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12.3.17

A várias velocidades para onde?


A ler, este texto de Francisco Louçã. 

«Tudo bem, desde que Portugal continue no “pelotão da frente”, esclarece o primeiro-ministro. Como sempre, António Costa procura ganhar tempo: ele não quer fazer conflitos na Europa. Percebo a estratégia, os conflitos só se devem travar quando permitem algum avanço. Mas, entendamo-nos: a “árvore de Natal” de Roma e as “várias velocidades” são bombas ao retardador contra uma União em que possa haver convergência. Neste projecto das “várias velocidades” não há um único emprego a criar, nem há protecção contra a pobreza, nem há investimento, nem há educação; pelo contrário, as “várias velocidades” são mesmo contra nós. E sem convergência a União é um projecto falhado e perigoso para as democracias.»
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