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17.8.24

Árvores grandes, grandes árvores (3)

 


Castelo S Felipe del Golfo, Lago Izabal Guatemala, 2014.

Esta árvore lindíssima é um sapotizeiro (sapota zapotilla) e produz um fruto chamado sapoti ou sapota que pode ser comido ao natural ou em doces.

Os pré-colombianos da Guatemala extraiam da árvore uma resina chamada chicle, que mascavam pelo seu sabor agradável e que veio mais tarde a ser usada para fabricar… chiclete.

12.7.24

Gentes de vários mundos (4)

 


Iximche, Guatemala, 2014.

Que será feito deste pequeno herdeiro da Civilização Maia que vi há dez anos?

29.6.22

Transportes noutros mundos (2)

 


Os autocarros guatemaltecos são um festival de cores! Antígua, Guatemala (2014).
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15.5.22

11.7.21

Em Busca do Passado (não) Perdido – 4



 

Não sei se o Mercado de Chichicastenango, na Guatemala, terá sofrido algumas alterações por causa da pandemia, mas quando lá estive era este mar de vida e de cor!
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4.9.20

Disto não temos por cá (4)



Antígua, Guatemala, 2014

Transportes públicos bem coloridos talvez tornem menos tristonhas as estradas de um país. Somos tão sisudos aqui pelas Europas… A central de camionagem de Antígua é um espectáculo!


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12.8.20

Grandes árvores deste mundo (3)



Castelo S Felipe del Golfo, Lago Izabal Guatemala, 2014.

Esta árvore lindíssima é um sapotizeiro (sapota zapotilla), produz um fruto chamado sapoti ou sapota que pode ser comido ao natural ou em doces. Os pré-colombianos da Guatemala extraiam da árvore uma resina chamada chicle, que mascavam pelo seu sabor agradável, e que veio mais tarde a ser usada para fabricar… chiclete.


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4.7.20

Vidas antes desta Covida (1)



Que será feito deste pequeno herdeiro da Civilização Maia, que vi em Iximché, Guatemala, 2014?
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22.5.17

Transportes «fora da caixa» (1)



Nenhum motivo para que os guatemaltecos viajem em autocarros tristonhos! Antígua, Guatemala (2014).

(Nova série)
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6.5.17

21.3.14

As Cidades e as Praças (55)



Praça da Constituição (Cidade da Guatemala, 2014)







 (Para ver toda a série «As Cidades e as Praças», clicar na etiqueta «PRAÇAS».)
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17.3.14

Árvores e mais árvores



Escolhidas, entre dezenas, de uma viagem por quatro países: Honduras, Guatemala, Nicarágua e El Salvador.




Mais:


5.3.14

Vulcões e mais vulcões



Há quase duas semanas que ando por dois países onde se avistam vulcões dia sim, dia sim. Leio agora que, no passado Sábado, o Pacaya, um dos três vulcões activos na Guatemala, teve uma forte explosão, lançando depois lava e cinzas com gravidade suficiente para levar à evacuação de alguns milhares de pessoas. Pacaya fica muito perto de Antígua e eu estava lá nesse dia, mas não vi nem ouvi nada…

Mas é na Nicarágua que mais se sente a presença vulcânica. Há neste país 22 vulcões, que fazem parte do chamado «Cinturão de Fogo do Pacífico», e estive hoje em Massaya, entre Manágua e Granada, onde existem dois, um com duas crateras e outro com três, estando uma destas activa (como se vê pelos fumos nas duas últimas fotografias e no vídeo). Aqui, as erupções mais graves deram-se em 1670 e e 1772, mas continuam a acontecer frequentemente embora em menor escala. Fazem parte da vida dos nicaragueneses e tornam-na ainda mais difícil do que ela seria sem eles.

Guatemala e Nicarágua:








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2.3.14

Últimas horas guatemaltecas



Sábado mais do que soalheiro a deambular pelas ruas de Antígua, cheias de gente, sem objectivo definido a não ser gozar o último dia neste belo país. Amanhã (já hoje aí em Portugal), tão cedo que nem ouso dizer quanto, um avião daquele senhor que esteve para comprar a TAP vai levar-me aqui ao lado. Próxima paragem: Manágua.

Com pouco tempo para prosas, ficam imagens de ruas, monumentos e cor – sempre muita cor.









1.3.14

Antígua, a bela



A meio da viagem, dois dias de pausa em Antígua, a mais bela cidade guatemalteca que visitei. Mais exactamente, que comecei a visitar porque ainda há muito, mesmo muito, para ver.

Foi fundada em Março de 1543 e funcionou como capital colonial durante 233 anos, mas perdeu o estatuto depois de ter sido arrasada pelo terramato de 29 de Julho de 1773. Foi então decidido que a reconstrução devia ocorrer em local mais seguro e assim nasceu, a pouco mais de 40 quilómetros, a cidade da Guatemala, capital do país a partir de 1776.

Mas Antígua renasceu e foi sendo reconstruída e é hoje um centro importante de turismo e não só: dezenas de escolas de inglês atraem alunos de muitas nacionalidades e mantêm um clima permanente de cosmopolitismo.

A cidade é famosa pela resiliência que a tem feito renascer depois de resistir não só a terramotos mas tamém a erupções vulcânicas e a inundações – e à guerra civil, obviamente. Mantém-se viva e em permanente efervescência, mas bem maia apesar do cosmopolitismo. 





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28.2.14

A cor não é tudo



Mas se a Carris pintasse assim os autocarros, como se faz aqui em Antígua, isso é que era!


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