desafogada, não aprovaram o casamento da filha com um simples telegrafista e exigiram guardar a custódia do neto.

Com dez anos, foi viver com os pais e só regressou a Aracataca com a mãe, em 1950, numa tentativa falhada de vender a casa da família, entretanto vazia. Terá sido o choque que teve ao ver o estado lamentável em que encontrou a sua querida terra natal, que esteve na origem da obra que viria a torná-lo célebre. Chamou-lhe «Maconde» e criou a família Buendía.

Guardadas as devidas proporções, não terá ficado muito mais orgulhoso de Aracataca quando lá voltou pela última vez, em 2007, para uma tripla comemoração: dos seus 80 anos, do 40º aniversário da publicação de Cem anos de solidão e do 25º da atribuição do Nobel da Literatura. Nem gostaria de saber que ainda há dois ou três dias os seus conterrâneos estiveram envolvidos em graves distúrbios quando se manifestavam contra permanentes cortes da distribuição de electricidade. 

Estive em Aracataca / Maconde há cinco anos e também a vi feia e desmazelada, sem honrar como devia o que de mais importante deu ao mundo (quando a Colômbia gasta fortunas, por exemplo, em iluminações faraónicas das suas grandes cidades).

Aracataca salva-se pela moradia em que «Gabo» nasceu, actualmente transformada num pequeno museu bem conservado, que justifica, sem dúvida, a deslocação e a visita. E pela «peregrinação» que significa passear pelas ruas onde brincou e que o viram crescer…

Casa e quarto onde nasceu:

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7.10.16

Meio Nobel da Paz



O presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, ganhou o Nobel da Paz. Com a maior das justiças, na minha opinião, e o facto de não ter conseguido uma vitória no referendo não é decisivo e esperemos que seja ultrapassado.

Já figurava na lista dos possíveis laureados, não sozinho, mas sim em conjunto com Timoleón Jiménez, líder das FARC.

Afinal, parece que se abateriam os tectos do mundo se esse terrível ex-guerrilheiro fosse também ao belo salão de Oslo receber o prémio… Assim vamos: como se a paz na Colômbia pudesse ter sido atingida unilateralmente. 
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3.10.16

La Paz, para que nos entendamos



«La Paz, además de una bella ciudad boliviana, es mucho más que una situación de no beligerancia, mucho más que el silencio repentino de las armas.

La Paz es un proceso que empieza con el silencio de las armas, con un pacto suscrito por las partes beligerantes, de obligado cumplimiento,supervisado por observadores independientes, y en ningún caso significa la superación de los motivos o razones del conflicto. Es la decisión suscrita por las partes beligerantes para solucionar de manera pacífica el conflicto.

En el caso colombiano, pretender como el ex presidente Uribe, paladín del No al acuerdo de paz suscrito y firmado en Cartagena de Indias, mediante eufemismos como "paz justa" paz sin impunidad" es, en primer lugar desconocer lo que se firmó y, en segundo lugar, imponer la rendición de una de las partes, las FARC.

No es Uribe el paladín más indicado, salvo que los colombianos olviden que su gobierno dejó la atroz herencia de casi 30 mil desaparecidos -los falsos positivos- y que contribuyó como ninguna de las partes enfrentadas al aumento de los desplazados, el gran drama humanitario al que se debe llegar a una solución pacífica.

La Paz no es un hecho automático, su primer paso es el silencio de las armas y luego viene el largo, paciente, accidentado proceso que lleve a la solución pacífica de las causas del conflicto pero sin vencedores mi vencidos.

El documento, el acuerdo firmado por Santos y Timoschenko es un gran paso que logra lo fundamental: el silencio de las armas. es el reconocimiento de que el conflicto se podría eternizar causando cada vez más víctimas entre los campesinos, los desplazados, y que el conflicto en sí mismo, se convertía en un factor de alejamiento de la la solución del conflicto social que hizo tomar las armas a una parte de la población y lanzarse a la lucha guerrillera.

Ese acuerdo de Paz es una pruebe de inteligencia política del presidente Santos y de las FARC.

Oponerse a ese acuerdo, a ese silencio de las armas, a ese camino que empieza, es simplemente de imbéciles y de oportunistas. Y por desgracia ambos sobran en América Latina.»

Luis Sepúlveda no Facebook
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14.12.15

«Regressar» a Gabriel García Márquez



Há três anos eu estava em Arataca, na Colômbia, a terra onde nasceu Gabriel García Márquez e na qual se inspirou para criar a mítica aldeia de Macondo, em Cem anos de solidão. Foi mais um dia inesquecível, entre mais uns tantos, que tenho coleccionado em digressões várias por esse mundo fora. Retomo, em parte, o que então escrevi.

Aracataca é hoje uma localidade de 45.000 habitantes, feia, desmazelada, que não honra como devia o que de mais importante deu ao mundo, a não ser pela (boa) conservação da moradia em que «Gabo» nasceu, actualmente transformada num pequeno museu que justifica, sem dúvida, o desvio e a visita. Trata-se da casa dos avós, com quem viveu até aos 10 anos e que o marcaram profundamente. Família desafogada que não aprovou o casamento da filha com um simples telegrafista e que, por esse motivo, guardou a custódia do neto.

No museu, vêem-se as várias divisões da antiga habitação, documentadas com muitas citações de obras de GGM, sobretudo do primeiro volume da sua autobiografia – Vivir para contarla –, ao qual, infelizmente, não se seguiu nenhum outro.

«Gabo» foi pela última vez a Aracataca em 2007, para uma tripla comemoração: dos seus 80 anos, do 40º aniversário da publicação de Cem anos de solidão e do 25º da atribuição do Nobel da Literatura.

Ao pôr os pés em Aracataca, está-se sempre à espera de reencontrar algum membro da família Buendía ao virar de uma esquina, um qualquer José Arcádio ou um dos muitos Aurelianos…




(A escola primária frequentada por GGM)


(A Casa do Telégrafo, onde trabalhava o pai de GGM)
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24.7.15

Simón Bolivar nasceu num 24 de Julho



Dizem os registos que Simón Bolivar nasceu em 24 de Julho de 1783, em Caracas, na Venezuela. Considerado na América Latina como um herói, visionário, revolucionário, e libertador, liderou a Bolívia, a Colômbia, o Equador, o Panamá, o Peru e a Venezuela.

Não há cidade desses países em que não se esbarre com estátuas de Bolivar e, há cerca de três anos, estive em Santa Marta, na costa Norte da Colômbia, onde ele morreu em Dezembro de 1830, quando esperava por um barco que o levasse a Espanha para ser submetido a tratamentos de males pulmonares. Só permaneceu poucos dias em Santa Marta, mas a Quinta de San Pedro Alejandrino, onde se instalou, ainda hoje é local de visita obrigatória para quem por ali passa. A casa mantém-se especialmente bem cuidada e rodeada de magníficas árvores e de espaços verdes onde se passeiam… simpáticas iguanas.

Ficam algumas fotos – e também saudades de um país que gostei muitíssimo de conhecer e onde não me importava mesmo nada de estar neste preciso momento. 







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6.3.15

Aracataca, 6 de Março de 1927 – Garcia Márquez



Nunca perderei um pretexto para recordar Garcia Márquez que faria hoje 88 anos e que morreu há menos de um. Foi nesta cama dos avós, em Aracataca, que veio a este mundo esse grande génio da Literatura, que tanto marcou gerações e gerações. Estive lá em 2012, sempre à espera de encontrar algum membro da família Buendía ao virar de uma esquina, um qualquer José Arcádio ou um dos muitos Aurelianos…E foi em Aracataca que se inspirou para criar a mítica aldeia de Macondo, de Cem anos de solidão.

Foi em rigorosa «peregrinação» que fiz um desvio de dezenas de quilómetros para chegar a essa localidade, hoje com 45.000 habitantes, feia e infelizmente desmazelada, que não honra como devia o que de mais importante deu ao mundo (a não ser pela boa conservação precisamente na moradia em que «Gabo» nasceu, actualmente transformada num pequeno museu que justifica, sem dúvida, a deslocação e a visita).

Trata-se da casa dos avós, com quem viveu até aos 10 anos e que o marcaram profundamente. Família desafogada que não aprovou o casamento da filha com um simples telegrafista e que, por esse motivo, guardou a custódia do neto.

«Gabo» foi pela última vez a Aracataca em 2007, para uma tripla comemoração: dos seus 80 anos, do 40º aniversário da publicação de Cem anos de solidão e do 25º da atribuição do Nobel da Literatura.

Ficam duas referências:

– O magnífico discurso que fez quando recebeu o Prémio Nobel da Literatura em, 8 de Dezembro de 1982.

– Um pequeno fragmento da descrição da morte de José Arcadio Buendía em Cien años de soledad
«Entonces entraron al cuarto de José Arcadio Buendía, lo sacudieron con todas sus fuerzas, le gritaron al oído, le pusieron un espejo frente a las fosas nasales, pero no pudieron despertarlo.
Poco después, cuando el carpintero le tomaba las medidas para el ataúd, vieron a través de la ventana que estaba cayendo una llovizna de minúsculas flores amarillas. Cayeron toda la noche sobre el pueblo en una tormenta silenciosa, y cubrieron los techos y atascaron las puertas, y sofocaron a los animales que durmieron a la intemperie. Tantas flores cayeron del cielo, que las calles amanecieron tapizadas de una colcha compacta, y tuvieron que despejarías con palas y rastrillos para que pudiera pasar el entierro.» 

17.4.14

Adeus Gabo!



García Márquez morreu hoje, acabo de o saber. Sinto-me regressar a Aracataca, a terra onde Gabo nasceu e na qual se inspirou para criar a mítica aldeia de Macondo, de Cem anos de solidão. Estive lá há um ano e meio, e retomo parte do que então escrevi.

Aracataca é hoje uma localidade de 45.000 habitantes, feíssima, desmazelada, que não honra como devia o que de mais importante deu ao mundo, a não ser pela (boa) conservação da moradia em que Gabo nasceu, actualmente transformada num pequeno museu. Trata-se da casa dos avós, com quem viveu até aos 10 anos e que o marcaram profundamente. Família desafogada que não aprovou o casamento da filha com um simples telegrafista e que, por esse motivo, guardou a custódia do neto.

No museu, vêem-se as várias divisões da antiga habitação, documentadas com muitas citações de obras de GGM, sobretudo do primeiro volume da sua autobiografia – Vivir para contarla –, ao qual, infelizmente, não se seguiu nenhum outro…

Gabo foi pela última vez a Aracataca em 2007, para uma tripla comemoração: dos seus 80 anos, do 40º aniversário da publicação de Cem anos de solidão e do 25º da atribuição do Nobel da Literatura.

Em Aracataca, está-se sempre à espera de reencontrar algum membro da família Buendía ao virar de uma esquina, um qualquer José Arcádio ou um dos muitos Aurelianos…

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A morte de José Arcadio Buendía, em Cien años de soledad:
«Entonces entraron al cuarto de José Arcadio Buendía, lo sacudieron con todas sus fuerzas, le gritaron al oído, le pusieron un espejo frente a las fosas nasales, pero no pudieron despertarlo.
Poco después, cuando el carpintero le tomaba las medidas para el ataúd, vieron a través de la ventana que estaba cayendo una llovizna de minúsculas flores amarillas. Cayeron toda la noche sobre el pueblo en una tormenta silenciosa, y cubrieron los techos y atascaron las puertas, y sofocaron a los animales que durmieron a la intemperie. Tantas flores cayeron del cielo, que las calles amanecieron tapizadas de una colcha compacta, y tuvieron que despejarías con palas y rastrillos para que pudiera pasar el entierro.»



Adeus, Gabo! 
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15.12.13

As Cidades e as Praças (53)



Praça Bolivar (Aracataca, 2012)



Igreja de S. José, onde foi baptizado Gabriel García Márquez.


(Para ver toda a série «As Cidades e as Praças», clicar na etiqueta «PRAÇAS».)
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31.8.13

Entretanto em Bogotá



É difícil imaginar Bogotá em cenário bélico quando, há apenas alguns meses, vi uma cidade calmíssima, próspera, virada alegremente para um futuro prometedor, «a Atenas da América do Sul», como se classifica pela intensa vida cultural que tem. Se é verdade que, em certas regiões do interior do país, a presença da guerra às FARC era uma realidade bem visível (por exemplo, num estrada entre Cali e Popayan, havia tropa bem musculada, armada até aos dentes, com altas trincheiras), o ambiente geral era mais do que pacífico e a Praça Bolívar de Bogotá parecia ser apenas a morada natural do Museu do Ouro mais extraordinário que alguma vez visitei.

E, no entanto, é todo um país que está agora em estado de guerra porque os camponeses estão numa greve de protesto que já há dura há mais de 12 dias, por causa do preço elevadíssimo dos produtos agrícolas e da falta de apoios do governo à agricultura, que tornam inviável a produção nacional de bens tão básicos como arroz, batatas ou leite, em virtude de Tratados de Comércio livre, assinados com os Estados e outros países que subsidiam a sua própria produção.

O presidente Juan Manuel Santos reconheceu as razões do trabalhadores, fez algumas promessas mas sem resultado suficiente. Os protestos continuaram, estenderam-se a todo o país e foi ontem anunciada a militarização da capital depois dos distúrbios de quinta-feira durante uma marcha de apoio á greve e foram mobilizados 50.000 militares para garantirem a ordem no país.

(Informação mais detalhada aqui.)

A América Latina está sempre pronta para grandes ebulições. É mais uma vez o caso, agora no país do café e das esmeraldas, mas avançará: está virada para o futuro, não na defesa de passados gloriosos.


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23.7.13

García Márquez para esquecer Cavaco e o resto



Gostava tanto, mas tanto, de estar agora a léguas desta terra, que me apetecia ser teletransportada para Aracataca-Macondo, onde estive há alguns meses, rever a casa onde nasceu Gabriel García Márquez, sentir os cheiros da pequena praça da igreja, percorrer as pequenas ruas modestas e mais ou menos caóticas.

Para me consolar, peguei na primeira edição esfarrapada de Cien años de soledad, que li em castelhano assim que saiu, em 1967. E deixo aqui um pequeno fragmento da descrição da morte de José Arcadio Buendía. Quem leu não esquece.

«Entonces entraron al cuarto de José Arcadio Buendía, lo sacudieron con todas sus fuerzas, le gritaron al oído, le pusieron un espejo frente a las fosas nasales, pero no pudieron despertarlo.
Poco después, cuando el carpintero le tomaba las medidas para el ataúd, vieron a través de la ventana que estaba cayendo una llovizna de minúsculas flores amarillas. Cayeron toda la noche sobre el pueblo en una tormenta silenciosa, y cubrieron los techos y atascaron las puertas, y sofocaron a los animales que durmieron a la intemperie. Tantas flores cayeron del cielo, que las calles amanecieron tapizadas de una colcha compacta, y tuvieron que despejarías con palas y rastrillos para que pudiera pasar el entierro.» 
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7.3.13

Grandes árvores (1)



Começo hoje uma nova série sobre árvores vistas por esse mundo fora. Estas são da Quinta de San Pedro Alejandrino, em Santa Marta na Colômbia. (Foi lá que Simón Bolivar passou os últimos dias da sua vida e que morreu, em 17 de Dezembro de 1830.)

Magdalena, Santa Marta (2012)




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18.12.12

Descubra as semelhanças


«Atenas, em Dezembro de 1960, quando as pessoas tinham perspetivas e esperança no futuro.»  
(Daqui) 


 Bogotá, em Dezembro de 2012, quando as pessoas vivem o presente e não parecem temer o futuro. 
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15.12.12

Não parece mas é



... um táxi, entre muitos outros, de todas as cores, que cruzam as ruas de Aracataca.
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14.12.12

Em casa de «Gabo»



Seria imperdoável vir à Colômbia e não passar pelos primeiros trilhos de Gabriel García Márquez, mais concretamente por Aracataca, a terra onde nasceu e na qual se inspirou para criar a mítica aldeia de Macondo, em Cem anos de solidão.

Aracataca é hoje uma localidade de 45.000 habitantes, feíssima, desmazelada, que não honra como devia o que de mais importante deu ao mundo, a não ser pela (boa) conservação da moradia em que «Gabo» nasceu, actualmente transformada num pequeno museu que justifica, sem dúvida, o desvio e a visita. 

Trata-se da casa dos avós, com quem viveu até aos 10 anos e que o marcaram profundamente. Família desafogada que não aprovou o casamento da filha com um simples telegrafista e que, por esse motivo, guardou a custódia do neto.

No museu, vêem-se as várias divisões da antiga habitação, documentadas com muitas citações de obras de GGM, sobretudo do primeiro volume da sua autobiografia – Vivir para contarla –, ao qual, infelizmente, não se seguiu, nem já se seguirá, nenhum outro… 

«Gabo» foi pela última vez a Aracataca em 2007, para uma tripla comemoração: dos seus 80 anos, do 40º aniversário da publicação de Cem anos de solidão e do 25º da atribuição do Nobel da Literatura. 

Quem sempre gostou tanto de GGM como eu, não fica indiferente ao pôr os pés em Aracataca. Está sempre à espera de reencontrar algum membro da família Buendía ao virar de uma esquina, um qualquer José Arcádio ou um dos muitos Aurelianos… 





(A escola primária frequentada por GGM)


(A Casa do Telégrafo, onde trabalhava o pai de GGM)
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