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4.6.25

Eduardo Gageiro (1935-2025)

 


No dia inicial Inteiro e limpo.

30.3.24

Alfredo Cunha, 25 de Abril (15)

 


«Amigos

A partir de agora, recomeço a publicar, na medida do possível, fotografias relativas ao livro "25 de Abril de 1974, Quinta feira". Espero que gostem tanto como eu gostei de o fazer.»

Alfredo Cunha no Facebook.
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20.3.24

Alfredo Cunha, 25 de Abril (11)

 


«Amigos

A partir de agora, recomeço a publicar, na medida do possível, fotografias relativas ao livro "25 de Abril de 1974, Quinta feira". Espero que gostem tanto como eu gostei de o fazer.»

Alfredo Cunha no Facebook.
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23.2.24

Alfredo Cunha, 25 de Abril (6)

 


«A partir de agora, recomeço a publicar, na medida do possível, fotografias relativas ao livro "25 de Abril de 1974, Quinta feira". Espero que gostem tanto como eu gostei de o fazer.»

Alfredo Cunha no Facebook
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8.2.24

19.8.22

Dia Mundial da Fotografia

 


«Uma mulher numa banheira, a esfregar as suas costas enquanto toma banho. Mas não é qualquer mulher. É Lee Miller, que foi modelo da Vogue e desembarcou em Paris, onde conseguiu convencer o fotógrafo Man Ray a aceitá-la como colaborada – mais tarde, amante; sempre a sua musa. Mais tarde, acabou por trocar os saltos altos por botas de guerra e fotografou a Segunda Guerra Mundial, incluindo a libertação dos campos de concentração.

Também não é qualquer banheira, nem qualquer dia. É a banheira do próprio Hitler, no dia em que este se suicidou. Lee invadiu-lhe o apartamento e a casa-de-banho, atirou para o chão as botas acabadas de chegar de Dachau. Dizem que disse “I washed the dirt of Dachau off in his tub”.

A fotografia é de David E. Scherman – e hoje é o dia mundial da fotografia.»

Eugénia Galvão Teles no Facebook
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27.4.20

Alfredo Cunha e a Covid-19



Vale muito a pena percorrer a galeria de fotografias que Alfredo Cunha tirou neste 25 de Abril. Pode ser vista AQUI.

«Há 46 anos, no dia 25 de Abril de 1974, o jovem fotojornalista Alfredo Cunha saiu de madrugada da sua casa na Amadora para apanhar o comboio, rumo a Lisboa e a um encontro com a história. Se o cravo é o símbolo mais perene da revolução que nos deu a liberdade e abriu portas à democracia, a fotografia que ele fez do olhar, simultaneamente sereno e desafiante, de Salgueiro Maia no Largo do Carmo ficará para sempre como um ícone desse “dia perfeito”.

No seu preto e branco sem artifícios, ele capturou algumas das imagens que, ano após ano, são páginas do nosso passado que devem ser relembradas para mostrar aos mais novos a importância da história de todos nós. E 46 anos depois, o mesmo homem para a quem o 25 de Abril fez “ter 20 anos para sempre” não tem uma revolução para fotografar, mas uma outra história que tão cedo não esqueceremos. Alfredo Cunha, voltou ao ponto de partida , à Amadora, para um novo livro de fotografia, mas desta vez para nos dar a inquietação dos tempos do coronavírus. O seu fotojornalismo mantém intacta a preciosa capacidade de nos levar a encararmo-nos enquanto povo.»
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24.9.14

14.8.13

Anos 70



Fotografia de Alfredo Cunha, divulgada no Facebook, com a seguinte legenda:

«Portugal, anos 70 do Século XX, não gostaria de voltar a este País,mas infelizmente estamos cada vez mais perto...»
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