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22.5.17

Transportes «fora da caixa» (1)



Nenhum motivo para que os guatemaltecos viajem em autocarros tristonhos! Antígua, Guatemala (2014).

(Nova série)
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21.3.14

As Cidades e as Praças (55)



Praça da Constituição (Cidade da Guatemala, 2014)







 (Para ver toda a série «As Cidades e as Praças», clicar na etiqueta «PRAÇAS».)
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17.3.14

Árvores e mais árvores



Escolhidas, entre dezenas, de uma viagem por quatro países: Honduras, Guatemala, Nicarágua e El Salvador.




Mais:


5.3.14

Vulcões e mais vulcões



Há quase duas semanas que ando por dois países onde se avistam vulcões dia sim, dia sim. Leio agora que, no passado Sábado, o Pacaya, um dos três vulcões activos na Guatemala, teve uma forte explosão, lançando depois lava e cinzas com gravidade suficiente para levar à evacuação de alguns milhares de pessoas. Pacaya fica muito perto de Antígua e eu estava lá nesse dia, mas não vi nem ouvi nada…

Mas é na Nicarágua que mais se sente a presença vulcânica. Há neste país 22 vulcões, que fazem parte do chamado «Cinturão de Fogo do Pacífico», e estive hoje em Massaya, entre Manágua e Granada, onde existem dois, um com duas crateras e outro com três, estando uma destas activa (como se vê pelos fumos nas duas últimas fotografias e no vídeo). Aqui, as erupções mais graves deram-se em 1670 e e 1772, mas continuam a acontecer frequentemente embora em menor escala. Fazem parte da vida dos nicaragueneses e tornam-na ainda mais difícil do que ela seria sem eles.

Guatemala e Nicarágua:








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2.3.14

Últimas horas guatemaltecas



Sábado mais do que soalheiro a deambular pelas ruas de Antígua, cheias de gente, sem objectivo definido a não ser gozar o último dia neste belo país. Amanhã (já hoje aí em Portugal), tão cedo que nem ouso dizer quanto, um avião daquele senhor que esteve para comprar a TAP vai levar-me aqui ao lado. Próxima paragem: Manágua.

Com pouco tempo para prosas, ficam imagens de ruas, monumentos e cor – sempre muita cor.









1.3.14

Antígua, a bela



A meio da viagem, dois dias de pausa em Antígua, a mais bela cidade guatemalteca que visitei. Mais exactamente, que comecei a visitar porque ainda há muito, mesmo muito, para ver.

Foi fundada em Março de 1543 e funcionou como capital colonial durante 233 anos, mas perdeu o estatuto depois de ter sido arrasada pelo terramato de 29 de Julho de 1773. Foi então decidido que a reconstrução devia ocorrer em local mais seguro e assim nasceu, a pouco mais de 40 quilómetros, a cidade da Guatemala, capital do país a partir de 1776.

Mas Antígua renasceu e foi sendo reconstruída e é hoje um centro importante de turismo e não só: dezenas de escolas de inglês atraem alunos de muitas nacionalidades e mantêm um clima permanente de cosmopolitismo.

A cidade é famosa pela resiliência que a tem feito renascer depois de resistir não só a terramotos mas tamém a erupções vulcânicas e a inundações – e à guerra civil, obviamente. Mantém-se viva e em permanente efervescência, mas bem maia apesar do cosmopolitismo. 





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28.2.14

A cor não é tudo



Mas se a Carris pintasse assim os autocarros, como se faz aqui em Antígua, isso é que era!


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United Colours of Chichicastenango



Umas boas horas de estrada entre Atitlán e Antígua, com paragem mais do que obrigatória em Chichicastenango. Isto se se tiver sido previdente para programar a viagem de modo a passar por lá a uma 5ª-feira ou um Domingo, dias de mercado, o que foi o meu caso.

A 15 km da capital do país e a 1965 metros de altitude, Chichicastenango é ponto de encontro de diferentes tradições culturais e religiosas e a igreja paroquial de S. Tomás, construída pela primeira vez no século XVI e mais tarde ampliada pelos dominicanos, está dividida em várias partes nas quais se realizam cultos a diferentes santos e espíritos. Aqui é assim…

Para além do mercado de rua, um outro, fechado e quase tão colorido como o primeiro, também merece visita obrigatória. Sai-se de Chichicastenango com os olhos e a alma cheios de cor!







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27.2.14

Navegar é preciso



Dia sem ruínas mas nem por isso sem maias. Estou agora em Panachel, à beira de um lago lindíssimo – o Lago Atitlán –, com 126 km2, rodeado por três vulcões impressionantes e doze povoados de maias Tzutuhil e Cakchiquel.

Naveguei esta manhã para chegar ao maior desses povoados, Santiago Atitlán, com cerca de 46.000 habitantes, onde praticamente toda a população se veste ainda com trajes típicos e se encontram pequenos mercados artesanais a cada esquina.

Santiago foi especialmente perseguido durante a guerra civil da Guatemala, terão desaparecido pelo menos 300 maias e um protesto espontâneo de 1990 foi recebido a tiro à saída da localidade. Por pressões internacionais, o governo acabou por desmilitarizar o povoado.

Tem uma igreja com uma decoração como nunca vi outra e de que ainda falarei um dia. Por hoje apenas algumas imagens e um vídeo para «percorrer» o lago.