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4.12.18

O que eles não fazem para serem um dos povos mais felizes do mundo!




«Dinamarca planeia isolar os migrantes "indesejados" numa ilha pequena e de difícil acesso, que atualmente aloja laboratórios, estábulos e crematórios de um centro de pesquisa de doenças animais contagiosas. (…)
A ilha, com cerca de 69 mil metros quadrados, situada numa entrada do Mar Báltico a cerca de três quilómetros da costa mais próxima, não tem um serviço de ferries frequente, o que isolará os estrangeiros, que terão de se apresentar diariamente no centro da ilha - se não o fizerem, serão presos. "Vamos diminuir o número de partidas de ferries tanto quanto possível", frisou o porta-voz do People's Party sobre imigração, Martin Henrinksen, à TV 2
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9.7.18

Na Dinamarca, o terceiro país mais feliz do mundo




«Forcing immigrants to put their children into daycare for 25 hours a week from the age of one; automatically doubling the sentences for crimes committed in ghetto areas; threatening long fines or even prison sentences for anyone who fails to report parents suspected of hitting their children; setting quotas on kindergartens so that they can have no more than 30% of their children from immigrant backgrounds. All these measures are to be introduced by the Danish government in the latest spasm of xenophobia to afflict European politics. It’s likely the Danish government has gone further than any other in Europe in its attempts to assimilate refugees by force.»

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26.1.16

Da vergonha alheia




Lê-se e é difícil acreditar. Num dos países mais ricos da Europa, aquele em que os cidadãos de dizem felicíssimos, acontece isto. É mesmo caso para se dizer que há algo de podre no reino da Dinamarca.

«O parlamento dinamarquês aprovou esta terça-feira, por larga maioria, a polémica reforma da lei do asilo, que prevê, entre outras medidas, o confisco de valores aos refugiados. As alterações que hoje passaram vão peitir à polícia revistar os que entram no país e confiscar bens com valor superior a 10 mil coroas dinamarquesas (1340 euros), desde que não sejam considerados essenciais ou de valor sentimental, como alianças.» 
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